Apoios?
Nunca como nestes tempos de pandemia os artistas precisaram tanto de apoio financeiro. Se virmos bem, sem possibilidade de trabalharem, com as galerias, os teatros e todas as casas de espectáculos fechadas, os actores, encenadores, cantores, bailarinos, e todos os técnicos que os apoiam, bem como os agentes que negoceiam a sua presença em espectáculos ou a venda das suas obras, estão sem ganhar um tostão há dois meses e meio. Várias foram, por isso, as instituições que se prontificaram a dar apoios a estes artistas (mesmo que por vezes mediante candidaturas discutíveis, que excluíam áreas consideradas mais populares); e entre elas encontram-se, evidentemente, os municípios. Porém, alguns contemplados com os apoios da Câmara Municipal de Lisboa sentiram-se humilhados. Um deles, o actor Filipe Crawford, queixou-se no Facebook há uns dias de ter recebido uma carta em que lhe era atribuída a quantia de 154 euros (já de si um pouco rídícula), mas, ainda por cima, contra horas de trabalho para o município (cerca de trinta, segundo disse; caso não tenham reparado, o seu trabalho vale cerca de 5 euros por hora para o município...) Foi bom pôr o dedo na ferida, porque a Câmara reconsiderou e retirou a obrigação aos apoiados de trabalhar para ela. Senão, não seria um apoio, mas um adiantamento por conta de serviços. De qualquer modo, teria sido bom deixar tudo claro logo no princípio.
Hoje recomendo Virginia Woolf, as árvores estão floridas em Lisboa e as flores estão muito presentes em Mrs. Dalloway, um livro que nunca passa de moda.
Infelizmente ainda não li nada dela, só vi o filme As Horas.
ResponderEliminarExcelente filme, adaptado do livro homónimo do Michael Cunningham, um estudioso da obra de Mrs. Woolf.
EliminarNicole Kidman ganhou o Oscar de melhor actriz nesse filme, mas a Meryl Streep e a Julianne Moore também são excelentes.
🌻
Maria
"Of human boundage " a masterpiece of true literature that here, in Portugal, almost doesn't exist, nowadays. Virgínia wouldn't be read in Portugal for a long,long time. Blame who is in charge.
ResponderEliminarOf Human Bondage (Servidão Humana) foi um livro muito popular na minha juventude, tal como O Fio da Navalha e tantos outros do Somerset Maugham. Os livros dele têm sido reeditados e até a Tinta da China publicou um livro dele na Colecção de Livros de Viagem.
EliminarSó não lê quem não quer...
A Virginia Woolf também não se pode queixar, têm sido feitas belíssimas edições das suas obras.
Aproveito para dizer que gosto imenso destes dois escritores - e recomendo a sua leitura a todos os comentadores do Horas (excepto ao FL, obviamente ).
🌻
Maria
Deste autor também não li nada, só vi alguns filmes, destacando O Véu Pintado, passado na China, sòzinho numa sala do El Corte Inglês.
EliminarTambém gostei muito desse, mas vi em DVD; não é o ideal, eu sei, mas que fazer quando se vive numa pequena cidade do interior que chegou a estar quase quatro anos sem uma sala de cinema?
EliminarCaça-se com gato...
🌻
Maria
Achei de fino gosto a piada dirigida a "FL" que, por acaso gosta mais de ser tratado por "fl". Aquilo que diz: "Só não lê quem não quer..." - tem muito que se lhe diga. Caso esteja interessada podemos debater "recomendar livros"... que tem muito que se lhe diga.
EliminarCumprts. fl
Ainda bem que gostou, FL.
EliminarE se prefere fl porque pôs FL quando comentava com o blog e não como anónimo?
E sabe o que eu prefiro?
Que não me dirija mais a palavra, pode ser?
Caso contrário lá terei que usar o Raid, que ainda é o melhor para afastar 🦟🦟🦟!
E vou continuar a debater, comentar e recomendar livros com a Maria do Rosário Pedreira e com os outros "comentadeiros" do HE, coisa que faço há cerca de 8 anos (não de oito dias) com muito gosto.
Só espero que a Rosário não se farte de nós e que mantenha a sala aberta.
Ah, outra coisa, eu sei bem quem V. é : farta-se de mudar de nome mas o estilo melga mantém-se...
🌻
Maria
Obrigado por perder tempo a responder-me. 1 - Nem eu percebo porque é que apareci aqui com FL junto ao meu logotipo, quando apareço sempre como fl. Nuns Blogs aparece o meu logotipo noutros apareço como "anónimo". Pormenores técnicos, que acabam por não ter grande importância. 2 - Pois será feita a vossa vontade e não lhe dirigirei mais a palavra. Fico na dúvida se terei de lhe pedir desculpa por algo que eu tenha dito que lhe causasse desconforto. 3 - Não percebi o q quer dizer com: "Só espero que a Rosário não se farte de nós e que mantenha a sala aberta". 4 - Posso mudar de nome, de camisa, de comentador de Blogs, de clube, as vezes que me convier, certo? 5 - "...estilo melga" ! o que quer dizer com isso ? Muita saúde. Boa tarde. fl
EliminarA Virgínia transmitiu já ao PT brasileiro que publicará no Brasil as versões portuguesas dos seus livros mas não em Portugal, país com quem está de relações cortadas por tempo indeterminado. Bom fim de semana.
ResponderEliminarSim, sim, parece que ela tem aparecido numas sessões espíritas a dar essas instruções
EliminarNão sabia que @ car@ anónim@ estava lá...
🌻
Maria
Ahaha
EliminarQuem quiser ficar e aturar-lhes a imbecilidade e a desfaçatez que fique. Eu estou de saída e a maior parte da minha obra - daqui até à minha morte - será escrita em inglês.
ResponderEliminarEntão good luck with your work!
EliminarBye bye
Obrigada: estou muito entusiasmada. Bom fim de semana.
EliminarMerecem apoios das Instituições.
ResponderEliminarPassámos 2 meses com possibilidade de ver peças de teatro online, muitos filmes no computador, ler artigos das revistas Granta, acesso aos museus com visualização a 360º... Tudo isto sem pagar nada. E os autores que produziram as obras sem receber nada extra por esta possibilidade. Se fosse a pagar quem iria assistir a peças do D.Maria II no computador? Assim tivémos todos acesso a produtos culturais sem nada pagar.
Sem contar no mercado negro de jornais e publicações em pdf a circularem pelas Redes Sociais e sem nada pagar. Cada vez que acedo às publicações do Público, agora surge sempre o anúncio para que não ande a distribuir o ficheiros em pdf das publicações.
Também sei que é difícil enquadrar a melhor forma de apoiar os autores, mas há que fazer algo, senão numa próxima pandemia estaremos apenas confinados aos espectáculos de futebol.
Felizmente tenho ainda livros para ler em casa e comprei uns quantos durante a pandemia.
Da Virgínia ainda não li nada, mas um dia tropeço nela e leio. Os livros por vezes chamam-me da estante e pego neles.
Agora estou a terminar "A única história" do Julian Barnes, com leituras do "Chocolate à Chuva" da Alice Vieira para adormecer a pequena e intervalando com umas boas BD´s do Hugo Pratt com o seu Corto Maltese.
Fiquem bem e com espaço na praia!
Considero este post um "Artigo de Opinião", vale o que vale, merece-me todo o respeito e, como em todos os artigos de opinião, entendo que não devo fazer ruido sobre a verdade dos outros. Ponto. Poderei, eventualmente, comentar notícias, acontecimentos, desde que não vinculem o pensamento do autor, se acaso eu entender que acrescento algo a respeito.
ResponderEliminarBom dia.
fl
Ora vejamos, creio que é a primeira vez que falo de política neste blog! Peço desde já desculpa e ao mesmo tempo que comentem aqueles dos Extraordinários que até o têm feito e sabem do assunto mais do que eu, sem partidarismos.
ResponderEliminarIsto falando com toda a franqueza e pragmatismo, eu penso que :
- Somos governados por quem tem total enfoque nos votos e sua eleição!
Faço notar que os dois últimos governos não foram eleitos, são a chamada "geringonça". E, que temos um primeiro ministro hábil mas ambicioso, que precisa de ser eleito, o que ainda não foi. Ora isso é-lhe cobrado e enfraquece-o, por muito que ele mostre o contrário. Ele sabe, sabe-o o partido e sabem-no os adversários!
Eu mesmo sei... estarei enganado?
Estes últimos governos foram compostos por aquilo que eu digo ser no fundo a verdadeira política, que os políticos em Portugal não estão habituados a fazer, que é o entendimento, a negociação entre partidos para poderem governar!
Se governam bem, ou mal, isso é outra coisa, agora uma coisa é certa, política não tem de ser uma ditadura do partido maioritáriamente votado, que se formos fazer contas aos demais e à abstenção é sempre uma minoria! Essa ditadura do partido mais votado, impera desde 1974, é a verdade, e não pode ser confundida com verdadeira democracia, porque a governação é apenas feita por um partido, para e pelos seus interesses, que nem sempre são os do país, como já foi comprovado à exaustão (e bancarrotas!). A governação deve ser feita, ou devia, nela entrando todos os partidos com expressão e no interesse definido para o país, ora o que se vê é que a cada governo que entra, se substitui, muda, inflecte e até desvia, se altera, tudo o que esteve em vigor! Isto é destrutivo... não é nem nunca será construtivo!
Portanto e dentro do tema do apoio aos artistas faço-vos notar o seguinte:
1º Como tal e pelo exposto, quem governa tem usado de uma habilidade que me parece que muitos poucos percebem: - Anunciam com toda a pompa (caça ao voto) medidas que serão boas, como aumentos ou apoios (populismo)... mas, depois, os aumentos são tão pequenos que nem se notam e logo superados por um novo imposto ou taxa que se cria paralelamente e recuperam o alegado "aumento" -, pensem lá: A algum dos Extraordinários já sobra dinheiro ao fim do mês?
Isto implica anunciar esses "apoios" com grande alarido eleitoralista, mas que depois se resume ou revela ser aquilo que é: propaganda. Pois ou são valores ridículos, ou pior, esses apoios obrigam posteriormente a uma série de pressupostos (nunca anunciados...) que restringem o serem concedidos!
Este é um facto, que já deveria ter sido percebido, há muito... tal como as cativações e o desinvestimento na saúde, educação, etc.
2º - Os ministros e similares, como diáriamente se comprova, são nomeados não pelo seu conhecimento e competência, ou pelo trabalho e carreira desenvolvidos nas áreas que tutelam, mas pela sua lealdade e dedicação partidária, e, ao primeiro ministro em particular.
Esta ministra da cultura, por exemplo, ao que se depreende, a sua maior qualificação, publicitada e celebrada, parece ser a sua homossexualidade assumida!
Não é homofobia da minha parte, é pura constatação!
Prontos... está feito o desabafo, e agora desanquem-me...
Virgínia Wolf! Outra figura muitíssimo interessante ela mesma...
Dela só conheço "A viagem"? Li-o em tempos, motivado pelo título e nem por isso pela autora que na época me era desconhecida (li-o antes da famosa peça teatral "Quem tem medo de Virgínia Wolf"). Foi há mesmo muitos anos, mas recordo que há sobretudo um retratrar da sociedade metida num navio a caminho da América do Sul.
A excelência do bom aquário é a transparência da água. Ah, eu amei a última cena; obviamente o filme mencionado.
ResponderEliminarCom distinção ser classe artística é lamentável, lembro que uma vez... lá estava eu, com duas crianças pelas mãos no meio da praça que me pediam sorvete, foram tempos duros. Eu, não. Nem artista o era.
Cláudia Silva Tomazi
Suponho que ainda há a tendência, por parte das instituições estatais e outras, de considerarem o apoio às artes, não como uma espécie de mecenato, mas como uma esmola.
ResponderEliminarEmbora tenha pessoalmente obras publicadas através de municípios, a maior parte delas foi encomendada e, poucas outras, com proposição minha. É assim porque, na questão editorial, nunca tive jeito de bater à porta das editoras ou instituições e autarquias e pedir com chapéu na mão - até porque não uso chapéu.
Relativamente à Virginia Woolf, apenas li o "Orlando", que acorda virado de género e dura uma eternidade. Um livro curioso, com algum humor e característico de uma escritora (também editora) que possuía uma personalidade forte, se bem que amargurada e infeliz. Talvez, devido a isso, tenha enchido os bolsos com pedras e se tenha lançado às águas do Ouse.
O seu rosto apresenta uma candura especial. Faz-me lembrar a beleza das estátuas gregas.
Caros: este ano terei de pagar IRS. Fui aumentada como funcionária pública para a luxuosa quantia de € 1350,00, o que me fez subir de escalão. É o magnífico excedente do Centeno. Vale cada vez menos a pena permanecer aqui. Também há filhos que não gostam dos pais. Eu adoro os meus pais mas não suporto este país que não escolhi.
ResponderEliminarPois é... nota que eu só fiz um ligeiro afloramento do tema, na perspectiva do tema que é o apoio aos artistas... e deixei ao inteiro critério de cada um a liberdade de se indignar ( o tal direito de que falava Mário Soares, que gostava de ver comentar o que se vai passando... ) !
ResponderEliminarNão é de todo nem o meu propósito, nem o deste Extraordinário Blog, entrar no comentário político... peço desculpa.
Quanto a ti, meu Expontâneo e Sincero Amigo, um abraço revoltado.
Enfim, se bem que não o tema, porém não querendo hoje ser ainda mais polémico, não gostaria de encerrar a semana, e o mês, sem questionar algo que me vem causando estranheza:
ResponderEliminar- É impressão minha, ou, há desde há uns dias a esta parte umas estranhas, nada habituais, incompreensíveis e misteriosas mensagens nuns, diria que algo herméticos comentários e alusões, que não consigo perceber?
Mais alguém deu por isso, ou é impressão minha?
Só para meu esclarecimento, que me mantenho tranquilo e não me preocupa lá muito. Mera curiosidade perplexa.
Assim sendo, fica a minha saudação e os votos de um Extraordinário fim de semana, com leituras e o que mais vos der prazer e na real gana!
Sem dúvida, saltam à vista de tão estranhas, nada habituais, incompreensíveis e, diria também, apesar de ser conversa da treta, não deixam de ser até misteriosas, contudo, por enquanto indecifráveis, julgo eu.
Eliminar???????????
Partilho a sua perplexidade, António Luiz, não faço ideia a quem se referem nem o que pretendem, mas como não tenho facecoiso nem vejo os "fantásticos programas" que a tv generalista gosta de nos oferecer todas as noites em horário nobre, pensei que devia ser algo importante (ahahahah=sorriso triste).
EliminarDesejar cancros e sida a alguém?
É, no mínimo, triste!
E nem a Rosário nem nós merecemos isto: pois se há por aí tanto blog de fofoquice, escárnio e maldizer...
Bom fds para todos os que vierem por bem; os outros que vão para um sítio que a minha esmerada educação me impede de dizer...
🌻
Maria
Acha? Eu acho que não é triste: é merecido.
EliminarAcha? Mas não é triste. É mesmo o que alguns merecem.
EliminarSays who?
EliminarThe God of the universe?
Okay, then enjoy them dying in pain...
Ah, estimo as suas melhoras!
Maria
Sev, vou apagar o seu comentário porque o considero ofensivo e racista. Já é a segunda vez, creio, que apago um comentário seu. Peço que se modere se quiser continuar a comentar.
ResponderEliminarCara Maria do Rosário com todo o respeito, mas não o considero racista pirque são apenas verdades e factos acontecidos tal e qual como os descrevo. Obviamente que aceito sem qualquer mágoa a sua intenção até porque admito que esteja fora do que deve ser o tema deste extraordinário blogue: os livros.
EliminarObrigado
Cara Maria do Rosário com todo o respeito, mas não o considero racista pirque são apenas verdades e factos acontecidos tal e qual como os descrevo. Obviamente que aceito sem qualquer mágoa a sua intenção até porque admito que esteja fora do que deve ser o tema deste extraordinário blogue: os livros.
ResponderEliminarObrigado
Muito bem Severino, és um gajo com coluna vertebral e nunca nos fica mal, pedir desculpa ao dono da casa!
EliminarCreio que a Nossa Extraordinária Anfitriã tem razão, pois se desatamos a comentar "política" (mesmo que seja verdade) isto fica desvirtuado daquilo porque aqui vimos!
Pela minha parte reitero o pedido de desculpas, pois considero-me responsável... fui eu que dei o mote.
Se entender apagar o meu comentário, Caríssima Anfitriã, não tenho nada a dizer e não ser renovar o meu pedido de desculpas, e, ao Severino por ter puxado por ele.
Um grande abraço cá da Cidade Morena!
Muito bem Severino, és um gajo com coluna vertebral e nunca nos fica mal, pedir desculpa ao dono da casa!
ResponderEliminarCreio que a Nossa Extraordinária Anfitriã tem razão, pois se desatamos a comentar "política" (mesmo que seja verdade) isto fica desvirtuado daquilo porque aqui vimos!
Pela minha parte reitero o pedido de desculpas, pois considero-me responsável... fui eu que dei o mote.
Se entender apagar o meu comentário, Caríssima Anfitriã, não tenho nada a dizer e não ser renovar o meu pedido de desculpas, e, ao Severino por ter puxado por ele.
Um grande abraço cá da Cidade Morena!
É pena que alguns queiram desvirtuar um blog virado para a cultura,nomeadamente livros,mas onde também se discutem outros assuntos,e fazer dele uma arma de arremesso,um veículo de maledicência e sobretudo uma forma violenta de comentar as opiniões de terceiros.Por favor vejam o que se passa neste país e em todo o mundo e elevem o corpo e o espírito para um nível que a cultura nos faculta e nos faz sentir superiores!!
ResponderEliminarOh, o senhor coasters é tão ingenuo! Então ele acha que este silêncio da pandemia significa qualquer outra coisa que não uma temporária retirada estratégica para algo que está a ser preparado em segredo? Hein?
EliminarEm segredo não, pelos vistos v. sabe tudo! Mas, tal como aqueles putos birrentos da escola, não nos vai dizer nada, né?
EliminarOh miséria, oh infortúnio, vou passar o fds inteiro a pensar em si! 🤔
Sabe uma coisa Mister ? cada vez penso mais que o melhor de Portugal não são as pessoas, definitivamente NÃO SÃO!!!
O velho execrável perdeu ontem na América: e eu estou a preparar uma bela surpresa a este pequeníssimo país e seu PM receoso da pandemia...🙃
Eliminar* À Administração do Horas Extraordinárias * - A propósito de "recomendar livros" a alguém, para leitura, nos tempos livres. Parece-me um tema pertinente e de grande importância, pelo que sugiro à administração deste Blog que, numa próxima oportunidade publique um post do género: "Recomendar livros para leitura, nos tempos livres: sim ou não ? acompanhado de um pequeno texto de apresentação do tema. Gostaria muito de debater este ponto, por pensar que tenho algo a dizer a respeito e também porque me move a vontade de me aprender e me esclarecer. Muita saúde e melhores cumprts, fl
ResponderEliminarDentro de um ano, o PR e o PM estarão demasiado ocupados a responder a questões de jornalistas internacionais para poderem candidatar-se a novos mandatos. A sucessão ocorrerá muito antes do previsto. A sorte não protegerá Portugal porque não existe sorte: existe trabalho duro e existe Deus. E Deus odeia monstros.
ResponderEliminarFarei do Sandes uma figura de renome internacional!...
ResponderEliminarÉ um risco enorme que apareçam os fantasmas inventados pelo único presidente português que só fará um mandato.
ResponderEliminarMrs. Dalloway é um dos livros que já está na minha mesa de cabeceira para ler...confesso que nunca li nada da Virgínia Woolf, apenas vi o filme As Horas...
ResponderEliminarAcha que começo bem?
Beijinhos,
Maria João Arbués