Crónica
Estou louca com trabalho e realmente não consigo dar conta de tudo neste momento. Peço por isso desculpa, mas hoje, em vez de escrever um post, vou dar-vos a ler uma das crónicas que tenho vindo a publicar no jornal Mensagem de Lisboa. Espero que se divirtam, bom fim-de-semana.
https://amensagem.pt/2021/04/03/a-mae-e-a-besta/
As mães são terríveis, sem precisar ser mãe-ursa...
ResponderEliminarJá me ri com essa história, não pela fúria materna mas porque estou a imaginar os dois cachopos intimidados com o matacão bestial.
São traumas de infância que nos marcam para a vida, aposto que nunca mais cantou alto em público, porém em compensação escreve poesia... quem sabe se não se perdeu uma má cantora por uma boa poetisa! Ainda terá de agradecer à besta.
Ahahah!
Votos de um bom fim de semana, cá desde a Cidade Morena.
Bom dia, Extraordinári@s Leitores:
ResponderEliminarMas que magnifica crónica! Estou a imaginar a cara do "inocente daquela altura" besta (fosse ele o mais pequeno ou o maior), a ser agraciado com tal cumprimento.
Queremos mais, Extraordinária Anfitriã.
Bom fim de semana, com Excelentes Leituras
Celeste Silveira
Junto a minha voz às dos Extraordinários que já aqui vieram saudar esta belíssima crónica. Adorei!
ResponderEliminarMuito obrigada, Maria do Rosário, por fazer o nosso dia um pouco melhor com uma história tão bonita e tão deliciosamente contada. Também me lembro de a minha mãe nos deixar no carro (mas éramos 4) enquanto tratava dos inúmeros assuntos que havia a tratar naquele tempo, fora da inexistente Internet: pagar a água, pagar o gás, ir ao banco...
E que o trabalho amaine um pouco, logo logo!
Bom fim-de-semana a todos e com boas leituras, claro!
Esta história trouxe-me o meu avô à memória. Não se deixava ficar com qualquer erro de português que ouvisse na rádio (ele, que era um amante de rádio, como nunca conheci mais nenhum). Um dia, após as notícias onde terá ouvido uma qualquer calinada, telefonou para a rádio e perguntou o nome da besta que lia as notícias. Responderam-lhe que não era uma, mas duas! E o meu avô contou esta história até ao fim da vida, entre gargalhadas contagiosas...
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