Espaços raros e necessários

Em Portugal, já há muita gente que vai à biblioteca pública ler jornais, visitar sites, investigar na Internet, compor um CV, comprar coisas em lojas digitais, preencher o IRS, enfim, fazer muita coisa que não é propriamente ler livros. Noutros países, é mais frequente ainda pessoas estarem nas bibliotecas a consultar anúncios de emprego ou a preencher formulários online. O problema é quando se trata de mães e pais que têm filhos pequenos de quem não se podem separar, sobretudo porque as crianças parece que nascem a adorar teclas e dificultam muito a vida aos progenitores quando estes precisam de ver o que está no ecrã ou digitar sem ajuda dos petizes. Mas eis que alguém teve a bela ideia de comprar um mobiliário francamente útil e inovador para facilitar a vida a estas pessoas e, ao mesmo tempo, apresentar a criança desde tenra idade aos livros. São casos raros, claro, mas necessários, e nem parece assim tão complicado reformular uns cantos nas bibliotecas que já existem para agradar a todos. Ora vejam lá se não tenho razão...


Biblioteca para crianças.jpg


TMC_Fairfield_Carrel_3qtr-2-1.jpg


 

Comentários

  1. Às atividades que se desenvolvem nas bibliotecas públicas acrescento mais uma: as cadeiras e mesas que se espalham pelas salas de leitura são preenchidas por jovens a estudar, como dantes se fazia nos cafés e esplanadas mas agora com melhores condições e mais proveito.

    ResponderEliminar
  2. Ahahahah! Baby in box.
    Extraordinária idéia. O bébé na imagem parece até todo contente.

    Saudações cá da Cidade Morena

    ResponderEliminar
  3. Parece-me boa ideia se o que se pretende é uma informação ou consultar o mail, ou qualquer tarefa não muito demorada. Afinal aquele cantinho parece o parque caseiro onde metemos as crianças quando elas já se sentam e queremos por exemplo confeccionar as refeições. Mas, como toda a gente sabe, elas não aguentam o parque por muito tempo e rápido esgotam as novidades.

    ResponderEliminar
  4. Apenas alguns anos atrás nos disseram que tínhamos que aprender a 'pensar fora da caixa' ... ha ha ... mundo estranho!

    Muito bom dia.
    Russell Boncey - Fontainebleau

    ResponderEliminar

Enviar um comentário