Crónica e bom fim-de-semana

A outra crónica (esta para o fim-de-semana natalício), um pouco bolinha vermelha para os mais impressionáveis:


https://www.dn.pt/edicao-do-dia/21-dez-2019/vaca-sagrada-11640059.html


 

Comentários

  1. Não me acredito que algum dos habituais comentadores desconheça que as vacas são sagradas na Índia e os cães são comidos na China (para não falar de outras coisas mais crocantes - ui, que nojo!)
    Mas é mesmo assim, cada terra com seu uso...

    O que me parece cada vez mais difícil de acreditar (mas lá terei que me habituar) é que as pessoas estejam cada vez mais... (parvas? idiotas? ridículas?) com essa treta do politicamente correcto.
    Não há pachorra!

    Bom fim-de-semana!
    🐶
    Maria

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  2. António Luiz Pacheco10 de janeiro de 2020 às 11:43

    Ahahahah!
    Diz o velho provérbio chinês: Cão que ladra, está crú!

    A senhora que substituiu a vaca pelo cão, com o discutível e pouco inteligente objectivo de desincentivar o consumo de carne de vaca pelos filhos (e eles vão aos hambúrgueres?), é daquelas pessoas que nem se apercebe do ridículo em que caem - sim , já sei, estou a ser desagradável, mas é esse o meu objectivo!
    Lembro uma mãe de família a quem ouvi há uns anos atrás, ainda jovem, daquelas como hoje se diz muito assertivas, opiniosa e informada, esclarecidíssima, que de manhã na pastelaria, bica numa mão e cigarro na outra (ainda se podia…) declarava com ar seguro e convencido para as companheiras: Nós lá em casa, deixámos de comer carne vermelha!
    Um Nobel da Imbecilidade para elas… enfim.

    Bom fim de semana, o último cá no Bairro Ribatejano… pela minha parte irei ainda ás perdizes fazer a minha despedida, pelos mesmos terrenos onde andou Torga, cuja sombra sempre entrevejo a rodar algum cabeço coroado de estevas, lamento se ofendo alguém por ser eventualmente incorrecto, mas é assim.

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    Respostas
    1. Cão que ladra está crú!

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    2. Claro, ele só é bom para os chineses estufado com batatinhas, a ingenuidade das senhoras é que é de bradar aos céus!

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    3. Ponha ingenuidade nisso!

      Então a senhora «demorou um ror de tempo para conseguir ser atendida», sentou-se «num banco corrido à porta da loja», numa espera «prolongada», pois «o estabelecimento estava cheio de gente», e não notou que estava num talho, em vez de numa pet-shop? Mas, nem ela, nem a amiga, notaram que nenhuma daquela gente saía do estabelecimento a fazer festinhas a um animalzinho vivo nos braços?

      Não é fácil contar histórias com verosimilhança...

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