Correntes
Pois é, aí estão as Correntes d'Escritas mais uma vez e, antes de falar do que se vai passar por lá, um aviso: parto para a Póvoa de Varzim hoje à tarde e só voltarei ao blog no dia 2 ou 3, por isso não estranhem o silêncio (no regresso contarei certamente alguma coisa do encontro). Terei lá cinco autores (Afonso Reis Cabral, Sara Duarte Brandão, Itamar Vieira Junior, a espanhola Rosario Villajos e o jornalista José Carlos de Vasconcelos); mas são mais de cem os convidados, e desta feita o homenageado será José Carlos de Vasconcelos, de quem acabo de publicar um livro de poesia chamado Os Sete Sentidos e Outros Lugares, que terá o seu lançamento dia 27, às 12h00, no Teatro Garrett. Além das mesas, que acontecem todos os dias de manhã e à tarde, poderemos ver as exposições, uma delas da cantora Márcia, e assistir à antestreia do filme De Lugar Nenhum sobre o escritor Valter Hugo Mãe, de Miguel Gonçalves Mendes (os dois estarão no palco a seguir ao filme para uma conversa). Haverá também uma homenagem a Francisco Guedes (um dos fundadores do festival Correntes d'Escritas), teatro e até entrevistas ao vivo a Dulce Maria Cardoso, Alfredo Cunha e muitos outros. As Correntes não param.
Muito bem, programa cheio e em cheio!
ResponderEliminarDê da minha parte, se faz favor, um abraço de apreço ao Afonso (não gostei lá muito do último avô, mas continuo fã!) e ao Itamar. São duas pessoas, para lá de autores, que me parecem estimáveis e com quem simpatizo muito, mesmo sem as conhecer pessoalmente. Pena estas acções estarem-me vedadas actualmente pois são boas oportunidades para se conhecerem os autores que nos interessam.
Que seja um sucesso e que desfrute, são os meus votos cá desde a Cidade Morena.
As Correntes não param e têm escritores que leio com prazer, como Dulce Maria Cardoso que já ouvi conversar por duas vezes e me prendeu quase tanto como com os livros escritos. Há nela uma integridade que seduz e nem damos pelas horas.
ResponderEliminarGostava imenso de conhecer Itamar Vieira Júnior, não tanto pela figura física, para saber se as ideias conversadas são tão interessantes como o que escreve este jovem a que me rendi desde o primeiro livro.
José Carlos Vasconcelos, que eu desconhecia ser também poeta, merece bem essa e outras homenagens. Viva!
Desejosa de regressar às Correntes! Só faltou falar da homenagem incontornável, basilar este ano, como mote para as mesas (e não só) ao grande Álvaro Laborinho Lúcio... Boa viagem até este Natal Literário!
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