Construir em grupo

Segundo Douglas Stuart, autor premiado com o Booker Prize, Como Construir Um Barco é «um daqueles raros livros que nos fazem sentir menos sós. Uma história inspiradora sobre uma comunidade e as pequenas coisas que podem mudar uma vida.» E tem toda a razão. Jamie O’Neill é um rapaz que adora o vermelho, árvores altas, padrões, livros com sobrecapas, gatos, rios e Edgar Allan Poe. Aos 13 anos, há duas coisas em particular que ele quer na vida: construir uma Máquina de Movimento Perpétuo e estabelecer ligação com a sua mãe, Noelle, a jovem nadadora que morreu logo a seguir ao parto. Na sua cabeça, estas duas coisas estão intimamente ligadas e, na nova escola, onde quase tudo é desconhecido, Jamie encontra duas pessoas que talvez sejam capazes de o ajudar e, de certo modo, também de se ajudarem mutuamente. Como Construir Um Barco, de Elaine Feeney – nomeado este ano para o Booker Prize e traduzido por Rui Elias – é a história comovente de como um rapaz e o seu sonho transformam, afinal, várias vidas e unem toda uma comunidade em torno de um projeto magnífico. Escrito com uma imensa ternura e uma linguagem cuidada e bela, o romance aborda as relações familiares e amorosas, bem como o poder da imaginação e a maneira como as nossas maiores aventuras nunca acontecem quando estamos sozinhos. Hoje estará em todas as livrarias portuguesas.


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Comentários

  1. António Luiz Pacheco16 de julho de 2024 às 01:22

    Fui investigar. A coisa interessa-me e é o que faço habitualmente.
    Fiquei curioso quanto ao autor. No entanto Elaine Feeney... aparece com autora desse título, com a mesma sinopse. Será o pseudónimo de Douglas Stuart?
    Este, tem uma história pessoal interessante e que parece reflectir-se no romance que todavia foi inicialmente recusado em Inglaterra e USA, as Editoras lá sabem... ou não sabem nada?
    Mas a confusão é grande para mim, pois é uma trapalhada entre a Elaine e o Douglas, as sinopses e os temas...
    Inconclusivo, portanto vou pelo que li neste local Extraordinário.
    Não dou grande crédito a prémios, mas o tema parece valer a pena e agradar-me.

    Estamos justamente a construir 9 barcos neste momento, aliás embarcações para clientes nossos de pescarias... 7 para armar na pesca de cerco e 2 com gaiolas para polvo. Coincidências!

    Saudações navais e coincidentes cá da Cidade Morena!

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  2. António Luiz Pacheco16 de julho de 2024 às 04:23

    Levei tempo, mas já percebi... eu é que estou a fazer a confusão!
    O livro do Douglas, é outro... este é mesmo da Eailne... dias difíceis dão nisto.
    Mil desculpas.
    Mas há o lado bom, não conhecia nem um nem outro e agora já sei quem são!

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