Os Maias

Dirão que há nisto um lado preguiçoso, porque assim faço um post sem ter de pensar muito... Não deixa de ser verdade, mas quantos trabalhos académicos não vivem de citações e referências? Pois a verdade é que hoje acho interessante citar, mesmo que me acusem de estar a puxar a brasa à minha sardinha por ser nada mais nada menos do que a editora do autor que cito, Afonso Reis Cabral. Mas o assunto é actual e importa a todos, tem ainda que ver com a leitura de Os Maias, que entrou, saiu e voltou a entrar no programa de ensino como obra obrigatória, que muitos professores dizem que os alunos deste tempo já não compreendem, que muitos professores não leram quando tinham a idade deles (não nos iludamos), cujo título é muito referido no Dia Mundial do Livro como releitura quando os jornalistas perguntam aos políticos o que andam a ler (e provando que não estão a ler coisa nenhuma a maioria das vezes) e que é simplesmente um dos romances mais incríveis e geniais da língua portuguesa. A revista Visão publicou uma carta aos alunos que não querem ler Os Maias daquele que é, além de um jovem romancista muitíssimo talentoso, um descendente do próprio Eça. Ei-la aqui em baixo. Leiam-na. E até amanhã.


 


http://visao.sapo.pt/actualidade/cultura/2018-12-06-Carta-ao-aluno-que-nao-le-Os-Maias?fbclid=IwAR0JGteyj4VmBM9LsCGR0pWZfYf3SQjMfhJgYOI4aPR2ruvB_ZfR8Y98GnA


 


 


 

Comentários

  1. Bom dia.
    Todos os romances de todos os romancistas portugueses me merecem igual máximo respeito. Porque será que se anda a tentar "impingir", (há mais de 50 anos) os "Os Maias", à malta ?, quando há carradas de alternativas ? Os Maias, estão desactualizados, estão fora de contexto. Eu não li os Maias,mas, li muitos outros livros dos nossos talentosos escritores. Não tenho o atrevimento de destacar nenhum, porque, tenho por todos o maior apreço. Leio para ter saúde e não para ser literato. A comentar também aprendo. fl
    Francisco Laranjeira
    https://www.facebook.com/francisco.laranjeira.796
    https://franciscolaranjeira.blogs.sapo.pt/?utm_source=posts&utm_content=1543775192192
    ............

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    1. "Os Maias" estão "desactualizados"?! Kkkkkkk... Sabe o que é um "clássico", em que consiste? Uma sugestão: leia o primeiro capítulo (acerca da definição de clássico) do "Porquê ler os clássicos?" de Italo Calvino. Com toda a certeza lhe vai ser útil.

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    2. Na minha opinião de traça dos livros, que esvoaça aqui neste espaço de luz, atraída pela luminosidade literária que brilha diariamente, nunca os Maias estiveram fora de contexto, caríssimo Francisco Laranjeira!

      Concordo consigo quando diz que outras obras há, de outros autores, igualmente admiráveis, mas isso não descontextualiza os Maias, que, note bem nem é a minha obra preferida de Eça, elegendo A ilustre Casa de Ramires e A cidade e as Serras… por razões meramente pessoais e nem tanto literárias, mas Os Maias comprovam de facto a genialidade do autor e a sua emérita capacidade de observação e descrição, não meramente numa óptica do momento, mas que perdura, e, daí ser considerada um clássico no que eu, traça tonta e convencida, ouso concordar.

      Continua actual? Olhe, ainda se discutem toiradas hoje em 2018! Vá procurar n'Os Maias onde se discute a toirada de curiosos como uma escola na educação e criação do músculo (e ânimo) para se dar um bom soco! Parece tolice? Parece descontextualizado, quando em Lisboa proliferam as academias de artes marciais para a mesma finalidade?

      Note que não critico a sua opinião, longe disso! Só discordo, o que até tem a vantagem de proporcionar uma sã conversa sobre o tema!

      Um abraço cá da Cidade Morena.

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    3. Nota: Voltei aqui só para dizer que, embora eu não tenha lido "Os Maias", devo, em compensação, ter lido, até hoje, p'raí "um eucalipto" de prosa, sobre a dita cuja. Tenho pois a minha consciencia literária apaziguada, porque talvez perceba mais dos Maias, do que muito boa gente que diz tê-lo lido. Agora, estou com um pouco de pressa, porque vou jogar "a sueca", com os meus camaradas, na Praça do Marquês. Por um Portugal mais saudável do que "literato". fl

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    4. Boa tarde.
      Agradeço-lhe o ter lido o meu comentário. Eu escrevi o que entendi, é a minha verdade, vale o que vale. Penso que o Sr. também devia fazer o mesmo. Diga o que tem a dizer, respeite os outros e siga o seu caminho. A comentar também se aprende. Passar bem. fl

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    5. Ridículo!
      Como pode saber tanto sobre Os Maias se nem sequer se deu ao trabalho (ao prazer, diria eu) de ler o livro?
      Apenas pode papaguear as opiniões de outros,
      que leu no tal eucalipto.
      E não é a mesma coisa; sabe isso, não sabe?
      Se tivesse lido o Eça teria aprendido a pontuar melhor os seus comentários...
      Ora vá lá para o seu joguinho de cartas, ou perguntar o que andam a ler as pessoas da vila x, y ou z .
      Melhor ainda: vá ler Os Maias!
      Maria

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    6. Desculpe meter-me onde não sou chamada, mas alguém que leu um livro está sempre muito à frente de quem o não fez, mesmo que tenha lido quilómetros de explicações e resumos e o mais que existe sobre o dito.
      Digo que não ter lido "Os Maias" é uma pena.
      Mas é só a minha opinião. Que vale tanto como a sua.

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    7. Concordo, Maria.

      Mas como somos o país onde se pratica a arte de dizer mal do que não se conhece...

      (mas olha que os comentários não são literatura, para serem bem pontuados. Eu que o diga, que comento tantas vezes "a correr")

      :))

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    8. Boa tarde.
      Ó você que se esconde atrás dos arbustos: eu digo, invento, ou minto, sobre aquilo que bem entender, enquanto a Liberdade de Expressão (e o dono deste Blog) assim mo permitirem, não tenho que lhe dar satisfações a si. Diga o que lhe aprouver sobre o tema do post e deixe de lançar salpicos de "gordura" sobre o meu fato, modesto mas limpo e, siga o seu caminho. "Ridiculo" !? (e pobre, digo eu) é aquele "leitor" que não percebe que, a leitura é o lugar da evanescência. A comentar, também aprendo, a combater a iliteracia. Passar bem. fl

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    9. Boa tarde.
      Eu já afirmei algures neste Blog que ´tenho vergonha de dizer o que "ando a ler, ou, o que já li, etc", pelo muito respeito por todos os escritores com quem tanto aprendi e me ajudaram. Por isso, prefiro dizer que não li o livro em questão. De resto o que é que os comentadores ganham em saber se eu ou alguém leu ou não tal obra. O que interessa é o debate, sem ódios, sem raiva, sem fundamentalismos, com o respeito maior por aquilo que todos nós, penso que devemos prezar: a Liberdade de Expressão. A comentar também se combate a iliteracia. Por um Portugal melhor. fl

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    10. V. Exa. quer um spray tira-nódoas?
      É que não gostaria nada de estragar o seu fato...
      O ridículo era para o seu comentário, mas depois desta segunda dose de baboseiras sem sentido, acho que merece que o torne extensivo a si.
      Já agora, o senhor existe mesmo ou é um robot?
      Sempre a considerá-lo,
      Maria (perplexa)

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    11. Olá Luís,

      Sim, claro, é perfeitamente normal pontuarmos mal ou até saltarmos palavras, também me acontece ;)
      O que não é normal é o tal de "fl" andar a inundar a bloga com estes panfletos sem nexo algum.
      Ou então sou eu que não consigo entender tanta sapiência, sei lá...
      Maria

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    12. Pois...tem razão, mas como é que se debate o que não se conhece?! Raivas e ódios? Então não é bem um debate, é mais um duelo, coisa de vencidos e vencedores.
      Pode ou não dizer o que anda a ler. Não sei se adianta, mas saber outros títulos e autores não é coisa má. Depois, há quem dê opinião sobre o que leu ou está a ler. Mas pode saltar esse post. Ou lê-lo e não comentar. Faço-o muita vez: porque não me apetece escrever sobre o que leio, porque não ando a ler nada novo (levo que tempos com o mesmo livro), porque. O bom da escrita em blogues é que se comenta de apetite; o que saia fora disso deixa de ser ocupação de tempo livre. Ora obrigações temos demais, não convém aumentá-las.
      Espero ter-me feito entender:).
      E leia sempre. Os Maias, por exemplo:).

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    13. Palavras sábias e apaziguadoras, Bea, como sempre.
      Isto não é uma arena, é uma sala de convívio onde podemos contar o que gostamos de fazer nas nossas horas extraordinárias.

      Maria

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    14. Boa tarde.
      ler - leituras - leitores - livros - literacia
      criar leitores - criar hábitos de leitura
      https://criarleitores.blogs.sapo.pt
      Por um Portugal melhor.
      Melhores cumprts
      Francisco Laranjeira
      ...........

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    15. ler - leituras - leitores - livros - literacia
      criar leitores - criar hábitos de leitura
      https://criarleitores.blogs.sapo.pt
      Por um Portugal melhor.
      Melhores cumprts
      Francisco Laranjeira

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    16. Boa tarde
      ler - leituras - leitores - livros - literacia
      criar leitores - criar hábitos de leitura
      https://criarleitores.blogs.sapo.pt
      Por um Portugal melhor.
      Melhores cumprts
      Francisco Laranjeira

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    17. 😄😆😂😅🤣

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  2. Quanto mais se tenta impingir algo mais afastaremos o alvo.
    Ler não tem de ser uma obrigação, ler (para mim) é um prazer, ler é quase como respirar; mas ninguém me obrigou fui eu próprio que descobri este praze

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    1. ...(dizia eu) fui eu próprio que descobri este prazer, mas compreendo perfeitamente que com tantos chamamentos, com tanta informação as pessoas actualmente tenham mais dificuldade em escolher a leitura, até porque dá trabalho, não é só olhar para o ecrã, obriga a pensar, daí...

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    2. Ó Severino, embora tendo tu razão, também tens de te lembrar que a malta é tramada… se não forem obrigados não fazem nada do que devem fazer e aprender! Arrumar o quarto é um exemplo disso… bem podes esperar sentado que eles deixem o quarto composto! Com a leitura é a mesma coisa, e é tão antigo quanto universal, ou seja, é clássico!
      Eheheheh!

      Abraço cá da Cidade Morena!

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  3. Extraordinária a carta do Afonso R. C.
    Pode ser jovem mas tem uma maturidade nas maneiras de ver , interpretar e descrever que deve estar-lhe no DNA!
    Como já disse antes, aqui, acredito que temos escritor!
    Mando-lhe daqui um abraço e votos de que faça verdade aquilo que eu digo!

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    1. Anónimo? Eu??? Essa agora…

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  4. Eu fui uma das que li "Os Maias" ainda na adolescência por imposição escolar. Mas li, efectivamente, porque sempre adorei ler. Custou-me um bocadinho, é certo, ultrapassar a parte inicial de descrição do Ramalhete. Mas, depois, apaixonei-me pelas magníficas personagens, a começar pelo caricato Dâmaso Salcede "Chique a valer!" e a acabar no indefectível Ega, auto-crítica do escritor sempre em busca da obra prima nunca completa.
    Continue-se a ler o Eça, sff.
    Boa semana!

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    1. Boa tarde.
      Cara comentadora: Com todo o respeito, o que está aqui em causa, (independentemente de quem leu ou não leu) é: "Os Maias... no programa de ensino como obra obrigatória". Pelo menos eu gostaria de saber se a sua opinião acrescenta algo ao debate. Pelo combate à iliteracia. Cumprts. fl

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  5. Boa tarde

    Se porventura fosse convidado para aqueles programas de rádio ou TV, em que as pessoas levam três livros de eleição, um deles seria "Os Maias".

    Foi o livro que me fez começar gostar de ler livros "a sério". "Os Maias" e a professora que tive.

    Se deverá ser obrigatório? Talvez haja alternativas igualmente válidas, mas, no meu caso, não seria a mesma coisa.

    Li a carta e fiquei a gostar um pouco mais de um autor que não conheço.

    Saudações queirosianas
    CPedro

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  6. Leiam Os Maias, estão actualizados hoje como ontem.Eu já li duas vezes.O último que li foi A Ilustre Casa de Ramires volto sempre à Cidade e as Serras. Vejam a exposição do Eça na Gulbenkian e assistam, como eu, aos jantares queirosianos na Gulbenkian. Ainda há três até final da exposição e não são nada caros. Aproveitem.

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  7. A carta está excelente. Espero que o Afonso Reis Cabral consiga "agarrar" alguns jovens... mas a concorrência é muito forte - o google e os franciscos laranjeiras saem muitas vezes a ganhar.
    E é pena.
    Há lá coisa melhor do que ler um bom livro.
    Maria

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  8. "Hábitos de Leitura: Portugal na cauda da Europa"
    https://jpn.up.pt/2004/04/23/habitos-de-leitura-portugal-na-cauda-da-europa/
    DE QUEM É A CULPA ?
    Cumprts. fl
    Francisco Laranjeira
    https://www.facebook.com/francisco.laranjeira.796
    https://franciscolaranjeira.blogs.sapo.pt/?utm_source=posts&utm_content=1543775192192

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  9. A carta é publicada na "Visão", não me parece que seja revista lida por eles. Pode ser que os professores a leiam e divulguem junto dos jovens. Mas, sem desprimor para o descendente de Eça que será como ele um grande escritor, não é por aí que os jovens lá hão-de chegar. A carta é bonita e bem escrita, revela maturidade, mas quem mais a aprecia somos nós, os adultos que gostam do Eça. Revemo-nos nela.
    Ainda bem que a obra "Os Maias" voltou aos programas. É a oportunidade de se ler e conhecer um grande escritor português, um clássico da nossa literatura. E, a partir daqui, cada um faz com esse conhecimento o que quiser. Mas a oportunidade é dada a todos.

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    1. Concordo inteiramente consigo!
      Mas pelo menos tem a vantagem de lançar o debate, esperemos que possa ter o mesmo efeito mediático que as palavras da arvorada ministra da cultura, ou dos escândalos futebolísticos, chamando para a obra a atenção que merece e pela positiva!

      Cordiais saudações africanas!

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  10. Obras-primas desatualizadas? Parece-me uma contradição nos termos.
    O maior livro que li até hoje foi o "D. Quixote", uma obra completamente desatualizada.

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    1. ler - leituras - leitores - livros - literacia
      criar leitores - criar hábitos de leitura
      https://criarleitores.blogs.sapo.pt
      Por um Portugal melhor.
      Melhores cumprts
      Francisco Laranjeira

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  11. Desculpem lá mas o Afonso Cabral é um "velho".

    Apesar do seu aspecto jovem, deve ter quase cem anos. Só assim se explica que escreva romances e goste de ler livros do Eça de Queirós.

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    1. Ahahahahah!
      Grande Luis Eme !
      Bem auvservado… o Afonso R. C. no meu tempo seria o que se dizia um "careta" , ahahah!

      Um abraço humorado!

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  12. A minha relação com Os Maias começou muito cedo. Foi na quarta classe. A carta da Maria Eduarda a declarar a origem da filha vinha no livro de Português desse ano. A professora faloun-nos por alto do livro. Ficou a vontade de o ler um dia. Quando cheguei ao décimo primeiro ano comprei o livro porque iríamos estudá-lo. Cheguei ao final do ano sem o teremos estudado. E por isso na primeira semana de férias resolvi lê-lo. Levei uma semana e posso dizer que é um dos livros da minha vida. Já o reli várias vezes sempre com prazer.

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    1. E eu li com muito prazer este seu comentário.
      Valeu a pena voltar aqui só por isso.
      Como o/a compreendo.
      Muito obrigada!

      Maria

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