Saramago
Provavelmente, já não irão a tempo (e eu estou a trabalhar, tampouco poderei ir), mas hoje às 11h00 passa no auditório da Fundação José Saramago um documentário sobre o nosso Prémio Nobel da Literatura. O intuito é celebrar aquele que seria o seu 103.º aniversário e, ao mesmo tempo, fazer-lhe um retrato através de vozes de outros, alguns de lugares longínquos, incluindo a própria realizadora Carmen Castillo, que é chilena. O filme tem por título José Saramago. O Tempo de Uma Memória e é, segundo a newsletter da Fundação, um objecto construído a partir de reflexões do escritor sobre vários temas, como a memória, a criação literária ou a passagem do tempo, que conta também com testemunhos de pessoas bastante díspares, como a actriz Maria de Medeiros, o astrónomo David Elbaz e o grande fotógrafo Sebastião Salgado. Eu adorei o filme de Miguel Gonçalves Mendes sobre o José Saramago (José e Pilar) e espero que este documentário fique disponível em breve para o vermos nem que seja em casa, nas nossas televisões. Há poucos documentários sobre escritores portugueses (e ainda há pouco estreou um sobre António Gedeão/Rómulo de Carvalho, que também não consegui ir ver).
Ontem falou-se de um escritor português, cujo percurso e atitude me interessam e por quem tenho a maior consideração, para lá do autor.
ResponderEliminarTenho de confessar, já sei que vou chocar muita muita gente e adivinho umas pedradas mandadas virtualmente, que em relação a Saramago é precisamente o contrário... tendo o maior respeito pela obra, o autor, porém não me interessa mesmo nada, nem o percurso nem as atitudes pois como pessoa, o que sei sobre ele, faz-me não gostar.
Não será o único sobre quem assim penso, é verdade, mas como sempre digo a arte impera e não é por não gostar do autor que deixo de apreciar a obra.
Saudações pícaras cá da Cidade Morena.
É exatamente o que se passa comigo em relação a este comentador: não gosto, não concordo, não leio, passo sempre adiante quando vejo os comentários deste blog.
ResponderEliminarGosto e admiro demasiado o José Saramago!