Crónica e Abecedário

Hoje é dia de crónica e aqui vai o link:


 


https://www.dn.pt/edicao-do-dia/23-fev-2019/interior/desperdicios-10602453.html


 


Começa hoje em Lisboa (e vai até segunda) a primeira edição do Abecedário – Festival da Palavra, um evento literário que visa «promover as livrarias de rua e o livro enquanto veículo cultural». A palavra homenageada este ano é «fronteira», que será explorada  no programa por escritores, pensadores, encenadores, realizadores, artistas plásticos, gestores culturais e músicos lusófonos, através da realização de tertúlias, cafés literários, declamações e concertos. A iniciativa foi de Carlos Moura-Carvalho e tem o apoio, entre outros, da Câmara Municipal de Lisboa, da DGLAB e da APEL. Informações sobre temas, participantes, locais e horários nos links abaixo.


 


http://dglab.gov.pt/wp-content/uploads/2019/02/programa.jpg


https://observador.pt/2019/03/06/lisboa-ao-sabor-da-palavra/?fbclid=IwAR3iiNoUkthMAwLdSUC6sXmIQLM3JLNblluwfKLqqw7ZvqlgMRz1VY5-FeM

Comentários

  1. António Luiz Pacheco8 de março de 2019 às 01:54

    A austeridade era uma palavra que significava no fundo "boa gestão" … nada mais.
    Porque, "é no poupar que está o ganho", ditado que orientava as nossas avós e mães, numa economia em que tudo se aproveitava, e conduziu a uma economia onde tudo se deita fora, nada se aproveita.
    Somos hoje uma sociedade de desperdício, que se julga rica e que até quer preservar o ambiente e julga que isso se faz dizendo coisas bonitas ou vituperando os outros - porque eles, os esclarecidíssimos amigos do ambiente e das causas, nunca fazem nada que não seja benéfico… agora por exemplo não se usam palhinhas de plástico! Fantástico, a Terra ganhou pelo menos cem anos mais de duração!

    Hoje aqui é feriado, dia da mulher. Estou de ressaca presidencial, calha bem … logo vou dar uma volta ali pela ponta das Vacas e Mombolo, ver uns terrenos para uns clientes, um dia agradável, espero.
    Saudações afectuosas depois de uma jornada de afectos presidenciais - e foi mesmo! Nem imaginam a loucura que o Ti Celito provoca por cá, e a que os simples (de quem é o Reino dos Céus) são tão sensíveis.

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  2. Tal como refere o grande Paxeco é apenas uma questão de boa gestão e, acrescento eu, de educação/formação.
    Vou ao café e vejo muitas "pessoas" pedirem, por exemplo, um croissant c/fiambre e metade fica na mesa, no restaurante os pratos regressam com metade da comida...e depois veem estes tristes e ignorantes alarves chorar prá TVI (e afins) e a falar em fome...
    Crónica excelente (como sempre)!

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