Crónica e editores de poesia
Hoje é dia de crónica e aí vai o link da de dia 12:
Aproveito para vos informar que a Casa Fernando Pessoa estreia hoje às 18h30 um novo ciclo, Verso Livre – Carta branca às editoras de poesia, que inclui sessões de diálogo com editoras que se destacam pelo seu trabalho no campo da edição de livros de poesia em Portugal. Nestas sessões, como reza o título, os editores terão carta branca para dar a conhecer alguns dos seus autores e tradutores e contar o que os move num trabalho que se sabe difícil. A primeira editora convidada é a não (edições), um projecto editorial independente conduzido por João Rocha, que abarca várias colecções com identidades gráficas distintas e valoriza muito a estética e o lado visual dos livros (desenhos, colagens, etc.). A acompanhar o convidado desta primeira sessão, que terá lugar no auditório da Casa Fernando Pessoa, estarão dois dos autores que publica: Catarina Nunes de Almeida, poeta e investigadora, e Miguel Martins, poeta e tradutor. Estes últimos vão ler poemas seus e traduções de diversos autores publicados pela não (edições). Uma boa maneira de ficar a conhecer pequenos editores e o que os apaixona.
Olha o Benzovac e a Solarine!
ResponderEliminarNão restam dúvidas: estou mesmo velha, pois usei esses e outros artigos.
Até me lembro de fazer laca caseira com pez louro e álcool - às vezes não corria lá muito bem...
Quanto ao Rómulo António de Carvalho Gedeão, ele era viciado era em escrever belíssimos poemas, desde a Pedra Filosofal (quem não o leu ou cantou que levante o dedo) até essa magnífica Lágrima de Preta, talvez o mais simples e tocante hino contra a racismo jamais escrito.
Bom fds a todos os Extraordinários!
⚘
Maria
"não", não conhecia. Mas eu não (3o não, com este é o 4o) acompanho a edição de poesia.
ResponderEliminarIniciativa interessante, quem sabe se se tornará uma espécie de clube ou de tertúlia.
Bom fds para todos os Extraordinários, seres drogados de leitura.
Não sendo leitor de poesia, congratulo-me também com o acontecimento.
ResponderEliminarEstas notícias são sempre boas e provam que não se está assim tão mal como pintam… falo da literatura.
Saudações e votos de um Extraordinário fim de semana da parte desta traça dos livros, no Bairro Ribatejano!
Mais uma excelente crónica (gostava de ter esta imaginação e escrever assim).
ResponderEliminarNão sou leitor de poesia (nunca lhe ganhei o gosto).
Gostei da prosa que a MRP publicou no DN.
ResponderEliminarTambém estive do lado oposto ao cliente, atrás do balcão da mercearia dos meus pais, anos 60, nas férias liceais. Os odores, os produtos, a forma das embalagens do açúcar,pimenta e café, em papel enrolado em cone, o sabão a peso, o bacalhau cortado com uma faca-guilhotina, deixa-me uma lágrima de saudade pela juventude ida sem regresso.
Gostei da crónica, ponto e vírgula; gostei também do princípio que a Maria do Rosário leva a sério (tal como eu), conforme a menção que consta de forma a deixar bem claro, se alguém não der conta, tal como em este blog, de que escreve de acordo com a antiga ortografia.
Um beijo de gratidão para ela.
Seria bom ver a Poética Edições nesta iniciativa da Casa Fernando Pessoa, pois tem editado muita poesia, também de autores premiados.
ResponderEliminarAqui fica a sugestão.