Há muitas razões para não se simpatizar com certas pessoas e empresas, e já sabemos que em Portugal somos peritos em detestar quem tem dinheiro e quem tem sucesso. Não surpreende, por isso, que ao primeiro desaire do festival Babell (o atraso do conferencista inaugural e a falta de auriculares para todos os membros do público ouvirem a tradução simultânea), caísse tudo em cima a martirizar os responsáveis. Foi chato, calculo, ficar duas horas ao sol à espera da vedeta (apesar de a organização do festival ter oferecido chapéus, no que esteve bem); e, segundo percebi, pior foi não se ter apercebido logo de que o alemão seria a língua de comunicação da estrela do Oriente e usar a IA para a tradução, o que provocou risadas em certos casos. Porém, sendo a primeira vez de um festival destas proporções, vá lá, podiam perdoar estas falhas, tanto mais que, ao que leio por todo o lado, o resto foi um absoluto sucesso e encheu as medidas de todos os que puderam assistir às conversas de gr...
Não me acredito que algum dos habituais comentadores desconheça que as vacas são sagradas na Índia e os cães são comidos na China (para não falar de outras coisas mais crocantes - ui, que nojo!)
ResponderEliminarMas é mesmo assim, cada terra com seu uso...
O que me parece cada vez mais difícil de acreditar (mas lá terei que me habituar) é que as pessoas estejam cada vez mais... (parvas? idiotas? ridículas?) com essa treta do politicamente correcto.
Não há pachorra!
Bom fim-de-semana!
🐶
Maria
Ahahahah!
ResponderEliminarDiz o velho provérbio chinês: Cão que ladra, está crú!
A senhora que substituiu a vaca pelo cão, com o discutível e pouco inteligente objectivo de desincentivar o consumo de carne de vaca pelos filhos (e eles vão aos hambúrgueres?), é daquelas pessoas que nem se apercebe do ridículo em que caem - sim , já sei, estou a ser desagradável, mas é esse o meu objectivo!
Lembro uma mãe de família a quem ouvi há uns anos atrás, ainda jovem, daquelas como hoje se diz muito assertivas, opiniosa e informada, esclarecidíssima, que de manhã na pastelaria, bica numa mão e cigarro na outra (ainda se podia…) declarava com ar seguro e convencido para as companheiras: Nós lá em casa, deixámos de comer carne vermelha!
Um Nobel da Imbecilidade para elas… enfim.
Bom fim de semana, o último cá no Bairro Ribatejano… pela minha parte irei ainda ás perdizes fazer a minha despedida, pelos mesmos terrenos onde andou Torga, cuja sombra sempre entrevejo a rodar algum cabeço coroado de estevas, lamento se ofendo alguém por ser eventualmente incorrecto, mas é assim.
Cão que ladra está crú!
EliminarClaro, ele só é bom para os chineses estufado com batatinhas, a ingenuidade das senhoras é que é de bradar aos céus!
EliminarPonha ingenuidade nisso!
EliminarEntão a senhora «demorou um ror de tempo para conseguir ser atendida», sentou-se «num banco corrido à porta da loja», numa espera «prolongada», pois «o estabelecimento estava cheio de gente», e não notou que estava num talho, em vez de numa pet-shop? Mas, nem ela, nem a amiga, notaram que nenhuma daquela gente saía do estabelecimento a fazer festinhas a um animalzinho vivo nos braços?
Não é fácil contar histórias com verosimilhança...