Em Beja
Eu bem sei que hoje era dia de partilhar um excerto de um livro, mas deixo isso para a próxima segunda-feira, pois estou sem tempo para subir ao escadote e tirar de lá um livro e, aliás, nunca é tarde de mais para uma citação. Na verdade, também aproveito nesta sexta-feira o espaço do blogue para publicitar uma actividade em que participarei mais logo, em Beja, na Biblioteca Municipal José Saramago, lugar onde conheci um grande bibliotecário, o saudoso Joaquim Mestre, há muitos anos, quando eu era ainda editora de José Luís Peixoto (e que graça era ver o Zé Luís falar com sotaque alentejano assim que começava a conversar com o Mestre). Mas, histórias à parte, a dinâmica Elsa Ligeiro, da Alma Azul, convidou-me para ir falar de poesia mais logo, às 19h00, a Beja; e, claro, vindo ela de longe só para isso, eu também não podia recusar. Assim, se estiver em Beja ou por perto, fica aqui feito este convite também a si, para aparecer se tiver vontade de ouvir, ou perguntar, sobre esta coisa maravilhosa que é a poesia. Até logo. O excerto virá na segunda.

Frequentei com muita assiduidade a excelente Biblioteca de Beja e tive o prazer de conhecer o amável e simpático Joaquim Mestre (um grande impulsionador desta extraordinária biblioteca e da cultura naquelas sacrificadas terras do Baixo Alentejo, tal como o simpático funcionário e sempre disponível José Luís-creio que falamos da mesma pessoa).
ResponderEliminarA biblioteca de Beja é das melhores bibliotecas deste país (das que eu conheço, claro).
Só agora reparei que a MRP se referia ao José Luís Peixoto-é que, curiosamente, trabalhava naquela biblioteca um simpático funcionário que creio que também se chamava José Luís-daí a minha confusão).
ResponderEliminarO busto (de gesso) do poeta Mário Beirão que está no gabinete que foi do Joaquim Mestre fui eu que o levei de Queluz para Beja a pedido do poeta Luís Amaro, também alentejano de Aljustrel.
ResponderEliminarÉ curioso falares em Mário Beirão, que suponho seja pouco conhecido a despeito de ter sido o autor do célebre hino, "Lá vamos, cantando e rindo..." que alguns de nós ainda tivémos que aprender! Eheheh!
ResponderEliminarMário Beirão, ou não fosse alentejano e contemporâneo de Florbela Espanca, era destacado na escola poética (é assim que se diz?) da nostalgia, se bem estou informado. Um conceito interessante este, o da nostalgia, bem alentejano e mesmo nacional!
Abraço e bom fim de semana!
A biblioteca de Beja foi pioneira da nova rede de bibliotecas em Portugal. Houve uma excelente iniciativa, cujo nome já não recordo, em que a biblioteca estava aberta durante toda a noite.
ResponderEliminarPassei lá muitas horas da minha vida e, sempre que lá vou, dou um salto à minha biblioteca.
Saudades da minha cidade!
Lá estarei.
ResponderEliminarHenrique Cheira
Mas por que é que eu não moro em Beja, caramba.
ResponderEliminarOra... porque se morasse teria de dizer "porra!", em vez de caramba! Ahahah!
ResponderEliminarSaúde Bea, cumprimentos cá desde a Cidade Morena.
Se morasse, dizia, Viva!, e ia assistir :).
ResponderEliminarBom fim de semana