Correntes d'Escritas
Pois bem, amanhã começam as Correntes d'Escritas, que vão já na sua 22ª edição. Desta vez, claro, vão chegar até nós digitalmente, embora preferíssemos de longe lá estar para cumprimentar a Manuela Ribeiro e toda a equipa que as organiza brilhantemente há tantos anos e encontrar autores e amigos de várias partes do mundo. Ainda assim, posso dizer que as Correntes não baixaram os braços e vão estar dois dias online com muitas actividades e convidados. Haverá uma exposição de fotografias de Daniel Mordzinsky, que tem acompanhado o encontro desde os primeiros anos; e, além dos prémios e das mesas de escritores, haverá algumas surpresas, memórias, depoimentos... A revista este ano é dedicada ao escritor chileno Luís Sepúlveda que, infelizmente, veio a Portugal pela derradeira vez para a 21ª edição das Correntes no ano passado e perdeu a vida uns meses depois, vítima do estupor do vírus. Fiquem atentos, liguem-se e assistam. É o que vou fazer. Programa no link abaixo.
https://www.cm-pvarzim.pt/noticias/correntes-descritas-2021-conheca-o-programa-completo/
E uma vez mais “estarei” lá!
ResponderEliminarVotos de sucesso, na nova modalidade.
ResponderEliminarBonita idéia de homenagear Luis Sepúlveda, aliás justa!
Sinceras saudações cá da Cidade Morena, onde aliás decorre uma "Feira de Polícia" , palavra!
Nunca participei por estar tão longe, mas este ano tão diferente vou poder assistir e fico mesmo feliz.
ResponderEliminarFui uma vez assistir ao Correntes e gostei. O ano passado não tendo ido tive pena de perder a "voz" de uma autora de quem gosto bastante, caso da Rosa Montero. Relativamente à organização quase nada a apontar excepto - infelizmente neste país, banhado pelo oceano e bafejado pelo sol, há sempre um "mas" - o facto das "Correntes" se esquecerem dos autores independentes, aqueles fugindo à lógica do "marketing" das grandes casas editoriais - até no palco autárquico os incumbentes já parece estarem a querer "rasteirar" os independentes, mas isso é apenas o velho normal desta pequenina, ditosa pátria nossa amada. "Lá estarei" este ano, sempre com a esperança que no pós vírus possamos abraçar um novo, brilhante, inclusivo mundo novo.
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