Erros de ortografia
Comentava há uns tempos com uma escritora portuguesa a quantidade de erros ortográficos que se vêem escarrapachados em todo o lado: no Facebook, nos blogues, nos rodapés dos noticiários da televisão, nos livros daquela editora a quem os autores pagam, até em alguns jornais (há uns anos, um artigo de um jornalista acima de qualquer suspeita tinha como destaque uma frase em que aparecia a palavra «enchame», que ferroada!). No melhor pano cai a nódoa, e é possível que eu própria, apesar de mil cuidados, já tenha cometido algum erro deste tipo. Devemos corrigir as pessoas que conhecemos (sempre em privado, claro!) e tentar que não repitam os erros. Mas que fazer se a própria universidade (em Inglaterra, pelo menos) está a aceitar, perdoar e desvalorizar os erros de ortografia dos estudantes numa tentativa de compensar os alunos que não puderam gozar de uma educação de excelência e frequentaram escolas sem condições? Percebo que tem mais hipóteses de não dar erros quem foi bem ensinado; mas não deveriam ser dadas condições a todas as escolas para ensinarem bem a língua em vez de borrifar para isso e depois desculpar com base no infortúnio? Ainda que as intenções sejam boas, um professor de Inglês que dá erros de ortografia devia ser professor, mesmo de uma escola com alunos difíceis? Um aluno que dá imensos erros na sua própria língua desde pequeno deveria passar de ano? Devemos deixar arrastar estas situações de desconhecimento da língua até à universidade e depois retirar-lhe importância e dizer que não podemos prejudicar mais os que já foram prejudicados pelo ensino anterior? Enfim, parece que tudo redunda sempre no mesmo: a educação. E tem de haver coragem para nivelar por cima, escrutinar e gastar dinheiro a sério com ela. Mais nela do que nos bancos.
Há uns anos, estava eu a escrever uma mensagem de correio eletrónico para um cliente numa data próxima do Natal. Como habitualmente se faz nessa época, terminei a mensagem com um “Desejo-lhe um Natal Feliz e um Ano Novo cheio de alergias”. Claro que eu queria dizer “alegrias” e nunca “alergias”, mas como o corretor ortográfico achou muito bem escrita a minha palavra, não se manifestou. Felizmente, tive a lucidez de reler a mensagem antes de a enviar e corrigir o erro a tempo.
ResponderEliminarIndigna-me e entristece-me essa notícia que refere. Acredito que todos nós, uns mais outros menos, podemos dar erros de ortografia sem querer. Mas não acho bem que se abandone a perseguição do modelo correto, para bem da comunicação. E concordo que devemos corrigir os outros, quando detetamos um erro. É até uma forma de respeito para com a pessoa que corrigimos. Eu gosto que me corrijam, assim posso melhorar. Os erros podem até dar origem a mal entendidos – se, quem quer passar uma mensagem, não a sabe escrever corretamente e/ou não se preocupa com isso, como vai pretender que quem a lê a entenda na perfeição?
«Eu gosto que me corrijam, assim posso melhorar.»
EliminarAssim sendo... «eletrónico», «corretor», «correto», «detetamos» e «corretamente» são erros.
O AO90 é mais causa de «alergias» do que de alegrias.
Concordo inteiramente com o que foi dito e gostaria de acrescentar algo mais.
ResponderEliminarNão sei se já repararam,mas parece que se tornou habito ouvir na televisão,radio,e ate em conversas com outras pessoas "o governo disse que fez-se justiça","amanha discutira´-se esse assunto"e tantos outros atropelos que não são ortográficos,mas ferem os ouvidos mais sensíveis.Haveria muito mais e peço ajuda de todos os extraordinários para contribuírem com a sua experiencia.
A coisa ortográfica a que chamam acordo tem nisso fortes responsabilidades. Mas atentem ainda nestes exemplos de pronúncia: "vi-zi-ta", em vez de "v'zita"; mi-nis-tro, em vez de "m'nistro"; "o-pi-ni-ão", "me-di-ci-na", etc...
ResponderEliminarVamos por partes:
ResponderEliminar1º- Todos damos erros, por desatenção, porque carregámos na tecla errada, porque sim, pelas mais variadas razões! Gralhas, lapsos, erros... venha o mais pintado dizer que não!
Mas, devemos tentar evitá-los, como evitamos andar com nódoas na roupa ou despenteados, sei lá. É uma questão de brio próprio, de apresentação e de civilidade, educação, princípios.
Já me chamaram aqui a atenção para alguns erros... creio que é normal, mas tento não os dar, se bem que por vezes o texto é digitado à pressa e sem o ler antes de publicar. Outro erro meu, que assumo.
2- Concordo inteiramente com o que é dito, sobre investir na educação!
Pode um país desenvolver-se com uma população analfabeta ou doente? Não, não pode... pode é interessar aos governantes que o povo seja analfabeto, para melhor os dirigir, enganando-os, e, sobretudo manipular! Alguma dúvida quanto a isso?
O investimento na educação começa pela qualificação, estabilidade, remuneração e estatuto dos professores!
Depois transmite-se aos alunos o respeito pelo ensino dando-lhes a saber das vantagens de haver educação e saber, como forma de evoluir, melhorando a sua situação.
O aluno tem de interiorizar que sendo educado e possuindo conhecimento, não apenas se valoriza como é uma questão de justificado orgulho pessoal, positivo. No processo ganham respeito por eles mesmos, passam a respeitar os outros e serão por sua vez respeitados!
Que respeito merece uma sociedade de ignorantes, desmazelados, irresponsáveis? O mínimo dos mínimos... e é assim que querem ser vistos?
Uma vez disse a uma flausina, no parque de estacionamento do Pingo Doce, que era pena o seu BMW não trazer um manual de civismo e boa-educação! Julguei que lhe dava uma coisa má... mas é disso que se fala: Respeito! E o respeito vem com a educação, sobretudo a escolar.
O mau feito que os erros ortográficos expressos nos rodapés das notícias, o mau português dos repórteres, é confrangedor e devia ser banido dos media, culpados pela divulgação e manutenção desse estado de coisas!
Dão de si mesmos uma triste imagem, pelo mal que se expressam o que indicia mentes pouco desenvolvidas, falta de inteligência e uma ignorância vergonhosa.
Saudações indignadas, cá da Cidade Morena!
Mais que os erros, mais que as gralhas, o que me deixa mesmo chateado, completamente fora de mim, é essa coisa do «acordês» e a facilidade, a leviandade com que jornalistas, escritores, editores, ministros e ministérios, aceitaram de mão beijada esse despudorado atentado patrimonial.
ResponderEliminarAté essa entidade sem rosto, e no limiar do analfabetismo, que dá pelo nome de «Google» o escarrapachou por aqui.
O tão triste que é, em jornais e revistas, alguém sentir a necessidade de colocar: «o autor escreve de acordo com a antiga ortografia».
O que faz um espetador frente a uma televisão?
Ele quer espetar o quê e a quem?
Que farei eu quando, numa livraria, deparo com um livro escrito em acordes?
Deixo-o lá ficar?
Gostaria mesmo, mas não consigo.
Com que pena o digo?
Quanto aos erros de que trata o texto, lembro-me de uma canção latino-americana, dos meus tempos de menino e moço, que falava do se tropeçar na mesma pedra e com o mesmo pé.
«Que farei eu quando, numa livraria, deparo com um livro escrito em acordês? Deixo-o lá ficar? Gostaria mesmo, mas não consigo.»
EliminarEu consigo. Aliás, é(-me) extremamente fácil.
Bom dia com Alegria
ResponderEliminarQuando começa o ano lectivo, vou falar com os Directores de Turma e digo ao que venho: a Educação é um trabalho de equipa, eles (professores) na escola, nós (pais) em casa.
Se um dos lados falhar a equação fica manca.
Muito mais haveria por dizer sobre o assunto.
Por falta de tempo, limito-me a transcrever umas linhas do que ando a ler, sinais dos tempos que vivemos, de certa forma relacionado com este assunto:
"Há momentos em que me assusta o meu talento. Às vezes, quando leio a minha obra não consigo evitar concluir que sou a única artista viva digna de nota. Tenho uma capacidade única para remover a intolerância cancerígena da cultura ocidental contemporânea com o bisturi linguístico"
Woke - Um guia para a justiça social
Titania McGrath (na realidade Andrew Doyle - comediante)
Editora Guerra & Paz
Rir ainda é sem dúvida um bom remédio, mas não podemos ficar por aí...
Saúde e Boas Leituras (e bom fds)
cp
Concordo com praticamente tudo.
ResponderEliminarMas questiono-me muitas vezes se quem dá muitos erros, não terá qualquer problema cognitivo. Lembro-me na primária dos colegas que davam muitos erros e fartavam-se de levar reguadas e nem sempre seria desatenção ou falta de conhecimentos...
Eu hoje dou mais erros hoje que na primária, quase sempre por desatenção (muitas vezes nem os "vejo", tal como a falta de artigos, quando leio o texto encontro-os lá mas depois tornam-se invisíveis...), e pela velocidade deste tempo...
(não vi o "hoje" duplo...)
EliminarA ortografia revela-se muito simpática para uns e um transtorno para outros; factos est. As regras gramaticais são/têm uma escola de concílios, o distanciamento eleva-se: verdadeiro(s) templo(s) verbai(s). Dominar a arte de conter todo o conhecimento na vastidão os dicionários, quer gentílicos ou não, requer além de anos de estudos, agudez de pensamento. Ou seja, a rigidez de pensamento é outra coisa. Reconhecer no outro(a) a limitação ou falta de ambição gramatical, proveniente da humildade de valores também é nobre. O contraponto à nobreza requer justamente agudez é no espírito, não a rigidez instalada proveniente do conforto; quando o conforto está à ser falta do desafio que se lhe o torna "cruel". Básico seria o lapso de memória, porém quando progride até a desqualificação pessoal, tornou-se temporal. Portanto, se a tristeza morar em um simples erro, então o suplício (neste mundo onde se lhe requer tão perfeito) o erro já engolira a humanidade. Resta sabermos se o digere ou vomita. Sim, de qualquer lado errar é nojento. Em tempos passados, haveriam dizer à razão reside o nojo.E pronto, tudo enterrado.
ResponderEliminarCláudia da Silva Tomazi
Há dois dias ouvi na rádio o grande constitucionalista Jorge "Miganga" falar sobre o crime que foi o moderno AO e acrescentou, alguns exemplos de outros crimes sobre a língua portuguesa:
ResponderEliminar- A Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa passou a Nova School of Business and Economics MHIP
-o facto de em algumas Universidades as aulas, dadas por professores portugueses, serem dadas em inglês para alunos (todos) portugueses, para ele outra vergonha!
Acrescento eu, como é que a RTP envia para o festival das cantigas da Eurovisão, como seu representante, uma "cantiga" em língua inglesa, bem sei que tudo aquilo é lixo (cheirando a môfo) do mais execrável, mas não pode é representar Portugal.
Sobre os erros nos painéis das diversas televisões é uma catástrofe, uma miséria franciscana, do mais puro analfabetismo.
Os erros nos rodapés das TV's ainda vá que não vá; há que perceber que muitas vezes são escritos na ganga e - sobretudo - por estagiários, economia de mercado assim o obriga.
EliminarÓ Severino, a Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa passou a Nova School of Business and Economics MHIP? Mas isso são óptimas notícias para mim que fiz lá o Curso Geral de Gestão, é um "upgrade"! Ahahahah!
EliminarMuitos dos professores eram fortemente anglófonos, pois davam aulas em universidades nos EUA, sobretudo... enfim menos um ou outro que eram homens do marketing e abusavam das expressões inglesas, lembro-me do Engº António Bernardo dizer que "uma gravata vistosa e umas bocas em inglês" diferenciavam o homem do marketing! Eheheh.
Tive professores da maior qualidade, lá, diga-se, e nem todos abusavam do inglês.
Abraço de fim de semana!
Escritos na ganga (velozmente) não será mesmo assim uma desculpa ou se sabe ou não se sabe!
Eliminar"A minha pátria é a língua portuguesa"
EliminarMe too!
EliminarAhahahah!
Não sejas assim, Severino. :)
EliminarNós pelas palavras sabemos, se é engano ou não, basta olhar o teclado e ver que se "teclou" ao lado e em vez do N saiu um M ou o E em vez do R (acontece-me muitas vezes quando escrevo na "ganga" e já estou a escrever há muito tempo)...
Sim, há uma universidade (vai assim em letra pequena. de propósito) em Inglaterra que anunciou isso. E como diria o Américo Tomaz, só me ocorre um adjetivo - aberração :-)).
ResponderEliminarMas o problema é muito mais grave do que isso, é apenas mais um passo no movimento que não sei classificar do politicamente correto. Um movimento que, na literatura diz que, por exemplo, um autor branco não pode criar personagens que não sejam brancos, que um autor hetero não pode criar personagens gays, por exemplo, os exemplos são inúmeros. Como alguém já disse, sendo assim a ficção já era, os autores em rigor só poderão escrever autobiografias. Ou está tudo maluco ou estamos perante um movimento orweliano de pensamento único.
Cumprimentos
Olá! Boa tarde.
ResponderEliminarComo estamos em fim de semana e em tm mais leve quero contar-vos a lição de português que me deu o meu neto Matias de 4 anos.
Brincávamos com peças Lego a tentar construir um parque jurássico e de repente eu disse que um dos dinossauros era mais "piqueno" que o outro. O Matias corrigiu de imediato. Avô! Não é "piqueno" que se diz! É pequeno.
Continuou brincadeira e de novo fiz o mesmo erro. Tornei a dizer "piqueno". Outra vez Avô?!? Piqueno não é nada! Diz-se pequeno! Pequeno é que é porreiro! É mesmo.
Não disse mais nada mas, confesso que ainda tenho dificuldade em dizer correctamente o nome de alguns dinossauros. Vai com o tempo! Pterodactyl! Já tentaram dizer correctamente?
Da margem esquerda do estuário do Tejo com um grande abraço e um bom fim de semana.
A. Delfim
Ahahahah!
EliminarTaxonomia e nomenclatura eram o meu forte na zoologia...
Pterodáctilo = ptero/asa + dáctilo/dedo. É um dinossauro cuja asa é o dedo. Perceber o porquê do nome é a chave!!!!
Na minha terra, o Bairro Ribatejano, usa-se dizer "piqueno", diria que é um regionalismo e nem por isso um erro. Aqui em Benguela diz-se algo que eu acho muito engraçado: "bocadidinho" em vez de bocadinho.
"Erros" destes não chocam, pelo menos a mim!
Abraço para si e para o neto!
Em contrapartida, o meu sobrinho de 6 anos, que estuda numa escola inglesa e está agora a aprender a ler, refere múltiplas vezes aquilo a que chama de "tricky" words. Isto é, letras/prefixos que se lêem de forma diferente à que se escrevem, como é o caso do "I", ou do "th", em inglês. Até aqui tudo bem. O problema surge é quando me dou conta de que o miúdo parece idolatrar as ditas letras trapaceiras, cedendo-lhes um relevo maior (talvez por serem mais raras), e assim ler-lhe nos escassos escritos "taiger", em vez de "tiger", ou "dei" em vez de "they". Quando o corrijo, ele reforça o fato de serem tricky words, e por isso, fixes.
EliminarTalvez o melhor seja ensinar as coisas como elas são, e deixar os miúdos adivinhar estas irregularidades, não lhes concedendo denominações especiais. De qualquer das formas, é uma criança de 6 anos, e por isso não me preocupa.
Por outro lado, aflige-me ver erros ortográficos em obras literárias, ou em notícias. São dos poucos exemplos em que o erro é quase inadmissível. Ainda no outro dia estava a admirar a belíssima capa do livro dos contos do Mikhail Bulgakov recentemente editado pela garganta de aço, e encontrei-lhe um erro. Fiquei desapontada, ainda que saiba, ou deseje, que tenha sido apenas por distração...
Isto dos erros é uma coisa terrível que não deverá nunca ser tratada com leviendade, pois implica toda a Educação das sociedades!
ResponderEliminarPortugal tem problemas a esse nível? Tem, mas menores se o compararmos com a França, por exemplo, que investe na educação e cujos resultados são assustadores. Trabalho num Centro de formação à distância há alguns anos e choca-me que apenas 3% dos trabalhadores dominem a ortografia francesa! Chegamos ao ponto de ter de comprar um sistema informático para corrigir todo o tipo de correio, em papel ou digital, dirigido aos clientes. Falo de pessoas entre os 20 e os 50, com diplômas e sem diplômas, por isso o problema é antigo e perdurará. Corremos o risco de o piorar se aceitarmos a tendência de levar a coisa à ligeira...
Bom fim de semana aos extraordinários!
Carla Pais
A ortografia obedece a regras próprias que foram estudadas em cada tempo histórico, já a pronúncia é uma coisa diferente. Escrever é uma coisa, falar é outra.
ResponderEliminarDizer piqueno não é erro nenhum. Era assim que se escrevia há séculos. E se se manteve na linguagem popular.... não há mal nenhum. Da mesma maneira pronunciar dezoito aberto ou fechado não é erro nenhum também, ou trocar os vês pelos bês.
Era até importante que se ensinasse aos alunos mais... pequenos que essas diferenças fonéticas na verdade só enriquecem a nossa língua.
Já ouvir constantemente na tv o "há tempo atrás", que parece que se tornou moda, é que fere o ouvido.
_ Requisito complementar do ingresso nesse Universidade:admissibilidade do formando errar ortograficamente assegurando-se a isenção de cominação sancionatória aplicável ao valor da nota atribuída;
ResponderEliminar_ Requisito complementar do ingresso na categoria profissional a que se candidata : aplicação de sanção (vulgo desconto) na valoração da nota avaliativa na eventualidade de se verificarem erros ortográficos no preenchimento do impresso de candidatura e/ou no CV;
_ Sugestões:
- frequência de um e-learning intitulado "Regresso à Escola Primária" que contemple como disciplinas obrigatórias a Leitura e a Gramática ;
- para remissão dos erros que amiúde cometemos aconselha-se a leitura do livro "Prometo Falhar" do Pedro Chagas Freitas ;
- por último, concluído o ensino básico, seria conveniente fazer-se um upgrade com a leitura de alguns livros orientados para adolescentes escritos pelas Autoras Margarida Fonseca Santos e Alice Vieira.
Um exemplo muito prático da parvoíce em que estamos a cair está no aportuguesamento de todas as palavras nos dicionários (por parte da Academia) e está na estupidez de permitir mil e quinhentas versões de uma palavra (cf. Infopedia e Priberam). Como tradutor, por vezes, sou confrontado com a estupidez de ver o mesmo termo escrito de formas diferentes e de as duas versões estarem certas nesses dicionários. Este "à vontade do freguês" é só estúpido numa língua. Outro caso parvo: a 1.a pessoa do plural no passado: aceitamos "paramos" e "parámos" como formas de pretérito perfeito.
ResponderEliminarOs erros ortográficos não têm direitos de autor. "...nos livros daquela editora a quem os autores pagam..."? Olhe que não, olhe que não. Já vi bastantes 'caiem' e coisas do tipo em livros da Leya...
ResponderEliminar1. Mau é não saber; pior é não querer saber.
ResponderEliminar2. Mau é não ensinar; pior é ensinar errado.
3. A pior ignorância é a orgulhosa.
4. O pior que há na ignorância é a impossibilidade de poder avaliar-se a si própria.
5. A ignorância é como as ervas daninhas; nunca se eliminam e tendem sempre a multiplicar-se.
6. O ignorante desconhece a dimensão da sua ignorância, qual prisioneiro na masmorra. (Ele também ignora a espessura das paredes que o cercam e tudo aquilo que possa existir para além delas).
7. O ignorante, mesmo julgando-se livre, é o pior dos prisioneiros.
8. O pior cego é o que não quer ouvir.
9. Todos nós sabemos muito de poucas coisas, sabemos pouco de muitas coisas e não sabemos nada de quase tudo.
Algumas das minhas máximas.
leunam
Subscrevo.
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ResponderEliminarESECS - Politécnico de Leiria
A emergência da leitura e da escrita na Educação de Infância e no Ensino Básico https://www.youtube.com/watch?v=Vmn3RGJOsi4
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