Há muitas razões para não se simpatizar com certas pessoas e empresas, e já sabemos que em Portugal somos peritos em detestar quem tem dinheiro e quem tem sucesso. Não surpreende, por isso, que ao primeiro desaire do festival Babell (o atraso do conferencista inaugural e a falta de auriculares para todos os membros do público ouvirem a tradução simultânea), caísse tudo em cima a martirizar os responsáveis. Foi chato, calculo, ficar duas horas ao sol à espera da vedeta (apesar de a organização do festival ter oferecido chapéus, no que esteve bem); e, segundo percebi, pior foi não se ter apercebido logo de que o alemão seria a língua de comunicação da estrela do Oriente e usar a IA para a tradução, o que provocou risadas em certos casos. Porém, sendo a primeira vez de um festival destas proporções, vá lá, podiam perdoar estas falhas, tanto mais que, ao que leio por todo o lado, o resto foi um absoluto sucesso e encheu as medidas de todos os que puderam assistir às conversas de gr...
Ando aqui meio perdido entre as brumas de uma memória e da mata húmida... longe das minhas queridas estantes:
ResponderEliminarO Pedro Rosa Mendes é o da Baía dos Tigres?
Ainda estes dias fui à Equimina e lá vi alguns descendentes da vissonga , uma cadela da Baía dos Tigres!
Refresquem-me a memória literária p.f.
Seja como for... parabéns!
não que seja apanágio do PEN, mas estes prémios vêm dar uma sensação de justiça ao que se publicou em Portugal em 2011.
ResponderEliminarPedro Rosa Mendes e Jaime Rocha escreveram livros que vão ficar na memória de quem os leu por muito tempo.
não tenho dúvidas disso.