Arte extraordinária
Hoje, que estamos todos a meio gás, vindos de um fim-de-semana de três dias e quiçá de comezainas em família e viagens longas, não estou com grande imaginação para posts; e, como sei que muitos dos leitores deste blogue nem sequer trabalham nesta segunda-feira (no Norte, pelo menos, é costume fazer-se gazeta na segunda de Páscoa), vou então tirar um coelho da cartola e mostrar-vos como alguns dos Extraordinários comentadores das Horas Extraordinárias são, de facto, criativos e generosos. É o caso de Fernando Costa, que já foi assíduo, deixou de o ser e voltou a sê-lo (o que muito me honra) e que há uns tempos me enviou o delicioso desenho que aí abaixo vêem (e um outro parecido). Baseando-se na minha fotografia que aparece junto das crónicas que escrevo para o Diário de Notícias, uma belíssima caricatura minha – que não só me faz mais nova e mais magra como também me põe com ar de estudante, com uma roupa muito semelhante a um traje académico. Obrigada, Fernando Costa. E volte sempre.

Não ficaria mal num livro de finalistas, não senhora, parabéns aos dois. Bela caricatura.
ResponderEliminarMuito gira!
ResponderEliminarO Fernando Costa, que conheci aqui no Horas há muitos anos como jocamartinho, e que "desmascarei" quando reapareceu como Fernando, pelo estilo da escrita (lembra-se Fernando Costa?).
Desconhecia-lhe este talento para a caricatura.
Parabéns!
Bem, parece-me que sou a única por aqui sem qualquer talento especial, a não ser largar umas larachas de quando em vez
Maria
Cara Maria
EliminarDiz-nos que não tem talento, quando recorda justamente que me desmascarou quando eu me escondia sob a máscara de Jocamartinho? Se mais não houvesse, já tem esse talento, possivelmente algum embrião adormecido de escritora de romances policiais ou policiários.
Tenho ainda de a contrariar quando afirma não ter qualquer talento especial, pois consegue comunicar muito bem, com ou sem larachas. Certamente tem em si essa capacidade de comunicar, queira seduzir os seus leitores através dela, pois a criatividade não tem limites, barreiras ou constrangimentos, necessitando apenas da imaginação e liberdade, dois condimentos indispensáveis à melhor receita.
Seduzir os meus leitores, caro Fernando?
EliminarEu não tenho leitores, não tenho sequer um blog, apenas deixo um comentariozito aqui ou ali.
Sou é uma grande leitora
E ainda bem que já curou a gripe com este "Tratamento VIP" da Dra. Maria do Rosário.
⚘
Maria
Muito gostam os(as) portugueses(as) do doutor...
EliminarÉ a tal subserviência que está no ADN de certos(as) tugas...
EliminarO caríssimo professor doutor anónimo sabichão (as minúsculas são propositadas!) enganou-se outra vez.
EliminarAquele Dra. era irónico, seria da médica que passou a receita milagrosa que curou a gripe do Fernando.
Compreende ou quer que faça um desenho?
Já comento aqui há cerca de 7 anos e nunca chamei Dra. à Maria do Rosário, pode insvestigar à vontade.
Penso que é assim que ela quer, ser chamada pelo nome e tratada com respeito.
Aliás, faço sempre isso em todos os blogs que frequento.
Já vi que sou o alvo do mês de Abril e, embora me sinta muito honrada com tal distinção, vou deixar de lhe responder, ok?
Mas não fique triste, não é nada pessoal, simplesmente não me apetece alimentar conversas da treta.
Maria
Ao Anónimo das 13:41 e das 13:43, que será o mesmo, tenho a dizer que respeito as suas opiniões e a sua pessoa, embora não concorde com as primeiras.
EliminarNão vejo mal algum em que alguém seja tratado por Dr., se o é; assim como não descortino pruridos na linguagem que identifica, como padre, o sacerdote. Assim sendo, penso que quem não goste de ouvir ou ler, tape os auriculares, volte a folha se o leu e siga em frente.
Já quanto ao termo Tuga, se pretende que seja depreciativo, aponte alguém que tenha proposto uma acção à Federação Portuguesa de Futebol quando decidiu chamar Tuga 2002 à mascote do mundial.
Sinto que sou Tuga, Portuga ou Tuguês, se me considero cidadão deste País; com mais razão quando li que na sequência genética através dos aminoácidos, há um ADN (o Anónimo também refere o ADN) que é único para os Lusitanos, e que é A25-BIS-DR2 e que tal não existe em mais nenhum povo do mundo, sendo o mais antigo à face da Terra.
Confira, por exemplo, aqui: https://www.vortexmag.net/a25-bis-dr2-o-gene-lusitano-que-so-os-portugueses-possuem/
Ora, se reparar, até no código genético se encontra “DR”! Espero que o (a) Anónimo (a) – ainda com o devido respeito – não se encontre melindrado com tal etiquetagem.
Relativamente a subserviência, queira o comentador Anónimo conferir a sua sequência genética, porque a minha, se não degenerou, será certamente a da maioria dos portugueses, de antes quebrar que torcer, a qual não se revê nesse substantivo.
Comento o comentário porque temos ambos igual oportunidade de aqui nos expressarmos, se bem que um impulso repentino - quiçá do A25 do ADN - me leve a interpretar um argumento sem nenhuma espécie de interesse quanto mais de atenção.
Atacado pelo vírus da gripe ou “influenza”, do género daqueles que penetram no sistema informático para exigirem bitcoins, passei estes últimos dias de “molho”. Obriguei-me a utilizar uma máscara, daquelas que me lembram a dos cirurgiões à volta de uma barriga aberta ou até a dos primos Dalton quando queriam aliviar os bancos; mal podia andar, pois os músculos das pernas queixavam-se que eu tinha percorrido metade da Nacional 2 em bicicleta. Uma tormenta, tal a do marujinho na sua nau Catrineta!
ResponderEliminarHoje abro o computador, ainda com lágrimas nos olhos sem pranto, mais triste que jovial, quando vejo esta homenagem da Maria do Rosário ao meu modestíssimo preito em desenho. Despedi-me dos paracetamol, das acetilcisteínas e das fenilefrinas e de outros arrevesados baptismos laboratoriais – estou curado!
Não é retrato, não é caricatura, está no meio termo entre uma e outra arte. É muito difícil caricaturar a Rosário, pois a caricatura precisa encontrar traços marcantes e desproporcionados no rosto, que permitam o exagero gráfico, e ela não os tem: a Rosário tem um rosto perfeito, bonito.
Digo isto com experiência, pois fui substituir, num semanário político lisboeta, o cartunista Augusto Cid, que acabara de sair dele para outro hebdomadário. Acabei por ficar lá seis anos, à volta dos cartunes e das situações sociais e políticas que os proporcionaram.
Esta foi a forma que achei para homenagear quem nos traz diariamente tão elevado contributo nestas Horas Extraordinárias. Fá-lo com constância, liberdade, oportunidade, informação, sem polémicas estéreis, literariamente perfeito, estribado no rigor literário e tudo o mais que faz deste blog o mais presente e interessante do seu género, que tem a particularidade de “viciar” (no bom sentido) todos os seus leitores.
Ora, se alguém tem de agradecer, sou eu.
Ena, tantos elogios! Que bom para começar a semana. Obrigadíssima!
EliminarQue talento!
ResponderEliminarEspectacular!
Parabéns ao Fernando Costa e obrigado à Maria do Rosário por nos proporcionar diariamente estes momentos de convívio tão salutar e rico e, ao mesmo tempo, permitir-nos conhecer pessoas tão interessantes.
Faço minhas as palavras do ASeve.
ResponderEliminarCândida
Faço minhas as palavras da Cândida!
ResponderEliminarEheheheh!
Gostei do desenho do nosso comparsa… aliás parece não ser o único com jeito para esta outra arte!
Creio aliás que de um ou outro modo, muitos dos Extraordinários revelam alguma "arte" seja ela qual for, mais não seja a de comentarem, o que é de destacar pois também cumpre uma finalidade que é dar vida a este espaço de luz!
Pela minha parte, já fechei a manhã de trabalho que começou cedo! Ontem cheguei mais tarde do que planeara, mas por uma boa causa, isto é a praia estava tão apetecível que resolvemos deixar-nos estar a "chupar" umas cervejas na água, o almoço foi tarde e só saí pelas 5.30. Por razões religiosas - o meu carro não dá boleias ao Domingo tal como o barco dele não sai ao Sábado -, recusei boleia ao detestável Catanha que teve de vir empoleirado nas "malas" de peixe seco na carrinha do Claude, ao pó e ao vento, ao pé da Daniela (a cadela drathaar) mas ainda tive de trazer a D. Balbina (a cozinheira do Claude e da Martinha, que também levara para lá…) a qual resolveu comprar peixe seco para fazer o seu negóciosito. Ir levá-la a casa, no "quatro", um bairro perigoso, àquela hora, nem pensar, por isso fui deixá-la onde pudesse apanhar transporte para casa, depois ainda andei a distribuir duas amigas da Martinha que também foram connosco. Cheguei a casa eram 21.30 e já não me apeteceu fazer nada a não ser tomar banho e ir dormir, depois de uma breve conversa no Skype com a minha mulher, para contar as aventuras. Eram 6 da manhã já estava com o Pedro a tirar as imbambas da carrinha, para limpar e arrumar, e este lavar a carrinha! A Mariana também veio mais cedo, como combinado, para limpar a carrinha por dentro, lavar as geleiras, o tapete, lençóis, toalhas…
Às 8 já tinha ido buscar pão fresco para o mata-bicho geral, como era manhã de rendição os guardas Brazil e Joaquim deram uma ajuda e ainda apanharam pão quente também… saí para a Alvafishing onde estamos a iniciar um trabalho, deixei a nova empregada na casa da Baía Farta, e voltei à pouco. Tenho trabalho de casa para fazer esta tarde…
Mas confesso que sinto mais preguiça do que outra coisa!
Saudações e "mangonha" cá da Cidade Morena!
Excelente. Amei o entusiasmo do desenho e as linhas. De acordo a leveza da pena se lhe expressa graça e bem fazeja (toda) lenda em especial, requer início ou ponto de partida e se denota autêntica! Doce criatividade; exactamente o romantismo de bem querer.
ResponderEliminarCláudia da Silva Tomazi
O romantismo de bem querer!
EliminarGostei muito desta!!!!!!
Saudações ainda a cheirar a mar, cá deste lado do Atlântico!