O que ando a ler
Estão aí todos? Mesmo todos? Espero bem que sim. Fecharam-se as portas da casa antiga para sempre e agora temos de viver neste apartamento experimental para onde trouxe o básico, mas que ainda necessitará provavelmente de umas obras. De vez em quando, farei os meus erros ou faltarei à chamada, tirando talvez tempo para aprender a arrumar este novo espaço. Veremos como corre. Por favor, vão dando o vosso feedback. Ora, num regresso ao passado, tomo o primeiro dia do mês para falar do melhor livro que li nas férias: chama-se Pirilampo e foi escrito por Natalia Litvinova, uma bielorrussa que vive em Buenos Aires desde os dez anos (foi para lá em 1996) e que escreve em espanhol, tendo ganho o Prémio Lumen de Romance com este seu livro que fala essencialmente de uma família que vivia muito perto de Chernobyl quando se deu a explosão na Central Nuclear e da influência desse incidente na vida de todos. Com avanços e recuos, a autora compõe as memórias (algumas inventadas) da narrad...
a minha questão é recorrente: que propõe tais reformas percebe algo de educação e/ou pedagogia?!
ResponderEliminarSempre houve o ditado "quem vê cara nem vê coração" e, se o ver donde estaria à morar civilização!?
ResponderEliminarCalma, Maria do Rosário, felizmente há boas excepções, que vão merecendo cada vez mais atenção.
ResponderEliminarConvido-a a espreitar aqui: http://www.rtp.pt/play/p2231/linha-da-frente
Rui Miguel Almeida
A carga horária e o ensino mais "direcccionado" será por razões de ocupar por mais tempo e dirigir os jovens, diminuindo a criminalidade por exemplo? Mas as escolas fácilmente se tornam escolas do crime...
ResponderEliminarSaudações prudentes cá da Cidade Morena!
Por exemplo sem generalizar equivale o bom gosto. Desde aplicar-se com distinção à estudar possibilita (em termos) o Brasil a cidadania ou, quiça por ventura fora a ilustre carteira escolar, carreira profissional em surgir outra(s) experiência(s) e, eventualmente absorverá este jovem a miúde; fruto antisocial aquém de usos e costumes e qualidades e lides produtivas, literalmente afetivas.
EliminarNoutro contexto dizia há tempos Pérez -Reverte a propósito de Literatura (que a maioria não lê) :"Não lê porque não sabem como é bom ler. Porque não se educa para a leitura. Os planos de estudos são feitos por gente que não lê e que não sabe o que dar, (especialmente aos jovens), para ler".
ResponderEliminarOs planos de estudo são um histórico à parte e, se bem o sei reza a tradição desde longa data que virá e mexe a mula manca, lá e cá.
EliminarEsperança existe! A cultura pedagógica e a leitura estão presentes em muitos lugares à vencerem paradígmas sociológicos.
O tamanho da letra aumentou. É uma óptima reforma, a meu ver.
ResponderEliminarBem, ou é o governo ou é o jornalista mas alguém anda um bocadinho baralhado... A Filosofia é uma ciência humana e a Matemática é uma linguagem.
ResponderEliminar