Há muitas razões para não se simpatizar com certas pessoas e empresas, e já sabemos que em Portugal somos peritos em detestar quem tem dinheiro e quem tem sucesso. Não surpreende, por isso, que ao primeiro desaire do festival Babell (o atraso do conferencista inaugural e a falta de auriculares para todos os membros do público ouvirem a tradução simultânea), caísse tudo em cima a martirizar os responsáveis. Foi chato, calculo, ficar duas horas ao sol à espera da vedeta (apesar de a organização do festival ter oferecido chapéus, no que esteve bem); e, segundo percebi, pior foi não se ter apercebido logo de que o alemão seria a língua de comunicação da estrela do Oriente e usar a IA para a tradução, o que provocou risadas em certos casos. Porém, sendo a primeira vez de um festival destas proporções, vá lá, podiam perdoar estas falhas, tanto mais que, ao que leio por todo o lado, o resto foi um absoluto sucesso e encheu as medidas de todos os que puderam assistir às conversas de gr...
Sempre!
ResponderEliminarSobre o 25 de Abril, tenho a dizer:
ResponderEliminar- Muitos de nós pagámos uma pesada factura com a revolução!
É um facto.
Facto esse que tem de ser entendido como um sacrifício pelo bem comum. Nem todos têm ou esse entendimento ou essa capacidade de se sacrificar. No entanto é assim e por isso que somos um povo e temos um país. Digo eu, é a minha opinião e vale o que vale, mas também é um facto inegável que tenho direito a ela. Foi "O 25 de Abril" me deu esse direito inalienável de tê-la, de pensar como entenda e sinta, e, de o exprimir.
Outro facto, inegável, é ter sido justamente o 25 de Abril que nos permitiu estarmos aqui, hoje, a falar entre nós neste Blog, livremente! Como somos livres de escrever ou ler o que quisermos!
Convém não o esquecer, pois nada se consegue de graça, e, foi por isso que tivémos de sacrificar algumas coisas para ter outras em troca. A vida é feita de trocas, é assim que funciona, é assim que as sociedades se compõem e é assim que evoluem.
Hoje tenta-se coartar essas liberdades, e, o mais grave é que não são os "fascistas", não é o CHEGA nem a extrema-direita. Quem nos tenta limitar, censurar, obrigar ao pensamento único, são justamente os modernos, os pseudo-liberais, os progressistas que em nome da sua liberdade pretendem limitar a dos outros, impedindo, proibindo, o que seria até impensável "no tempo da outra senhora".
Á nova PIDE dos costumes e do pensamento, digamos: Não! Não passarão!
Nós, que aqui nos manifestamos diáriamente, num exercício livre, pleno da diversidade do pensamento, somos esse garante, temos essa responsabilidade, intelectual se quiserem e passe a presunção, mas também me parece um facto.
Portanto: 25 de Abril, sempre!
Sim, definitivamente, sem dúvida.
Saudações livres cá da Cidade Morena.
Sem dúvida! Sempre !
ResponderEliminarLiberdade! O PS tomou tudo! Concursos a jeito!Tudo para os amigos e para os outros nada! Tenho um familiar especialista médico com média de 18, mas como nunca teve filiações, as ligações ao poder contam muito mais que o saber nos concursos. Veja-se mais um novo caso Ana Jorge na Cruz Vermelha e agora na Misericórdia.
ResponderEliminarBom, é inegávelmente uma liberdade essa que o PS tomou... eheheh!
ResponderEliminarEnfim, aqui falamos de liberdade de idéias e de leituras, de escrita... penso eu, e, foi ao que me referi.
Saudações livres para si!
Sempre!
ResponderEliminarLibertação e memória.
Cantemos, nesta aurora efervescente.
Em cada canto, ecoa o grito de um povo que sofreu.
Sacrifício, é verdade, mas uma vida renascida em liberdade.
No sussurro de um passado opressivo, cantam agora as vozes unidas.
Nas palavras daquela que tece sonhos e histórias,
Encontramos a força que nos move a enfrentar os desafios do presente.
Mas, oh, que ilusões trazem os que se apegam à dor do passado?
Não negamos a dificuldade, mas abraçamos a esperança.
Evoluímos, transformamos e aprendemos, em comunidade, a valorizar a liberdade.
Não sejamos alheios ao progresso, nem nos deixemos aprisionar por correntes antigas.
Por isso, neste dia, celebremos a palavra, a expressão e a diversidade.
Somos livres para debater e discordar, pois o 25 de Abril assim o permitiu.
Não confundamos a luta por igualdade com a tentativa de silenciar outros.
Aqueles que se erguem em defesa do pensamento único, renegando a liberdade,
Não são verdadeiramente filhos da revolução que nos deu asas para voar.
Lembremo-nos de como a pena da poetisa nos ensina a lutar e a amar.
Então, diante da escuridão que se espreita e daqueles que tentam subjugar,
Reafirmemos o nosso compromisso com a verdade, a justiça e a igualdade.
Levantemos a nossa voz, tal como ela o faz, e digamos: 25 de Abril, para sempre!
Neste dia de celebração, deixemos que as palavras cresçam e floresçam.
Honremos os sacrifícios do passado e construamos um futuro mais luminoso.
E, ao fazê-lo, nunca esqueçamos a força poética que nos inspira a seguir em frente.
Nas asas da palavra, encontramos o nosso refúgio e redenção.
Eternamente, o espírito da liberdade.
Sempre!
Gostei muito de a ler, Extraordinária Catarina.
ResponderEliminarBonito texto compôs, lúcido, esclarecido, com sensatez poética e palavras de esperança.
É por isto que aqui venho diáriamente e espero continuar a vir, pelo brilho que este blog atrai e irradia, irresistível para traças dos livros como eu.
Saúdo-a, cá desde a Cidade Morena.
Sempre!
ResponderEliminarCompletamente de acordo no que respeita a censores anti-censura.
ResponderEliminarVeja-se aqui ( https://observador.pt/opiniao/a-escravatura-politizada-de-cristina-roldao/ ) um exemplo em como os factos são ignorados e o próprio historiador foi acusado de racismo.
A censura aos livros de Mark Twain, talvez os primeiros a ser censurados, são não apenas um atentado à literatura mas à própria história. Os livros de Twain são História com H. Qualquer censura é uma falsificação à história.
Existem várias associações ciganas. No entanto chamar cigano a alguém é, segundo os censores, racismo. Presumo que devam proibir estas associações.
Enfim, a debilidade mental anda por aí muito bem distribuída
https://www.dn.pt/opiniao/a-longa-noite-socialista-14774112.html
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