Pecar com prazer

Não é que exista uma hora indicada para pecar, mas venho aqui falar-vos de um ciclo de conversas chamado Sete Pecados à Tardinha, ideia do escritor Nuno Camarneiro (que já se responsabilizara pelas conversas Havemos de Falar de... em Aveiro há uns anos), que se incia hoje na Biblioteca Almeida Garrett, no Porto, às 18h00, e se repetirá nas últimas quartas-feiras dos meses de Novembro, Dezembro, Janeiro, Fevereiro, Março, Abril e Maio. Não que não se peque no resto do ano, mas os chamados «pecados mortais» são «só» sete (ira, avareza, gula, luxúria, preguiça, soberba e inveja) e, por isso, temos de deixar muitas quartas-feiras livres para a penitência. O programa, segundo a organização, prevê diálogos sobre as perspectivas simbólicas, históricas, religiosas, culturais, científicas e sociais do pecado e reunirá no palco, além de Nuno Camarneiro, que modera, um par de convidados de diversas áreas. Hoje à tarde falar-se-á sobre a preguiça. Carlos Tê, de quem admiro as letras absolutamente notáveis que tem feito para Rui Veloso, estará a contracenar com esta vossa criada que pode ser acusada de quase tudo, mas por acaso não é especialmente preguiçosa. Se estiver pelo Porto, apareça!


P. S. Hoje ao final da manhã o júri anunciará o vencedor do Prémio LeYa 2022.


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Comentários

  1. O tema é deveras interessante; logo, falar sobre ele - e quem fala sabe da poda ainda que pratique um quase nada - será coisa para captar a atenção dos ouvintes. Desejo a todos boas e intensas quartas-feiras. Nesses dias, e à falta de melhor, os que não têm ou não podem ter a oportunidade de cultivar o saber dos sete pecados capitais, são livres para entreter-se na prática dos predilectos.

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  2. Ouvi há pouco na Antena 2 que o vencedor do Prémio Leya foi um brasileiro de 71 anos, professor de Matemática, de apelido Costa (não retive o nome), com o seu 1o livro "A Arte de Driblar o Destino".

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  3. Celso José da Costa, com o livro "A Arte de Driblar Destinos", segundo li.
    Um matemático que não percebe só de números
    Parabéns a ele, um completo desconhecido para mim.
    Boa tarde!

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