O Diabo regressa
No final do ano passado, quando o escritor cabo-verdiano Mário Lúcio Sousa, ex-ministro da Cultura do seu país, esteve em Portugal para lançar o seu mais recente romance O Diabo Foi Meu Padeiro, sobre o campo de concentração do Tarrafal e as suas vítimas ao longo do tempo, infelizmente não teve agenda para fazer uma apresentação no Museu do Aljube Resistência e Liberdade, em Lisboa, como tínhamos planeado e fazia, aliás, todo o sentido, dado o tema. Porém, como o autor é também músico e tinha concertos agendados em Portugal esta semana, lá conseguimos um buraquinho para organizar esta tarde a sessão, na forma de uma conversa, seguida de um momento musical. Estão todos convidados, claro. (Mas para verem em streaming, porque com a pandemia os lugares já foram todos preenchidos.)

É um belo livro... pela história da nossa história, mas também pela forma como foi escrito, dando "presente" às personagens.
ResponderEliminarNunca li nada do referido autor, se bem conheço outros escritores cabo-verdeanos.
ResponderEliminarConheço-o sim, da música e sei que é poeta, mas não sou leitor de poesia.
É um livro a analisar, cuja compra e leitura vai depender de uma breve análise feita na Bertrand ou outra livraria... talvez a Caminho ou a Costa, quando estiver pela minha terra.
Pode julgar-se que seja um livro de memórias pessoais, mas não é, ele não conheceu o Tarrafal - prisão, fui esclarecer isso, pois é um detalhe que me importa.
É ficção mesmo, portanto.
Mas é sempre uma interessante proposta de leitura.
Saudações e votos de um Extraordinário fim-de-semana com leituras e saúde da boa, apetite, e, tudo o que concorra para o nosso bem-estar.
Gostei muito!
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