Descentralizar
«As palavras que nos unem» é o mote de 10 encontros literários que em abril e outubro deste ano se farão nas bibliotecas municipais do Alto Minho, integrados no projeto «Inclusão ativa de grupos vulneráveis. Cultura para todos». Vão estar à conversa autores portugueses que, segundo a organização, contribuirão «para a reflexão sobre o poder das palavras enquanto instrumento privilegiado para combater desigualdades, alertar para a exclusão e motivar coletivamente para a coesão social». Durante este mês, haverá encontros em Valença (dia 21), Arcos de Valdevez (dia 22), Caminha (dia 23), Ponte de Lima (dia 29) e Vila Nova de Cerveira (dia 30) e, em outubro, terá lugar uma segunda etapa desta edição em Melgaço, Ponte da Barca, Viana do Castelo, Monção e Paredes de Coura. Na primeira fase, passarão pelas bibliotecas nomes como Isabel Rio Novo, Paulo Moura, Tiago Salazar, Rui Cardoso Martins, Sílvia Alves, Paulo Freixinho, Manuel Jorge Marmelo, Manuella Bezerra de Melo, Rui Zink, Renato Filipe Cardoso, Mário Augusto e Álvaro Laborinho Lúcio. A moderação dos encontros estará a cargo do jornalista João Morales. Descentralizar!
E só descentralizam pelo norte português, ou é apenas começo, começam numa ponta e continuam por aí fora?
ResponderEliminarSim, boa pergunta, vêm por aí abaixo, tipo reconquista....
EliminarQuem sabe mesmo se não vêm depois na cola de Diogo Cão, Bartolomeu Dias, Vasco da Gama, e ainda páram aqui na Cidade Morena!
EliminarÉ o mínimo que há a esperar da ofensiva diplomática iniciada pelo excelso diplomata e mui digno e competente actual ministro dos negócios estrangeiros!!!!!
E... do outro lado do Atlântico o Cabral. São terras de língua portuguesa, onde as palavras pós-pandemia "agonizam" de certo modo a fragmentação educativa.
ResponderEliminarSeria tão bom aqui no Brasil, projetos que aproximassem escritores do público leitor, principalmente em escola.
Aguarda Cláudia, o novo ministro dos Negócios Estrangeiros, certamente que vai entender e apoiar a importância das relações bi-culturais. Já deu sobejas provas disso quando esteve na defesa, que é o melhor lugar para preparar um ministro da diplomacia, chama-se: Toca-e-foge!
EliminarMas quem sabe se o da cultura não consegue convencer o das finanças disso mesmo, e teremos uma acção conjunta!
"Inclusão ativa. Cultura para todos". ""Grupos vulneráveis" podia dispensar-se. Grande iniciativa, parabéns minhotos.
ResponderEliminarSim, essa dos "grupos vulneráveis", cheira sempre ao mesmo, proteccionismo dispensa-se como se dispensa a ditadura das minorias, vigente no nosso país!
EliminarSó nós, a minoria dos amantes dos livros é que não temos vez nem voz!
Infelizmente, no nosso país, descentralizar é fazer coisas fora de Lisboa...
ResponderEliminarE o Minho gosta de "comboios de cultura", mesmo que passem por lá poucas vezes.
Excelente iniciativa, parabéns a essas bibliotecas. Da primeira leva, gosto muito de Ponte de Lima e Vila Nova de Cerveira, também a parte da muralha de Valença. A quem não conheça, recomendo o 2 em1.
ResponderEliminarRui Miguel Almeida
EU não conheço... explique lá essa do 2 em 1!
EliminarNota: minha avó Julieta Marília de Azevedo Correia (Cyrne Pacheco, por casamento) era de Vila Nova de Cerveira, terra que eu conheci bem.
Abraço!
O 2 em 1 é ir no dia à biblioteca ouvir o encontro literário e, aproveitando, descobrir uma bonita cidade/vila.
EliminarUm abraço para si!
Rui Miguel Almeida
Óquei! Sem dúvida uma boa proposta, então, e, uma bela duma cajadada! Eheheh!
EliminarBonita vila, antiga com história, existe por ali uma gastronomia soberba, até na vizinha Galiza, pois é só atravessar a ponte, para ir abastecer o carro, por exemplo.