Jorge e Josélia
A organização de um festival internacional como o Folio, em Óbidos, tem várias vantagens que ultrapassam as sessões in loco; e uma delas é o facto de muitos autores estrangeiros visitarem Portugal e poderem dar entrevistas e fazer sessões sobre a sua obra e a sua carreira. Este ano esteviveram cá escritores de todas as latitudes e, como referi na semana passada, também vários autores do país-irmão. Aos que referi na semana passada, junto agora a bahiana Josélia Aguiar, que foi durante dois anos a curadora da famosíssima FLIP (Festa Internacional do Livro de Paraty) e é, entre outras coisas, jornalista (correspondente da Folha de S. Paulo em Londres), sendo atualmente directora da Biblioteca Mário de Andrade. Mas a razão por que cá está é tão simplesmente o facto de ser a autora de uma biografia de Jorge Amado que Itamar Vieira Júnior (o mais recente vencedor do Prémio LeYa) teve a linda ideia de me oferecer quando esteve em Portugal (obrigada!) e que a D. Quixote publicou em Portugal neste Verão. José Carlos de Vasconcelos, que conheceu e privou com o escritor Jorge Amado, vai conversar com Josélia Aguiar amanhã na Fundação José Saramago. O moderador é Ricardo Viel. Apareça!

Ora aí está, uma bibliografia que não vou perder!
ResponderEliminarE, melhor ainda, já tenho presente de Natal para a minha irmã e sobrinha mais velhas!!!!
Jorge Amado é um nome incontornável da Escrita Mundial, um dos meus escritores preferidos com uma vida rica e muitíssimo interessante!
Reassumo o interesse em conhecer a vida dos meus escritores de escol, pelo que a biografia é muito bem vinda.
Saudações tropicais cá da Cidade Morena!
Creio que do Jorge Amado li apenas "Os subterrâneos da liberdade" (em 3 vols.), Jubiabá e "Os Capitães da Areia" e de ter gostado de todos.
ResponderEliminarParece-me muito interessante esta biografia.
Não poderei contudo assistir à conversa na Fundação José Saramago. De qualquer modo obrigado pelo convite.
Gosto de Jorge Amado. O primeiro que li foi Jubiabá. Acabei agora a biografia. Não fazia ideia do seu profundo compromisso com o PCB do Prestes. Vou lá estar na casa dos Bicos.
ResponderEliminarDemorou em fazer valer uma biografia de peso, e eu particularmente gostei do punho feminino dado a natureza, ali inflamada o (imerso) Brasil literário a obra. Viceral que bem o retratou/consagrou nosso Jorge Amado.
ResponderEliminarCláudia da Silva Tomazi
Lisboa anda irrequieta nestas coisas da cultura. Ainda bem. E logo eu que admiro José Carlos de Vasconcelos e Jorge Amado e que provavelmente ficava a gostar de Josélia. Há sempre a hipótese de ler o livro e não se perde tudo. Obrigada, Rosário.
ResponderEliminarIrrequieta… ou desassossegada? Eheheh!
Eliminarposta no desassossego:)
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