A inteligência artificial ataca em várias frentes
A ciência faz maravilhosas descobertas para o nosso bem e a tecnologia não lhe fica atrás. Infelizmente, uma coisa que representa um avanço impressionante, a denominada abreviadamente IA (Inteligência Artificial), já está a ser usada de forma tremenda em vários ramos, desde a criação de traballhos de teses académicas para estudantes preguiçosos, artigos para jornalistas com excesso de trabalho e, naquilo que hoje me interessa aqui trazer, traduções feitas sem intervenção de um profissional. É uma maneira de poupar nos custos, mas muito perigosa, porque a IA não é tão culta como se pensa e trabalha com o que tem, e o que tem está longe de ser suficiente. O resultado são traduções coxas, deficientes e muitas vezes aldrabadas (li uma de Dickens há pouco tempo e via-se que tinha sido feita por IA, dados os muitos dislates encontrados); mas, se um bom revisor aceitar o trabalho louco de as corrigir, o resultado melhorará e acabar-se-á em três tempos o trabalho dos tradutores sérios, que é o que interessa a todos nós. Por isso, se pensa, como eu, que não podemos deixar a IA passar a perna aos tradutores e leitores, por favor assine a petição abaixo. Nós, que gostamos de livros, merecemos.
APOIADO!
ResponderEliminarAssinado e divulgado.
À inteligência artificial faltam as necessárias funções de selecção e síntese baseadas no sentimento, no bom senso e na lógica. Não acredito que alguma vez as venham a possuir.
"Artificial" diz tudo... pode servir pontualmente de ajuda mas não poderá nem deverá substituir a inteligência humana, se bem que os humanos a vão perdendo... por preguiça e comodismo desmesurado, que os tornam afinal estúpidos!
Saudações genuínas e sem artificialismos cá da Cidade Morena.
Está feito, mas não sou grande coisa em divulgações. Espero contudo que, quem tem muitos contactos e frequente várias redes sociais possa contribuir para 500 000 assinaturas. A causa merece.
ResponderEliminarJá assinei.
ResponderEliminarEnquanto for humans e não robô, prefiro ler livros escritos e traduzidos por humanos. A IA pode ser excelente, mas deixemo-la por enquanto para os automóveis, os fornos micro-ondas, os telemóveis, ou mesmo os equipamentos médicos, na ajuda ao diagnóstico.
Já tive de rever uma tradução técnica feita muito à base de máquina, e achei um trabalho torturante. "Busbar", que naquele contexto significa "barramento", claro que aparecia "barra de autocarro".
Apoiado!
ResponderEliminarAssinado.
Não sou optimista, mas poderia ser e admitir que este problema, o recurso cego à IA, sirva para alguns, e com o tempo, muitos, discutirem palavras, seu significado e boa utilização, e fazerem ver que relacionar, exprimir, falar é humano. É uma necessidade evitar a nescidade. Será?
Assim como tudo na vida, a inteligência artificial tem seus prós e contras. Tem que saber utilizá-la da melhor forma.
ResponderEliminarBoa semana!
O JOVEM JORNALISTA está no ar cheio de posts novos e novidades! Não deixe de conferir!
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Até mais, Emerson Garcia
Assinado e divulgado. O Fator Humano é insubstituível. Cumprimentos a todos os Extraordinários.
ResponderEliminarAssinado.
ResponderEliminarQuanto mais IA mais EN