Sem tempo

Eu avisei que não voltaria com a mesma regularidade de antes, mas a verdade é que ainda não falhei um post. De qualquer modo, até ao final da semana estou mesmo cheia de trabalho e passei aqui apenas para dizer que recebo com alegria o magazine do El Corte Inglés, pois o tema deste trimestre é o Amor, coisa de que muita gente não fala por vergonha, mas que é o que nos mantém vivos neste mundo cheiinho de desamor. Consultem as várias sessões e actividades (há muitas coisas interessantes a que vou tentar ir), entre as quais, dia 23 de Janeiro, Da Ciência ao Amor: O que está para além do cérebro, por Luís Portela e Mário Augusto; mas sobretudo deliciem-se com as ilustrações de Pierre Pratt, um canadiano que veio morar para Portugal há muitos anos e que é óptimo a pintar abraços apaixonados. Até amanhã com outro meio post.

Comentários

  1. António Luiz Pacheco15 de janeiro de 2026 às 01:27

    Sem tempo e sem amor... a falta do tempo é inimiga do amor.
    Fala-se muito em amor, mas parece-me que vivemos ante em tempo de ódio.
    Enfim... confesso que não sou lá muito de romances de amor e filmes nem vê-los.
    Já foram moda, mas mesmo então não os consumia.
    Todavia tenho uma boa colecção de livros de amor, herdados... a colecção azul por exemplo. Li um ou outro, por curiosidade e porque temos de conhecer aquilo de que não gostamos, para podermos decidir e justificar. John o chauffer russo foi um de que nunca me esqueci... ahahah! Imagino que entre os Extraordinários nem haja quem tenha ouvido falar, quanto mais ler!
    Fica a nota, é um blog de leitura e portanto os romances de amor fazem parte!
    Votos de um Extraordinário dia, com amor se possível, cá desde a Cidade Morena.

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  2. Imagina mal, caro António: eu ouvi falar - pela minha mãe, creio - de «John, Chauffeur Russo» quando ainda era criança (mas, é verdade, não o li). É o que dá sermos mais avançados na idade... ;-)

    chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://beq.ebooksgratuits.com/classiques/DuVeuzit-chauffeur.pdf

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  3. António Luiz Pacheco15 de janeiro de 2026 às 07:45

    A célebre colecção azul era muito popular entre as senhoras nossas mães e avós!
    Grande abraço caloroso aí para o gélido planalto.

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  4. Bom, eu tive uma peninha imensa de não pertencer ao grupo de lavores que lia John Chauffeur Russo - tinha capa azul sim senhor. Isto porque uma vez, não sei já por que motivo, me juntei ao grupinho das mais velhas e elas liam o livro nas aulas enquanto nós apenas dávamos uns pontos - no meu caso muito mal dados - e conversávamos umas com as outras.
    E gosto de romances. Mas não tenho já paciência para colecções azuis e que tais. Há cada vez mais romances que me desinteressam. Mas ainda há tantos à minha espera, alguns hão-de agradar-me.

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  5. Bom dia, Maria do Rosário

    Nós, povo do Sapal, estamos todos a ficar sem tempo.

    Não me passa pela cabeça que ainda não saiba que os blogs do Sapo vão ser descontinuados e, a longo prazo, destruídos.

    Não tenciona pronunciar-se sobre este assunto tão importante e desestabilizador para tantos de nós?

    Um abraço

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  6. A destruição não ocorrerá propriamente a longo prazo: está marcada para 30 de Novembro deste ano, pelo que é mais curto-médio prazo.

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  7. É o Tempo que, por aqui, se move tão depressa que me confunde, Octávio dos Santos.

    Fiquemos pelo médio prazo, pode ser? Novembro parece-me ainda tão distante...

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