Aqui há tempos fui à Figueira da Foz acompanhar a Carla Pais, a vencedora do Prémio LeYa 2024 que recebemos recentemente em Portugal. Como sempre que vou às 5.ªs na Figueira (também há umas Quintas no Porto, mas são de poesia), encontro-me com o António Cravo que, há anos, faz questão de registar as sessões em filme e fotografia. Porém, no final da conversa, já a regressar, descobri que o Cravo publicou um livro de poemas e fotos em «curtição de autor» (adorei o termo) e não resisti a comprar-lho. É, como diz, ele próprio «sentado à janela do tempo» – e acredito que tenha sido irresistível fixar estes momentos em papel (as fotos são de 1972 a 1993, pelo que há belas hipóteses de contarmos um dia destes com mais um ou dois volumes deste magnífico livro que tem por título este é o meu infantário) . Tendo ascendentes pescadores (na Figueira é normal), Cravo dá-nos a conhecer uma paisagem marítima belíssima, as tragédias e os bens da pesca, os naufrágios, a venda do peixe, os rosto...
Ando aqui meio perdido entre as brumas de uma memória e da mata húmida... longe das minhas queridas estantes:
ResponderEliminarO Pedro Rosa Mendes é o da Baía dos Tigres?
Ainda estes dias fui à Equimina e lá vi alguns descendentes da vissonga , uma cadela da Baía dos Tigres!
Refresquem-me a memória literária p.f.
Seja como for... parabéns!
não que seja apanágio do PEN, mas estes prémios vêm dar uma sensação de justiça ao que se publicou em Portugal em 2011.
ResponderEliminarPedro Rosa Mendes e Jaime Rocha escreveram livros que vão ficar na memória de quem os leu por muito tempo.
não tenho dúvidas disso.