Já viajei por várias partes do mundo, mas, sei lá porquê, embora tenha ido à Alemanha mais de vinte vezes (a Feira do Livro de Frankfurt era obrigatória no tempo em que eu fazia sobretudo livros estrangeiros), nunca visitei Berlim. Se fosse romancista, candidatava-me a uma residência literária nessa cidade, a 11.ª destinada a autores portugueses com obra publicada, promovida pela Embaixada de Portugal e pelo Centro Cultural Português do Instituto Camões em Berlim desde o tempo em que Ana Patrícia Severino, que replicou a residência também em Madrid, era responsável cultural na Embaixada e fundou a iniciativa. Em edições anteriores, muitos autores contemporâneos beneficiaram desta bolsa, como Patrícia Portela (2016), Rui Cardoso Martins (2017), Isabela Figueiredo (2018), Miguel Cardoso (2019), Afonso Cruz (2020), Judite Canha Fernandes (2021), Claudia Galhós (2022), Jacinto Lucas Pires (2023), Francisco Sousa Lobo (2024) e Margarida Vale de Gato (2025). Se está interessado, não se atra...
Sempre!
ResponderEliminarSobre o 25 de Abril, tenho a dizer:
ResponderEliminar- Muitos de nós pagámos uma pesada factura com a revolução!
É um facto.
Facto esse que tem de ser entendido como um sacrifício pelo bem comum. Nem todos têm ou esse entendimento ou essa capacidade de se sacrificar. No entanto é assim e por isso que somos um povo e temos um país. Digo eu, é a minha opinião e vale o que vale, mas também é um facto inegável que tenho direito a ela. Foi "O 25 de Abril" me deu esse direito inalienável de tê-la, de pensar como entenda e sinta, e, de o exprimir.
Outro facto, inegável, é ter sido justamente o 25 de Abril que nos permitiu estarmos aqui, hoje, a falar entre nós neste Blog, livremente! Como somos livres de escrever ou ler o que quisermos!
Convém não o esquecer, pois nada se consegue de graça, e, foi por isso que tivémos de sacrificar algumas coisas para ter outras em troca. A vida é feita de trocas, é assim que funciona, é assim que as sociedades se compõem e é assim que evoluem.
Hoje tenta-se coartar essas liberdades, e, o mais grave é que não são os "fascistas", não é o CHEGA nem a extrema-direita. Quem nos tenta limitar, censurar, obrigar ao pensamento único, são justamente os modernos, os pseudo-liberais, os progressistas que em nome da sua liberdade pretendem limitar a dos outros, impedindo, proibindo, o que seria até impensável "no tempo da outra senhora".
Á nova PIDE dos costumes e do pensamento, digamos: Não! Não passarão!
Nós, que aqui nos manifestamos diáriamente, num exercício livre, pleno da diversidade do pensamento, somos esse garante, temos essa responsabilidade, intelectual se quiserem e passe a presunção, mas também me parece um facto.
Portanto: 25 de Abril, sempre!
Sim, definitivamente, sem dúvida.
Saudações livres cá da Cidade Morena.
Sem dúvida! Sempre !
ResponderEliminarLiberdade! O PS tomou tudo! Concursos a jeito!Tudo para os amigos e para os outros nada! Tenho um familiar especialista médico com média de 18, mas como nunca teve filiações, as ligações ao poder contam muito mais que o saber nos concursos. Veja-se mais um novo caso Ana Jorge na Cruz Vermelha e agora na Misericórdia.
ResponderEliminarBom, é inegávelmente uma liberdade essa que o PS tomou... eheheh!
ResponderEliminarEnfim, aqui falamos de liberdade de idéias e de leituras, de escrita... penso eu, e, foi ao que me referi.
Saudações livres para si!
Sempre!
ResponderEliminarLibertação e memória.
Cantemos, nesta aurora efervescente.
Em cada canto, ecoa o grito de um povo que sofreu.
Sacrifício, é verdade, mas uma vida renascida em liberdade.
No sussurro de um passado opressivo, cantam agora as vozes unidas.
Nas palavras daquela que tece sonhos e histórias,
Encontramos a força que nos move a enfrentar os desafios do presente.
Mas, oh, que ilusões trazem os que se apegam à dor do passado?
Não negamos a dificuldade, mas abraçamos a esperança.
Evoluímos, transformamos e aprendemos, em comunidade, a valorizar a liberdade.
Não sejamos alheios ao progresso, nem nos deixemos aprisionar por correntes antigas.
Por isso, neste dia, celebremos a palavra, a expressão e a diversidade.
Somos livres para debater e discordar, pois o 25 de Abril assim o permitiu.
Não confundamos a luta por igualdade com a tentativa de silenciar outros.
Aqueles que se erguem em defesa do pensamento único, renegando a liberdade,
Não são verdadeiramente filhos da revolução que nos deu asas para voar.
Lembremo-nos de como a pena da poetisa nos ensina a lutar e a amar.
Então, diante da escuridão que se espreita e daqueles que tentam subjugar,
Reafirmemos o nosso compromisso com a verdade, a justiça e a igualdade.
Levantemos a nossa voz, tal como ela o faz, e digamos: 25 de Abril, para sempre!
Neste dia de celebração, deixemos que as palavras cresçam e floresçam.
Honremos os sacrifícios do passado e construamos um futuro mais luminoso.
E, ao fazê-lo, nunca esqueçamos a força poética que nos inspira a seguir em frente.
Nas asas da palavra, encontramos o nosso refúgio e redenção.
Eternamente, o espírito da liberdade.
Sempre!
Gostei muito de a ler, Extraordinária Catarina.
ResponderEliminarBonito texto compôs, lúcido, esclarecido, com sensatez poética e palavras de esperança.
É por isto que aqui venho diáriamente e espero continuar a vir, pelo brilho que este blog atrai e irradia, irresistível para traças dos livros como eu.
Saúdo-a, cá desde a Cidade Morena.
Sempre!
ResponderEliminarCompletamente de acordo no que respeita a censores anti-censura.
ResponderEliminarVeja-se aqui ( https://observador.pt/opiniao/a-escravatura-politizada-de-cristina-roldao/ ) um exemplo em como os factos são ignorados e o próprio historiador foi acusado de racismo.
A censura aos livros de Mark Twain, talvez os primeiros a ser censurados, são não apenas um atentado à literatura mas à própria história. Os livros de Twain são História com H. Qualquer censura é uma falsificação à história.
Existem várias associações ciganas. No entanto chamar cigano a alguém é, segundo os censores, racismo. Presumo que devam proibir estas associações.
Enfim, a debilidade mental anda por aí muito bem distribuída
https://www.dn.pt/opiniao/a-longa-noite-socialista-14774112.html
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