Mês da poesia
Vem aí o mês da poesia, sim, o mês da Primavera é o dos versos, e mais lá para a frente falar-vos-ei do que se vai passar na festa do Dia Mundial da Poesia no CCB, no sábado 22 de Março, pois fui convidada com a poeta Filipa Leal para organizar a programação poética desse dia. Mas agora é para dizer que, ao longo de todo o mês de Março, haverá muita coisa a acontecer em torno deste género literário tão especial pelo país; e vou começar pelo Teatro Municipal de S. Luiz, onde, já no dia 6, se vai comemorar o nosso Fernando Pessoa com a estreia de um espectáculo de Robert Wilson chamado Pessoa: Since I've been me que, segundo o teatro, é «uma abordagem visual única, que evoca a multiplicidade dos seus heterónimos e a fluidez entre humor, reflexão e imaginação poética». No dia 9, haverá, de resto, uma conversa sobre o espectáculo e o poeta às 17h00 com o programador Miguel Loureiro, a actriz Maria de Medeiros e Flávio Penteado, especialista na obra de Pessoa. Nos mesmos dias do espectáculo (6 a 8), no Quisoque Fauna e Flora, o teatro oferece «poemacetamol» para «todas as maleitas/patologias e aflições do coração e da vida» com a Pharmacia Poética e as Consultas Poéticas que, só pelo nome, já geram uma enorme curiosidade. Temos de ir lá todos pedir remédios poéticos que nos alegrem!
Até há pouco era só a prosa que mexia, agora também a poesia. Isto vai!
ResponderEliminarSoa-me bem, a festa. A poesia tem uma palavra (ou mil) a dizer. E rima com o mês da primavera, menina que chegará a horas, ainda que possa não parecer (lagarto, lagarto, lagarto!).
ResponderEliminarVai pois, e, se na vai a gente empurra!
ResponderEliminarCuma se diz na 'nha terra.
Ahahah!
Março... rima com pigarço, e pouco mais...já Abril é rimas mil, eheheh!
ResponderEliminarMas prontos, tá bem, boa notícia para os poéticos militantes ou ocasionais.
O importante é que haja vida.
Saudações poéticas cá da Cidade Morena, terra de alguns poetas.
Se o conselho é para quem escreve, convém acrescentar que o que vende não são romances com personagens como os Aliochas, mas sim como os Tomás Noronhas. O que se quer é movimento e não densidade humana.
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