Nervosíssimos
Já aqui falei mais de uma vez de uma revista de poesia chamada Nervo; e, se lhe desejei sorte no arranque, pois a verdade é que agora chegou a hora de lhe dar os parabéns, pois, num país que se diz de poetas, mas no qual as pessoas aparentemente não compram livros de poesia (as tiragens são sempre tão pequenas...), a Nervo, com a energia e a força da sua mentora e poeta, Maria de Fátima Roldão, chegou há poucos dias a uma dúzia de números publicados, o que é obra e obra louvável. Se quisermos ser exaustivos, são quatro anos de poemas, um número publicado previsivelmente a cada quatro meses (mesmo com o raio da pandemia pelo meio!). Foram 152 poetas no total, entre portugueses (117) e estrangeiros (35), estes últimos com traduções incríveis de variadíssimas línguas (hebraico e neerlandês, entre outras). Foram também mais de uma dúzia de artistas plásticos que conceberam trabalhos de grande qualidade para a capa e o interior numa grande sintonia entre palavra e imagem. Venham mais doze, é o que me apetece dizer, e parabéns aos implicados e aos leitores que a compram, lêem e tornam possível. Toca a ler poesia!

Bom dia!
ResponderEliminarNão sendo leitor de poesia, nem conhecendo o mercado editorial desse segmento - um nicho? - no entanto aprecio bastante o visual aqui postado, e, gosto muito da ligação entre a poesia e as artes gráficas, poesia com ou por imagem.
Saudações poéticas cá da Morena Cidade!
Sim, arte gráfica e poesia combinam.
EliminarCláudia da Silva Tomazi
Gosto de poemas mas não leio livros de poesia nem conhecia esta poetisa. Sendo Portugal um país de poetas (nada de pejorativo), quase sempre ignorados pelos portugueses (não me excluo) os resultados alcançados são deveras notáveis.
ResponderEliminarComo se diz no Brasil: a Rosário é o máximo!
ResponderEliminarUtilizar o termo "implicados" é de dar nos Nervos. Parabéns por celebrar a poesia.
Cláudia da Silva Tomazi