A saga das estrelinhas
No dia do lançamento do novo romance de valter hugo mãe, encontrei imensa gente indignada com o facto de o autor da crítica ao livro publicada no Ípsilon da véspera – outro escritor (José Riço Direitinho) – lhe ter dado apenas duas estrelas e meia. A indignação, porém, não vinha só de se dar nota quase negativa ao romance (cinco estrelas é o máximo) – até porque algumas das pessoas escandalizadas ainda não o tinham lido –, mas de, nesse mesmo suplemento, terem sido classificados com quatro estrelas livros de autores de um nível literário francamente mais baixo, como José Rodrigues dos Santos ou Mónica Marques. Na verdade, se os leitores se guiarem por estas classificações para saberem que livros devem ou não ler, a situação pode ser perigosa e extremamente injusta, na medida em que qualquer das obras de um Escritor (com E), mesmo que gore de algum modo as expectativas dos seus leitores, será sempre infinitamente melhor leitura do que uma ficção menor. Parece-me, porém, que o critério ...
a minha questão é recorrente: que propõe tais reformas percebe algo de educação e/ou pedagogia?!
ResponderEliminarSempre houve o ditado "quem vê cara nem vê coração" e, se o ver donde estaria à morar civilização!?
ResponderEliminarCalma, Maria do Rosário, felizmente há boas excepções, que vão merecendo cada vez mais atenção.
ResponderEliminarConvido-a a espreitar aqui: http://www.rtp.pt/play/p2231/linha-da-frente
Rui Miguel Almeida
A carga horária e o ensino mais "direcccionado" será por razões de ocupar por mais tempo e dirigir os jovens, diminuindo a criminalidade por exemplo? Mas as escolas fácilmente se tornam escolas do crime...
ResponderEliminarSaudações prudentes cá da Cidade Morena!
Por exemplo sem generalizar equivale o bom gosto. Desde aplicar-se com distinção à estudar possibilita (em termos) o Brasil a cidadania ou, quiça por ventura fora a ilustre carteira escolar, carreira profissional em surgir outra(s) experiência(s) e, eventualmente absorverá este jovem a miúde; fruto antisocial aquém de usos e costumes e qualidades e lides produtivas, literalmente afetivas.
EliminarNoutro contexto dizia há tempos Pérez -Reverte a propósito de Literatura (que a maioria não lê) :"Não lê porque não sabem como é bom ler. Porque não se educa para a leitura. Os planos de estudos são feitos por gente que não lê e que não sabe o que dar, (especialmente aos jovens), para ler".
ResponderEliminarOs planos de estudo são um histórico à parte e, se bem o sei reza a tradição desde longa data que virá e mexe a mula manca, lá e cá.
EliminarEsperança existe! A cultura pedagógica e a leitura estão presentes em muitos lugares à vencerem paradígmas sociológicos.
O tamanho da letra aumentou. É uma óptima reforma, a meu ver.
ResponderEliminarBem, ou é o governo ou é o jornalista mas alguém anda um bocadinho baralhado... A Filosofia é uma ciência humana e a Matemática é uma linguagem.
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