Prémio Oceanos
Na sexta-feira passada foi anunciada a vencedora do Prémio Oceanos (antigo PT), a poetisa Marília Garcia, com a obra Câmera Lenta. Li poucas coisas desta autora, e prometo estar atenta aos seus livros daqui por diante. Com ela, estava na final o poeta português Luís Quintais e o moçambicano Luís Carlos Patraquim, que foram distinguidos, respectivamente, com os terceiro e quarto prémios. Em segundo, ficou o único romancista galardoado, Bruno Vieira Amaral, com Hoje Estarás Comigo no Paraíso, romance de que já aqui falei no blogue e recomendo, sendo que o primeiro romance deste autor, As Primeiras Coisas, arrecadou o Prémio Literário José Saramago e o Prémio Fernando Namora e está para sair no Brasil no início de 2019. Agora vão querer de certeza absoluta publicar também o segundo... e a correr. Para o ano há mais.
Em tempo: Ontem tive um problema com o computador e por isso só hoje vi a maioria dos comentários do post anterior. Não me importo que comentem, mas importo-me, e muito, quando esses comentários são agressivos e mesmo insultuosos. Não direi isto mais nenhuma vez.
Não conheço nenhum dos autores, mas felicito-os porque nos é sempre grato, e eu partilho dessa sensação, ser apreciados e premiados!
ResponderEliminarVotos de um bom dia para todos os Extraordinários, expressos desde a Cidade Morena.
Li "As primeiras coisas" do Bruno, há cerca de dois anos. É um livro bom. Os outros autores não conheço.
ResponderEliminarBoa quarta - feira.
Ó extraordinária MRP não se incomode com os comentários, ao fim e ao cabo somos todos animais, só que uns mais racionais do que outros e quando isto sai do tema literatura é que transborda, mas tudo fruto do entusiasmo com que se visita este extraordinário blogue e tudo coisa passageira, pois é tudo pessoal entusiasmado que não fica com rancores, são apenas desabafos.
ResponderEliminarQualquer dia teremos de abordar o triste facto de actualmente em Portugal não haver uma revista sobre livros, já que a que havia (LER) se transformou numa terrível xaropada e uma chateza gigantesca que não tem ponta por onde se lhe pegue. É triste assistir assim à morte de uma revista que leio desde o primeiro número. Não haverá quem lhe jogue a mão?