Crónica e humor
Hoje é dia de partilhar a crónica (que, no caso, foi publicada em 21 de Setembro) e, portanto, aqui vai o link:
https://www.dn.pt/edicao-do-dia/21-set-2019/velharias-11320765.html
Já em contagem decrescente para o fim-de-semana, um recorte de um jornal inglês absolutamente hilariante, sobre a maluquice dos tempos que atravessamos. Vale a pena ler:

Tenho a sensação de já ter lido essa crónica das vacinas, mas agora estou sem tempo para ir confirmar.
ResponderEliminarQuanto à hilariante história da missing woman, fez-me lembrar aqueles deliciosos filmes dos Irmãos Marx
⚘
Maria
Tem razão, enganei-me. Vou por a correcta.
EliminarSim, a crónica foi publicada no poste de 20 de Setembro.
ResponderEliminarJá a missing woman encontramo-la pela 1a vez😀
Hilariante de facto a história da "missing woman" e se bem conheço os turistas britânicos, já deveria ter havido muita cervejola entretanto… valentes! Ahahahah! Digno de uma cena dos impagáveis Marx Bro.como foi mui judiciosamente referido, ou mais modernamente do Kusturica, eheheh!
ResponderEliminarQuanto à ligação à crónica, esta menos risível, é bem observada.
Eu, infelizmente, nestes últimos anos (karma?) lido muito com comunidades de pessoas carentes de tudo o que se possa imaginar e mesmo as mais básicas.
Atinge-me, sensibiliza-me para lá do que na minha vida anterior, no meio do conforto e da abundância, alguma vez podia imaginar quando via estas coisas nos documentários.
Nasci no campo, em tempos duros, se bem que no Bairro Ribatejano não se passasse fome, mas havia miséria. Com o tempo isso foi-se atenuando. Quando comecei a participar mais activamente em programas de desenvolvimento cinegético em Moçambique e depois os 55 anos vim com carácter definitivo para África, tendo percorrido quase todas as províncias de Angola e participando em projectos agrícolas, pecuários, de apicultura, florestais e na pesca, retornei assim ao contacto com a carência extrema dos que nada têm daquilo que nós os desenvolvidos achamos imprescindível, mesmo para aquém dos mínimos!
A saúde então… nem se fala.
Nem sabem o quanto me afecta depois ler ou ouvir coisas como "tornar-se vegan", ser fanático das alterações climáticas ou do ambientalismo extremo, ser animalista, ser contra as vacinas, fazer greve às aulas pelos clima… etc. Tudo coisas próprias de quem vive na abundância e fruto disso. De quem tem assistência médica, segurança social, educação, o frigorífico bem-abastecido e o supermercado à mão, vive em segurança ! Os que têm tudo, querem outras coisas que acham importantes, mas esquecem dos milhões que não têm nada daquelas coisas, muitas das quais nem entendem o conceito.
O pior é que pouco podemos fazer… o que é angustiante. No mínimo ser agradecido pelo que se tem!
Mas, sabendo que morreu uma criança sobrinha da minha empregada, por falta de vacina contra o sarampo, e, ouvindo alguém dizer que não vacina os filhos por ideologia, dá-me vontade de lhe pregar um estalo!
Enfim. Votos de um bom fim de semana, votem todos e em consciência, é o que estimo.
Saudações eleitorais cá da Cidade Morena!
Boa tarde com alegria.
ResponderEliminarCaros Extraordinários,
Olhem a história da senhora perdida pelo lado filosófico.
Quantos não andam à procura de si próprios?
Ela limitou-se a ser um pouco mais literal nessa demanda, daí o lado picaresco da coisa.
Espero que se encontrem todos, este domingo, nas urnas.
Boas leituras, eleições e fds
cp
Os que andam à procura de si próprios, devem então começar por mudar de roupa?
EliminarAhahah!
Uma boa proposta, essa… não foi o que fez S. Francisco de Assis que se despojou das suas vestes mundanas?
Abraço alegremente enviado cá desta terra onde apesar de tudo, a alegria sente-se no ar!
Hillarious!!!!! :)
ResponderEliminarUm dia escrevo um livro com pérolas destas da vida real de prof. da faculdade e turista semi-profissional :)
Fico à espera!!!!
EliminarIsso é tema que promete!
Ahahah! Bom fim-de-semana!
Por (menos) se lhe sobraram as sandálias de um tal, filósofo. A história tem sua graça, até nas tirinhas.
ResponderEliminarAh, eu CST
EliminarAndar à procura de si mesmo é coisa muito bem vista e reflexiva; encontrar-se uma pessoa consigo mesma, continua a ser do mais exemplar, ainda que possa não se encontrar grande coisa e fique a gente no arrependimento de ter procurado, a ignorância não é sempre maldita. Isto para uma busca psicológica, filosófica. Ou assim. Mas procurar-se a si mesmo fisicamente, não se reconhecer nem ser reconhecida só por ter mudado de roupa...é hilariante. Obrigada pela história, Rosário, já me fartei de rir.
ResponderEliminarQuanto à crónica. É isso, há gente maluca e a precisar internamento ou pelo menos prisão. Multa. Qualquer coisa. É crime sujeitar crianças a tais perigos.