Escher numa livraria chinesa

Estou quase certa de que falei aqui há tempos numa exposição do grande Escher, um dos génios maiores do Desenho e da Pintura da sua Holanda natal e do mundo. Creio que a exposição da sua obra em Lisboa deveria ter findado em Setembro de 2018, mais coisa menos coisa; mas devido à grande afluência de visitantes (sobretudo de escolas), estendeu-se por mais uns meses e só agora está a chegar ao Porto, onde ficará, pelo menos, até 28 de Julho (aproveite!). Ora, falo de Escher outra vez aqui no blogue porque ele parece ter inspirado uma grande livraria chinesa absolutamente irreal (mas real). E não só por se parecer com um desenho do referido mestre, mas por ter 80.000 livros à venda (é obra)! Desenhada por Li Xiang, jovem artista, a livraria é composta por uma série de escadas escherianas que, segundo o que leio, copiam as montanhas da cidade, e tectos de vidro que permitem entrar a luz. Anda tudo doido com a livraria, e eu espero sinceramente que isso queira dizer que muitos dos que lá vão querem, mais do que tudo, comprar um livro para ler. Deixo-vos imagens:


 


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Comentários

  1. António Luiz Pacheco6 de março de 2019 às 01:11

    Deduzo que sendo uma livraria chinesa, se localize na China?
    Parece uma pergunta parva (e pode muito bem ser), mas, por uma razão: há então leitores na China! Para uma livraria tão grande, porque imagino que não seja um destino turístico. E, os livros expostos serão escritos em que língua? Cantonês? Mandarim… em inglês?
    Uma coisa que sempre tentei fazer nas minhas idas a qualquer grande cidade (e até pequenas…), foi ir a uma livraria! Se me calhar ir onde se localiza esta, não a vou falhar!

    Quanto à arquitectura, discutível, pelo que pude ver nas fotos, agrada-me! É amplo e luminoso, o espaço. Parece que permite uma deslocação e a visibilidade das obras.

    Saudações pós-carnavalescas e pré-presidenciais cá da Cidade Morena!

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  2. Pois, eu ao contrário do nosso Pacheko, acho que será mais museu que livraria, até pela sua beleza arquitectónica.

    Era bom que estivesse enganado, mas...

    Se assim for, será boa ideia seguirem o exemplo da nossa "livraria-museu", cobrarem bilhete a descontar depois na compra de livros...

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    1. António Luiz Pacheco6 de março de 2019 às 03:41

      Hum… e os livros chineses, quanto duram? Será que a tinta se apaga em poucas semanas?
      Ahahaha!
      Tenho aqui um amigo que mandou pintar o carro a uma oficina chinesa, pois lhe saía muito mais barato… isto em Novembro, na Segunda-feira vi o carro dele com o capô já todo descolorido e manchado, e ele furioso!!!! Eheheheh!
      A tinta-da-China já não é o que era… manchava e bem as nossas batas, lembra-se?

      Abraço cá do paralelo 12,5 ou por aí …

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  3. Excelente lugar para se lhe fazer o lance (por outro lado) ter o lince à práticar, escola.

    Cláudia da Silva Tomazi

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  4. Bom dia com alegria

    Fiquei curioso e andei a investigar.

    http://literarytourist.org/2018/04/04/the-next-time-you-happen-to-be-in-asia/

    Não podem é comprar o 1984 ou a Quinta dos Animais na China.

    Boas leituras
    CPedro

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  5. A livraria é bonita mas os desenhos e pinturas de Escher são fabulosos. Uma exposição de que os portugueses que a viram em Lisboa gostaram de certeza. e no Porto vai ser igual.

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    1. Fui ver a exposição de Lisboa, fantástica; até tirei aquela fotografia à Escher que os visitantes eram convidados a tirar no fim da mostra. Não ficou nada mal, à Escher. Valeu a experiência.

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    2. :). Gostei de verdade.

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  6. Tudo aquilo pode ser muito bonito, é certo, mas faz-me lembrar as minas de mármore alentejanas. É suposto que os passadiços, que me parecem os do Paiva, têm protecção em acrílico ou outra qualquer, para evitar que alguém saia do trilho para um trambolhão daqueles, porventura com um livro chinês na mão - que eu saiba, os livros chineses, para além de terem a capa na contracapa, não têm pára-quedas.
    Não aconselhável a quem tem vertigens... Nem a quem não gosto de literatura.

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