Mulherzinhas
Está aí o filme Mulherzinhas e tenho a certeza de que vai ser pretexto para reeditar o romance de Louisa May Alcott, bem como para o reler e dar a ler. Lembro-me ainda muito bem das quatro mulherzinhas (Meg, Jo, Beth e Amy, sobretudo da Jo, claro), e lembro-me também da adaptação cinematográfica de George Cukor (penso que há outra ainda mais antiga mas acho que não vi), com um tipo de representação bastante teatral a acompanhar o dramatismo de certas cenas, em que brilhava uma ainda jovem Katherine Hepburn. Não sei se o novo filme será mais a pensar nos jovens ou pode ainda interessar a uma adulta como eu; mas quero ir vê-lo para descobrir as diferenças e, ao mesmo tempo, para me recordar do que senti quando conheci aquelas personagens; será, enfim, como revisitar o passado e ver até que ponto ainda lá estão as marcas que o livro sulcou. E um dos motivos que a isso me levam é também a história linda que li no blogue de uma poetisa valenciana, Lola Mascarell, que conheci num festival de poesia em Espanha e dá um testemunho maravilhoso da sua experiência. Deixo-vos o link, porque eu não diria melhor.
Não li o livro, mas vi todas as adaptações cinematográficas até hoje e quero ver também esta.
ResponderEliminarLi o livro, há muitíssimos anos… ainda existe lá em casa a edição da Biblioteca das Raparigas, e fui levado a lê-lo pela curiosidade juvenil despertada por uma versão cinematográfica que vi numa "Tarde de Cinema" , suponho que aquela que se refere.
ResponderEliminarCreio que será sempre um clássico, da literatura como do cinema e diria que andam de mãos dadas, ainda bem, acrescento!
Um clássico é-o pelas mais diversas razões mas suponho que a primordial será a sua capacidade de encantar por gerações. E livros, ou filmes, como este são mesmo um encanto!
Saudações encantadas cá da Cidade Morena!
Bom dia. Vão ver o filme, o argumento é brilhante, e dificilmente poderia haver melhor adaptação (moderna, nada académica) do que este filme de Greta Gerwig.
ResponderEliminarBiblioteca das Raparigas, bah, não vou ler isso. Deve ter sido a justificação que arranjei para não o ler quando era jovem.
ResponderEliminarLi o livro em inglês suponho que no antigo 4º ou 5º ano, hoje 8º ou 9º. A professora foi taxativa, tínhamos de lê-lo. Gostei imenso. Vi uma adaptação ao cinema e conto ver a deste ano só para recordar. É um clássico. Mas não me apetece reler o livro.
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