Desconfinar

As escolas estão abertas, mas as bbliotecas fecharam e os supermercados foram proibidos de vender livros. Há muitas cidades e vilas neste país onde neste momento não se podem, por isso, comprar livros ou pedi-los emprestados. Os livros não foram considerados bens essenciais pelas autoridades que ditaram o confinamento. Porquê?


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Comentários

  1. Já está!

    Já coloquei também a imagem e algumas palavras no meu blogue.

    Muito pertinente e certo.

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  2. Há livrarias independentes a vender ao postigo. Em Sines, A das Artes. Também estão abertos sempre, online.

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    1. É verdade, mas são apenas meia-dúzia. E há locais no país onde não existe qualquer livraria. Elvas é um exemplo.

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  3. Uma tristeza!
    Aqui na Bélgica estamos confinados desde 23 de OUTUBRO e com recolher obrigatório às 10h00 da noite e as únicas lojas abertas, autorizadas são as grandes superficies que não podem vender roupa, farmácias e....LIVRARIAS!!
    A civilização é assim!!!!
    Voilá!!!

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  4. Temos sempre livros em casa que vão ficando para o fim a agora aproveitamos para ler ... quem lê!
    E quem precisar tem as livrarias on-line .

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  5. No início, ingénuo que fui, ainda pensei que o confinamento levaria, naturalmente, à leitura, verificamos que agora que tem sido precisamente o contrário. Estranhos tempos, estes! Um dia, os leitores serão considerados espécie em vias de extinção com programas oficiais de apoio e protecção...Vou partilhar a imagem no meu espaço.

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  6. Há algumas livrarias abertas e há todo o mundo do online. Só não compra livros quem não quer. Mais importante neste momento é mantermo-nos recatados em casa, porque os hospitais estão mergulhados num caos e morrem pessoas às centenas todos os dias, em vez de pedirmos para serem abertas mais excepções à longa lista deste governo completamente desgovernado quando à pandemia. Somos o pior pais do mundo em termos de infectados e ainda querem mais lojas abertas? Encomendem online, que serão bem servidos. Eu recomendo a Wook, mas a maioria das editoras vende online.
    Filipa

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    1. Plenamente de acordo.
      Para quem não possui condições financeiras e/ou tecnológicas para aquisições online existem por esse país fora as Bibliotecas que disponibilizam leituras em regime de take away em que os leitores podem vir levantar os livros, mediante marcação de horário e com todas as condições de segurança, ou recebe-los em casa em caso de isolamento.
      Sem desculpas, portanto, para por a leitura em dia!!

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  7. António Luiz Pacheco18 de janeiro de 2021 às 03:29

    Há de facto , pelo menos dois países em Portugal!
    O Portugal-real, que vive dificuldades, com precariedade, sem acesso aos modernismos e nem interesse neles. Se formos a ver é a maioria, que sai muito cedo de casa, apanha transportes, vai fazer trabalhos nem por isso especializados mas muito necessários, depois regressa tarde, vê um pouco de televisão, come e descansa.
    O Portugal-bolha, dos que têm emprego certo e garantido (acreditam eles, pois vivem numa bolha que julgam inatingível) , dos que opinam imenso sobre os outros que não conhecem ou já esqueceram, que são modernos e sofisticados, acedem a todas as modernidade e comodidades sem entenderem os que não o fazem, que não podem, não conseguem, não sabem...
    Estes da bolha caracterizam-se por um egoísmo desumano (mas são muito amigos dos seus queridos animais de companhia) e por acharem que sabem tudo, são viajadíssimos e vêm muitos documentários, conhecem tudo.

    Enfia a carapuça quem quiser, e, mais não digo!

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