Revisitar

Hoje irei fazer na Biblioteca Municipal de Vila Nova de Gaia mais uma apresentação do romance A Matéria das Estrelas, de Isabel Rio Novo, desta vez apresentado por Rui Couceiro. Não estarei disponível para responder a comentários por causa disso, pelo que recomendo aos Extraordinários apenas a revisitação de um romance que foi finalista do Prémio LeYa e publicado há dez anos, e que nunca parámos de reimprimir: Perguntem a Sarah Gross, de João Pinto Coelho. Acabámos de lançar a edição comemorativa com uma capa diferente. É um livro magistral sobre a história de duas mulheres que acabam por conhecer-se nos Estados Unidos nos anos 1960, tendo uma delas passado pela experiência traumática de Auschwitz, lugar que finalmente saberemos o que era antes da chegada dos nazis para construir um dos piores cenários da história da humanidade. Se não o leu, vai muito a tempo. Se quiser viajar com ele, vá ao link que partilho abaixo, de preferência depois de ter lido o livro. Como amanhã é feriado, encontramo-nos na próxima segunda.


K_perguntem_sarah_gross_2025+sticker.jpg


https://www.trilhosdesarahgross.com/


 

Comentários

  1. Duarte Vicente da Silva12 de junho de 2025 às 00:54

    Bom dia
    A capa é muito feínha. O romance merecia melhor

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  2. É feriado para alguns!Sem comentários…
    Quanto à capa,acho que em tempos já teve outra

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  3. A arte da capa é uma criação de excelência: cor, fonte e imagem. Reafirma o propósito do livro e o adequa em novas reflexões. Eu gostei.

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  4. Eu gostei também, de saber que já fazem 10 anos; para além do meu espanto a Dom Quixote continua sendo um marco de excelentes autores. Parabéns



    Cláudia da Silva Tomazi

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  5. Eu tenho a edição de bolso "Bis" do romance. A capa é igualmente horrorosa e parecida com esta, pelo que posso dizer que comprei o livro APESAR da capa. Às vezes tem que se engolir uns sapitos! Espero que o conteúdo não seja a condizer (ainda não li o livro).

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  6. "Como se descreve a fome [em Auschwitz] NA PALESTINA ?
    Por palavras? Haveria que as inventar, primeiro.
    Não, a fome naquele lugar não se media pelo verbo, antes pela aritmética das horas. As horas que passavam desde a última refeição e as horas que faltavam até à próxima. Quando finalmente se avistasse o fumo da panela, a contagem far-se-ia ao minuto. E os últimos minutos, já contados no fim da fila, far-se-iam passos. Passos lentos, travados, depravados.» ------ Perguntem a Sarah Gross

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