Escrever sem rede
Hoje vou para Ponta Delgada participar num festival literário no âmbito da Capital Portuguesa da Cultura. Terei três actividades diferentes, duas das quais acompanhada por pessoas de quem gosto muito. Para falar de poesia (e talvez ler também alguma coisa), estarei com a minha autora Leonor Sampaio da Silva, professora universitária de literatura; duas horas depois, para falar de prémios literários, partilharei a conversa com o muito querido escritor João de Melo. Tudo gente boa e promessa de tempo bem passado. Porém, na manhã de sábado, espera-me um desafio que me deixa bastante insegura: uma hora completa no Açoriano Oriental para escrever de improviso um texto, no género literário que decidir, de uma página ou duas (duvido que chegue a tanto), que mais tarde será publicado numa colectânea que incluirá também os textos dos meus vinte e tal confrades que estarão noutras partes da cidade a fazer o mesmo. Enfim, pedi uma salinha sem ruído no jornal porque me costumo dar mal com barulho à volta para escrever. E já estive a pensar um pouco no que pode ser o texto, mas, como estou cada vez com pior memória, vamos lá ver o que sai. A organização do evento (magnânima) vai dar-me 48 horas para rever. Haja clemência.
.png)
Tenho certeza de que ficará ótimo, Maria! Tudo o que escreves é fenomenal.
ResponderEliminarOra... qual clemência? Haja inspiração...
ResponderEliminarFaz-me lembrar uma canção (semba?) muito popular por aqui, de Nikila de Sousa, oiçam, oiçam que vale a pena!!!!
https://web.facebook.com/watch/?v=1200511077248424
Quanto ao resto, pois que desfrute, os açorianos são gente do melhor e excelentes conversadores!
Votos de um Extraordinário fim de semana para todos, cá da Cidade Morena.
Nota: não é talvez muito divulgada, mas em Angola faz-se música muito boa!
Nota: não é talvez muito divulgada, mas em Angola faz-se música muito boa!
ResponderEliminarE não é de agora...
Pois não!!! Abraço.
EliminarAchei esse desafio de escrita muito interessante. E 48h para rever dá para escrever um texto novo:). Qual é o problema afinal?!
ResponderEliminarBoa sorte com isso.
0ra,é de aguardar. De um conhecido de outrora, do Nordeste, sem bússola.
ResponderEliminar