O meu desejo era começar o ano com um comentário sobre livros e literatura. Deparo com esta dolorosa passagem referida pela MRP, o que me leva a comentar para lhe desejar rápidas melhoras. A otite média aguda, ou OMA, é uma ocorrência muito dolorosa, geralmente sequela de uma constipação, que exige tratamentos com analgésicos e/ou anti-inflamatórios, pelo que renovo os desejos de que sejam eficazes os cuidados médicos e farmacêuticos para a recuperação completa e breve da Rosário. Tudo corra pelo melhor, Rosário. E até muito breve.
Torço que a recuperação seja rápida e não sofra muito com as dores, Maria do Rosário. Foi extremamente atencioso da sua parte ter vindo ao blog apesar de doente. Até breve e melhoras rápidas!
Os meus desejos de melhoras rápidas, Rosário. E nem falo pelo blogue, mas porque sei bem o que é ter uma otite nas férias de Natal. Não tem graça mesmo nenhuma.
Já viajei por várias partes do mundo, mas, sei lá porquê, embora tenha ido à Alemanha mais de vinte vezes (a Feira do Livro de Frankfurt era obrigatória no tempo em que eu fazia sobretudo livros estrangeiros), nunca visitei Berlim. Se fosse romancista, candidatava-me a uma residência literária nessa cidade, a 11.ª destinada a autores portugueses com obra publicada, promovida pela Embaixada de Portugal e pelo Centro Cultural Português do Instituto Camões em Berlim desde o tempo em que Ana Patrícia Severino, que replicou a residência também em Madrid, era responsável cultural na Embaixada e fundou a iniciativa. Em edições anteriores, muitos autores contemporâneos beneficiaram desta bolsa, como Patrícia Portela (2016), Rui Cardoso Martins (2017), Isabela Figueiredo (2018), Miguel Cardoso (2019), Afonso Cruz (2020), Judite Canha Fernandes (2021), Claudia Galhós (2022), Jacinto Lucas Pires (2023), Francisco Sousa Lobo (2024) e Margarida Vale de Gato (2025). Se está interessado, não se atra...
É curioso, mas eu, que leio pouca literatura africana, passei a semana passada a ler dois livros moçambicanos. Um deles era trabalho (e extenso) e deixo a divulgação para quando estiver mais perto da publicação, porque é uma pedrada no charco e vale mesmo a pena que lhe prestem a atenção na altura certa. O outro (ainda não o terminei) é de um jovem chamado Eduardo Quive e foi recentemente apresentado em Lisboa pela romancista e também comentadora Ana Bárbara Pedrosa, com quem troca cartas-crónicas, entre Lisboa e Maputo, no jornal digital A Mensagem de Lisboa. O romance começa com uma tentativa de suicídio, mas não se assustem, porque o choque é sobretudo perceber como quem salta da janela fica vivo e como quem assiste e sabe o que aconteceu fica culpado por não ter evitado o pulo: o narrador, Eurípedes, que está a contar-nos a história ao mesmo tempo que a narra à sua terapeuta; e a irmã mais velha, Anchia, a artista muito aplaudida, que padece de uma condição rara, é albina, o...
No mais recente romance de Rodrigo Guedes de Carvalho, O Meu Primeiro Apocalipse , cujo enredo decorre cerca de 2066 (não é um futuro tão longínquo como possa parecer), os céus já têm mais drones do que pássaros, e duas mulheres – uma delas curiosamente jornalista e escritora – querem resgatar a importância da leitura para tentar salvar o mundo. Penso que o assunto, sobretudo tratado por um jornalista, um homem que lida com informação e deve saber de notícias falsas e manipuladas como poucos, deveria ter gerado mais interesse dos nossos jornais, até porque se sabe que o QI tem vindo a baixar desde o princípio do século e que a culpa é sobretudo da falta de linguagem e consequente incapacidade de construir ideias e argumentos, resultado, claro, da falta de leitura. Mas não. Infelizmente, em vez de pegarem nesta questão, que foi falada num debate durante a feira do livro de Évora, por ocasião do Comboio Literário, os blogues, revistas e jornais referem a resposta do escritor à pergunta s...
Isso é doloroso!
ResponderEliminarAs melhoras!!!!
Oh, preferia mil vezes que se tivesse esquecido de nós...
ResponderEliminarBeijinho e rápidas melhoras.
🌹
Maria
Desejo-lhe rápidas melhoras e um breve regresso ao Blogue.
ResponderEliminarUm abraço do
José Couto
Porto
O meu desejo era começar o ano com um comentário sobre livros e literatura. Deparo com esta dolorosa passagem referida pela MRP, o que me leva a comentar para lhe desejar rápidas melhoras.
ResponderEliminarA otite média aguda, ou OMA, é uma ocorrência muito dolorosa, geralmente sequela de uma constipação, que exige tratamentos com analgésicos e/ou anti-inflamatórios, pelo que renovo os desejos de que sejam eficazes os cuidados médicos e farmacêuticos para a recuperação completa e breve da Rosário.
Tudo corra pelo melhor, Rosário. E até muito breve.
Que o sofrimento não seja muito. E rápidas melhoras.
ResponderEliminarBoas e rápidas melhoras.
ResponderEliminarTorço que a recuperação seja rápida e não sofra muito com as dores, Maria do Rosário.
ResponderEliminarFoi extremamente atencioso da sua parte ter vindo ao blog apesar de doente.
Até breve e melhoras rápidas!
Patricia
Rápidas melhoras para poder desfrutar do novo ano em pleno!
ResponderEliminarBjs
Um rosário de lágrimas e sofrimento. Rápidas melhoras!
ResponderEliminarVotos de rápidas melhoras.
ResponderEliminarSaudações ribatejanas.
Desculpem-me.. a mensagem saiu sem que tivesse tido a oportunidade de me identificar. O meu nome é Fernando Santos.
ResponderEliminarPrezada MRP,
ResponderEliminarDesejo-lhe as melhoras rápidas e que tudo lhe acabe por correr bem.
Um amplexo,
Fábio Banza Guerreiro.
Os meus desejos de melhoras rápidas, Rosário. E nem falo pelo blogue, mas porque sei bem o que é ter uma otite nas férias de Natal. Não tem graça mesmo nenhuma.
ResponderEliminarQue passe depressa! As melhoras!
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