Crónica e Cesariny

Hoje é dia de crónica. O link aqui vai:


https://www.dn.pt/edicao-do-dia/15-jun-2019/interior/caes-como-nos-11009502.html


As biografias estão na moda, como o prova uma colecção da Contraponto, para a qual foram convidados jovens autores de nomeada como Bruno Vieira Amaral, Filipa Martins ou Isabel Rio Novo. Além desses trabalhos, uns concluídos, outros em progresso, espero com curiosidade uma biografia de Cesariny pela mão de António Cândido Franco, na Quetzal, intitulada O Triângulo Mágico.

Comentários

  1. Bom dia com alegria, batidos e latidos

    "My own view is that this planet is used as a penal colony, lunatic asylum and dumping ground by a superior civilisation, to get rid of the undesirable and unfit. I can't prove it, but you can't disprove it either."

    Christopher Hitchens

    Votos de boas férias e melhores leituras
    cp

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    1. António Luiz Pacheco28 de junho de 2019 às 08:00

      Ahahahah!

      Bom fim de semana! Com alegria, claro...

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    2. Adenda: https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/122728684/details/maximized

      Estabelece as regras de identificação dos animais de companhia, criando o Sistema de Informação de Animais de Companhia

      Qualquer dia vou à casa de banho obrar e o Ministério do Ambiente é avisado em tempo real...

      Votos de boas férias e melhores leituras
      cp

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  2. O afeto é um bem escasso, as pessoas que o dão aos cães não o teem para dar às outras pessoas.
    Não gosto de biografias. Em literatura aceito de bom grado inverosimilhanças, inverdades e até mentiras. Mas um biografado que não tem defeitos, onde os atos vergonhosos foram expurgados não, isso não.

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    1. António Luiz Pacheco28 de junho de 2019 às 08:04

      Pois eu gosto muito de biografias… como prova da maior maravilha do nosso pensamento: a diversidade!
      Mas compreendo o que diz!
      As biografias interessam-me pois gosto de conhecer os percursos de algumas pessoas que me despertam o interesse, repito, pelas melhores e piores razões, seja a Madre Tereza, ou o Hitler. Acho que se aprende sempre algo ou explicam coisas…

      Saudações cá da Cidade Morena!

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    2. O afecto pode ser um bem escasso, mas, onde existe, não tem medida. Ou acha que uma mãe de quatro filhos dá menos afecto a cada um do que uma mãe que só tem um?

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  3. A displicência se lhe usam bainhas a dispensam o arregaçar mangas; mesmo arbitrarides ou rabugices requerem mora. A biografia me pouco eleva e se lhe dispenso moral onde me apraz (obviamente) há de se lhe aviar naturalidade.

    Cláudia da Silva Tomazi

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  4. António Luiz Pacheco28 de junho de 2019 às 07:59

    Não sei se estão na moda… bem só se forem as das "celebridades made in TV & revistas cor-de-rosa" , mas gosto muitíssimo de ler biografias de Gente, de pessoas que fizeram algo na verdade, que os destacaram (pelo bem ou pelo mal) sem ser apenas por… por… bom, por sei lá o quê que não compreendo muito bem o conceito mediático actual de celebridade ou famoso!

    Saudações celebradas e famosas cá da Cidade Morena!

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    1. O "urso" Vladimir Putin é celebridade ou famoso?

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  5. António Luiz Pacheco28 de junho de 2019 às 08:06

    Quanto à crónica… direi mesmo mais: Adeus Futuro!!!!

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  6. Pois é, parece-me que há um exagero na forma como hoje se tratam os animais de companhia. É demais.
    Biografias, sinceramente não me recordo de ter lido alguma, a não ser uma, para jovens, quando era gaiata, do Louis Pasteur; e como era bonita e bem feita! Por isso, de outras não posso ajuizar, mas não é das leituras que me cative muito. Autobiografia romanceada, li
    a do Miguel Torga, ou Adolfo Correia da Rocha: "A criação do mundo"; bem bela, por sinal.

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  7. A "Autobiografia" de Thomas Bernhard. Muito bom.

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  8. Autobiografias, gosto, quando são escritas por pessoas com talento. São quase sempre romanceadas e agradam-me por isso mesmo. Li o 1.º volume da autobiografia de Elas Canetti ("A Língua Posta a Salvo") que apreciei imenso. Entretanto saíram os restantes dois volumes, espero lançar-me ao 2.º nestas férias.
    Bom fds.

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  9. "A Lingua Resgatada" é o título da edição mais recente, da Cavalo de Ferro. A edição que li, cerca de dez anos antes, do Campo das Letras, intitulava-se "A Lingua Posta a Salvo".

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