Três painéis

Hoje vou a caminho do Porto para o lançamento de um romance de um escritor que pertence à mesma família romanesca de Camilo e Agustina (que, de resto, admira profundamente). Trata-se de Tríptico da Salvação, de Mário Cláudio, sobre a encomenda de uma pintura religiosa com três painéis (a Crucificação, a Deposição e a Ressurreição de Cristo) ao pintor Lucas Cranach. Porém, para desconcerto do católico que faz a encomenda do quadro, é visita regular do estúdio do pintor o controverso Martinho Lutero... É também por esta circunstância que hoje temos a apresentar o romance, um professor da Universidade Católica e um bispo protestante. Vamos assistir com gosto. Se estiver por perto, apareça.


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Comentários

  1. Como camiliano que sou, do Mário Cláudio só li Camilo Broca sobre os antecedentes familiares de Camilo Castelo Branco. Infelizmente não resido no Porto pelo que vou perder a apresentação do livro que será interessante pelo confronto de opiniões.Resta-me ler o livro numa próxima oportunidade.

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  2. António Luiz Pacheco17 de julho de 2019 às 02:10

    Pois e eu estou a caminho de Lisboa… saí cedinho de Benguela por via aérea e já estou tranquilamente no aeroporto de Luanda a aguardar embarque!
    Boa viagem e bom lançamento, sou também leitor de Mário Cláudio e já me chamaram Camiliano, imagine-se! A mim, a traça dos livros. Isto sem comparações, é claro!

    Saudações caluandas!

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    Respostas
    1. Ainda só li parte, já que meteu-se pelo meio "A história vivida da secessão", agora que para o ano resolvi mais uma vez iniciar uma nova aventura, agora na História, e já tenho tese "a galope".
      Indubitavelmente um excelente escritor o Mário Cláudio.
      Bom regresso, António, a esta pátria que tão mal trata os seus e que os obriga a enriquecer outras paragens.

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    2. António Luiz Pacheco18 de julho de 2019 às 01:39

      Obrigado Pedro: o que nos vale é que também nos enriquecemos com a nossa diáspora, também, será a lei das compensações.
      Grande abraço, já cá do Bairro Ribatejano!

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  3. Há-de ser coisa interessante. Mário Cláudio é um bom escritor. Mas nem sempre do longe se faz perto.

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