30 anos
Ignorando as provocações anónimas (já que nem quando ponho a palavra «risos» entre parênteses são capazes de perceber quando estou a brincar), queria dizer-vos que me senti muito orgulhosa de o meu mais jovem autor, Afonso Reis Cabral, ter sido convidado para dirigir um Especial do jornal Público, no dia em que este diário completou 30 anos e foi oferecido aos leitores. E chamo a atenção de todos os Extraordinários para este caderno, pois nele têm voz os de 30 anos, claro, mas também muitos que hoje têm mais do dobro. É muito importante este «Veja as diferenças» e, no caso da literatura, que é o que aqui nos reúne, louvo os magníficos textos de Mário Cláudio e Ana Bárbara Pedrosa. Posto isto, queria também partilhar convosco os livros escolhidos anualmente pelo jornal Público nos últimos 30 anos, outra ideia de Afonso Reis Cabral para o aniversário, que a jornalista Isabel Coutinho suou para encontrar nos suplementos «Leituras», «Milfolhas» e «Ípsilon». Tem graça olhar para trás. Até amanhã e divirtam-se com o seguinte link:
Escapara-me completamente porque já só mantenho ligação ao Público em dois dias: 6a feira para ler António Guerreiro, domingo para ler Álvaro Domingues.
ResponderEliminarPara variar não consigo abrir… pedem-me tanta coisa e é tão complicado, que não uso nada destes serviços online dos jornais! Façam coisas a que todos acedam , sobretudo os neandertais e aqueles que ainda são do tempo do petróleo! Não se lembram de mim? Pois o meu dinheiro não vêem! Não compro os vossos jornais e menos os serviços!
ResponderEliminarVão para o raio que os partam!
Só complicam, e hão-de falir e fechar todos! Pronto!
Quanto à notícia em si, o Afonso pode muito bem ser o exemplo da sua geração!
Votos de sucesso, quanto ao jornal, repito: não compro, não comprarei e não quero saber!
Saudações pré-digitais e tintureiras cá da Cidade Morena!
Ó Paxeco clicka lá mais uma vez, porque vale a pena e a nossa anfitriã merece o nosso empenho.
EliminarÀ MRP agradeço o seu trabalho em continuar a manter este blog diariamente, porque é obra!
Sempre excelente!
Ó MRP pessoas para mandar abaixo há-as em todo o lado (até eu às vezes tenho esse incompreensível defeito), agora fazerem qualquer coisa que se veja, alto aí e pára o balho...