Crónica e livros de Natal
Hoje é dia de crónica. Ela aqui vai:
https://www.dn.pt/edicao-do-dia/16-nov-2019/ler-eou-escrever-11518084.html
Para quem quiser oferecer livros no Natal, haverá uma Festa do Livro que começa já no dia 3 de Dezembro e vai até dia 24, todos os dias das 10h00 às 20h00, em Oeiras. Irá decorrer no Centro Comercial Galerias Alto da Barra (ao lado da NATO) e será organizada pela BooksLive by BL Livreiros. A Livraria irá contar com milhares de livros e também com uma oferta cultural variada, com horas do conto e sessões de autógrafos. A não perder.
Gostei da crónica. Parabéns! 😊
ResponderEliminarUma cronica brutal, e infelizmente real. Eles existem, mesmo que custe a acreditar. Escrever sem ler? Como?
ResponderEliminarGostei muito de ler a crónica, penso que retrata bem a alma lusa: temos a mania que somos os melhores do mundo. E embora nos mostremos muito humildes, não gostamos de ser contrariados na nossa vaidade
ResponderEliminarObviamente que há excepções, muitas, felizmente :)
E ser editor não é fácil, embora haja por aqui muito comentador que pensa o contrário.
Bom fds e boas leituras!
Ah e comprem muitos livros nos saldos
🐝
Maria
Extraordinária dica! E útil… lá irei à procura de livros para presentear, e para mim mesmo, é claro!
ResponderEliminarÉ lamentável que não gostem de ler e queiram escrever. É que não serão lidos pelos que não gostam de ler e serão lidos e rejeitados pelos que gostam de ler. Que fazer então à compulsão? Escrever e guardar na gaveta. Um dia gostarão de ler, rebuscam na gaveta e re-escrevem. Dobram o prazer e quem sabe, talvez então valha a pena lê-los.
ResponderEliminarGostei muito da crónica!
ResponderEliminarMuitíssimo, tocou-me profundamente pois é uma lição de humildade e daquelas que nos faz pensar em nós mesmos, que incorremos tanto nos mesmos vícios quanto nesses comportamentos que tanto criticamos aos demais, sem olharmos a nós mesmos.
Nos idos de 80, eu fui um desses corsários que navegaram pelas águas do ensino por duas razões: primeiro, porque havia falta de empregos para jovens universitários! Segundo, porque havia de facto muita falta de professores. Foi a saída e uma solução, ainda que má, mas foi o que havia na época… eu miniconcursista me assumo e confesso.
O comportamento da candidata a escritora é mais grave, pelo seu óbvio convencimento, e a carapuça serve-me inteiramente, de modo prevê tivo e para não ser assim, creio que não sou… um livro é como um filho, e, quem o feio ama, bonito lhe parece! Diz o adágio.
Quanto à jovem… faz-me entristecer! Como imaginar que pode gostar-se de escrever sem gostar de ler? Para mim a leitura é indissolúvel da escrita e vice-versa, e, não vejo como as separar. É como gostar de falar e não gostar de ouvir … então fala ou escreve sobre o quê? É por isso que há quem fale para si mesmo e também, escreva para si mesmo!
Suponho que no dia em que se entende isso e se faz a separação, e, começa a escrever para os outros, então temos escritor…
Estarei certo?
Deixo a questão aos Extraordinários que como eu gostam da leitura, eventualmente de escrever, mas basicamente somos amantes dos livros!
Saudações escritas , cá da Cidade Morena!
Hum… preventivo! Como raio é que foi aparecer ali aquele aborto?
EliminarMais uma excelente crónica!
ResponderEliminarEntretanto, o concerto dos Metallica, no Meo Arena, para Outubro de 2025 já está esgotado...
Já ganhei o dia ao ler esta crónica! E também o comentário assumido de António Luiz Pacheco.
ResponderEliminarPela frontalidade com que uma professora fala depreciativamente de outra face a um caso concreto e pela coragem desconcertante em como critica outras colegas de profissão, já dou o dia por bem empregue. Fico com o pressentimento que a corporação dirá que não é eticamente correcto, o próprio Mário Nogueira terá vontade de a riscar da classe.
Fosse esta crónica escrita por mim e o mundo caia-me em cima, assim… E eu também aplaudo, mas de pé.
Joaquim Ramos
PS: Nada me move contra os professores, sempre disse que os há bons e maus. Eu próprio sou o resultado dessa coexistência.
Tenho para mim, no entanto, que o problema maior no ensino está até no ensino Universitário. É lamentável o estado a que este chegou em algumas universidades, com uma cada vez maior mercantilização do ensino superior; e, com uma classe envelhecida e pedagogicamente muitos furos abaixo dos professores do ensino básico e secundário. Ao nível dos Doutoramentos, então, o cercear da liberdade e da criatividade, o sequestro dos conteúdos reporta ao "ancien regime". Claro que, como sempre, salvaguardadas boas e muitas excepções... ou será exceções?!
ResponderEliminarBom fds com alegria
ResponderEliminarAgradeço o gentil convite.
Felizmente tenho as peredes bem recheadas. Um consolo.
E ainda ando de volta das Screwtape Letters. Um mimo. Obrigado Valério Romão.
Boas leituras
cp