Crónica e ensino
Hoje é dia de crónica, e aqui vai o link:
https://www.dn.pt/edicao-do-dia/28-dez-2019/uma-banana-para-cambridge-11639060.html
Uma reflexão para o fim-de-semana... Li num jornal que uma grande percentagem de professores no activo se reformará nos próximos anos. Ora, estando os cursos vocacionados para o ensino às moscas ou tendo até, em alguns casos, desaparecido das universidades por falta de alunos interessados, como se fará face a esse vazio? Não terá sido prematuro dizer que havia professores a mais?
Professores a mais?
ResponderEliminarComo se isso fosse possível...
Vergonhoso, o que os governos de Costa fizeram e fazem com os professores. Pagar-se-á bem caro.
Concordo plenamente Maria do Rosário! Oriunda das artes também eu fico perplexa quando vários "entendidos", de nariz espetado nas "obras excepcionais de arte", as elogiam até ao infinito e os demais não-entendidos também batem palmas, e eu penso (por vezes em voz alta) se estarei doida ou se me tornei numa tremenda "bota de elástico"!
ResponderEliminarQuanto aos professores, pesa-me na alma a forma como têm sido tão maltratados - pelos pais (felizmente não são todos) que não lhes reconhece a dedicação e altruísmo, relegando-lhes o seu papel de educadores, seguidamente pelos governos com políticas experimentadoras e teorias vindas sei lá de onde...enfim, o estado da educação e cultura revela bem como um país está orientado no seu caminho.
Bom fim-de-semana!
Nos dias que correm, qualquer banana é artista, seja em que tipo de arte for, pelo que presumo que este da banana levar-me-á a considerar outro título: um "banana" em Cambridge.
ResponderEliminarConcordo que há uma proliferação de artistas, principalmente na escrita, pois têm todo o direito de publicar. Alguns, na minha opinião (e, se calha, também há quem assim me considere) são autênticos "bananas" escritores, havendo mesmo cachos deles, ainda por cima bem verdes e intragáveis.
É por isso que os editores - e a Maria do Rosário, naturalmente - quando recebem esta fruta em forma de originais, muitas vezes nem necessitam descascar a "banana" toda: ou por estar verde como as camisolas de Alvalade; ou por estar madura e malhada, como certos ditadores. De qualquer forma, tarefa facilitada - é só encestar no recipiente da reciclagem o dito produto, para bem dos leitores.