O que ando a ler
Vamos lá então a saber o que cada um anda a ler, com uns dias de atraso em relação aos outros meses, mas sempre a tempo. Eu, liberta das leituras sobre fado e igualmente despachada da masterclass que fui dar a Guadalajara, respiro fundo e, em casa, leio então apenas o que me apetece. Comecei por um romance do recém-desaparecido V. S. Naipaul, homem que era proverbialmente antipático mas um grande escritor, a quem atribuíram o Nobel da Literatura logo no início deste século. Trata-se de Uma Vida pela metade – e, embora, eu ainda vá a meio (para acompanhar o título), posso dizer que conta a história de Willie Somerset Chandran, um jovem indiano que deve o seu nome ao escritor britânico autor de O Fio da Navalha que, neste romance, teria tido como inspiração o pai de Willie, brâmane que abandonou a universidade e a sua casta para casar com uma rapariga miserável de quem nem sequer gostava como medida contra o establishment e a política vigente. O herdeiro tem-lhe raiva, além de vergonha da mãe, e está apostado em recuperar a linhagem perdida (se for possível) ou, pelo menos, uma certa posição. Na parte em que vou, Willie estuda em Londres com uma bolsa, conseguiu fazer amigos influentes e acaba de conseguir editor para um livro de contos, além de dormir com a namorada do melhor amigo. Veremos o que acontece a partir daqui.
Bolas! Que raiva… neste momento não ando a ler práticamente nada… bom se excluirmos as pesquisas sobre matadouros em Angola (onde que até encontrei referências e uma interessante perspectiva histórica colonial) e sobre a alimentação dos ruminantes.
ResponderEliminarTambém estou a fazer um estudo sobre o consumo da carne de porco em Angola, o que numa perspectiva sócio-gastronómica-histórica também se revelou muitíssimo interessante!
Depois do dia 15, eu vingo-me! Ai vingo, vingo!
Saudações literárias frustradas cá da Cidade Morena!
Se tem pouco tempo livre, mas já que está em Angola e pesquisa o interesse local pela carne de porco, leia o "quem me dera ser onda" do angolano Manuel Rui. Uma delícia!
Eliminarcumprimentos
Miguel Henriques
Quem me dera ser onda!
EliminarVou investigar, sim, obrigado pela sugestão!
Abraço Moreno… ahahahah!
Pois eu ando a ler o último da Isabel Stilwell - D. Maria I - e acho-o bem mais pesadão q os anteriores.
ResponderEliminarNa calha já tenho a Lucia Berlin e o seu Manual para mulheres da limpeza. Vamos ver!!!
Neste entretanto concluí "O Legado de Humboldt", de Saul Bell. Romance grande e grande romance.
ResponderEliminarO legado que refere, é sobre qual legado, ou melhor qual Humboldt?
EliminarO Alexander von Humboldt, cientista geógrafo?
Ou Wilhelm von Humboldt, linguista?
São ambos muito interessantes, mas sem dúvida que para mim o primeiro…
Abraço!
Bellow, não Bell.
ResponderEliminarDele só li, e gostei: - Henderson o rei da chuva!
EliminarClaro que não lhe vou dizer o que acontece a partir daí... mas esse foi o primeiro livro que li dele e posso dizer que gostei. Já li outros mas esse é o único que tenho cá em casa.
ResponderEliminarO que ando a ler?
O Eremita Viajante, do Matsuo Bashô - estou a gostar daquela escrita tão minimalista e que, se procurarmos bem, nos diz tanto.
Comecei ontem a Eliete, da Dulce Maria Cardoso e tenho aqui A Saga de Selma Lagerlöf (primeira mulher a receber o Nobel de Literatura), da Cristina Carvalho a pedir-me para pegar nele...
E a Granta...
E o Por Saramago, da Anabela Mota Ribeiro...
E o Princípio de Karenina, do Afonso Cruz...
Enfim, um dilema!
ps: Alô Rui Miguel, é só para dizer que adorei o tal livro do Afonso Cruz, é mesmo muito bom.
Obrigada
Maria
Afonso Cruz, vale a pena ler. Também gostei bastante dos guarda-chuvas.
EliminarSuzana
Olá Maria,
EliminarFico contente que tenha gostado. Para mim, é o melhor dele, mas penso que poderá também gostar de vários outros. Sugiro "Jesus Cristo bebia cerveja"
Rui Miguel Almeida
Olá Rui,
EliminarAfinal sempre apareceu...
Obrigada pela sugestão.
Maria
Estou quase no fim de "em minúsculas" de Herberto Helder.
ResponderEliminarÉ um bom livro, que nos oferece um outro lado de Herberto, mais leve e dentro do quotidiano. O poeta esconde-se atrás do jornalista "exilado" nas nossas áfricas, atento às pessoas, aos lugares e à literatura (está sempre presente)...
Ando a ler a Biografia de José Saramago do Joaquim Vieira. Minuciosíssimo. Mais de 700 páginas. Algumas revelações.
ResponderEliminarBom dia
ResponderEliminarDe modo completamente aleatório:
Granta - Deus/es
The social life of money - Nigel Dodd
A condição humana - Hannah Arendt
Modos de ver - John Berger
Saludos
CPedro
Na última quinzena, li de George Bataille "O nascimento da arte" e "A literatura e o mal". E porque vinha a propósito, os "Cantos de Maldoror" de Isidore Ducasse e "No sentido da noite" de Jean Genet.
ResponderEliminarPassei então para "Uma Leitura infinita" e "Pequeno caminho das grandes perguntas" de José Tolentino Mendonça!
O contraste foi obviamente deliberado.
Anónimo, não, sou o Jorge.
EliminarFiquei a saber o nome do conde de Lautréamont. Li os cantos há anos, ainda na faculdade, mas esqueci por completo o nome verdadeiro do autor.
EliminarEstou a terminar A Última Dona, de Lídia Jorge, muito interessante, um homem maduro, muito maduro, resolve levar uma jovem com vinte anos já muito vividos a passar cinco dias numa casa de encontros muito discreta.
ResponderEliminarSeguindo o plano de leituras que sinto necessidade de elaborar, apenas o interrompo para as leituras periódicas ( Visão, JL, Granta e LER), seguir-se-à Ema, de Maria Teresa Horta, A Cidade de Ulisses, de Teolinda Gersão e outros, dos quais irei dando conta.
Saudações cá da Pérola do Atlântico.
Por aqui lê-se o "1640" da Deana Barroqueiro, a melhor escritora nacional de romance-histórico: bem pesquisado, enquadrado, rigoroso, escrito.
ResponderEliminarE "Identidades" de Fukuyama.
E "Breve Notas Sobre Literatura-Bloom" de Gonçalo Tavares, um dos melhores escritores nacionais da actualidade, senão o melhor.
Para os que andam enganados na literatura diz Gonçalo Tavares: «A literatura não é uma cópia dos objectos do mundo:a casa não é casa e a mesa não é mesa.»
Curiosamente também estou a ler o "1640", ou não fossem estes dias inspiradores da restauração da independência. De facto uma escritora brilhante, os seus romances históricos são acima de tudo peças literárias notáveis. Por exemplo este 1640 são 4 livros juntos que, contando a mesma história, apenas se cruzam aqui e ali, por vezes de forma escondida para nos deliciar, sem nunca ficar preso à geografia ou ao tempo. Um livro que nos dá tudo o que precisamos de História, mas numa peça literária, ou seja arte.
Eliminarcumprimentos
Miguel Henriques
Terminei esta semana a magnífica, ainda que cruel, "viagem ao fim da noite", de Céline.
ResponderEliminarTive também a oportunidade de ler "memória das minhas putas tristes" de Garcia Marquez e "a casa das belas adormecidas", de Kawabata, ambos excelentes e de certa forma relacionados.
Dentro de dois dias sigo para o Irão já com o "Among the Believers", do Naipaul.
Sabe bem voltar às leituras e finalmente disfrutar de umas férias merecidas após um longo período de estudo e "clausura".
Saudações
É, de facto, magnífica a "Viagem ao fim da noite" (que belo título!) de Céline, autor que julgo subestimado e de que gosto muito.
EliminarNão compreendo, no entanto, que a trilogia de memórias de guerra, de que é autor, e que se compõe de "Castelos perigosos", "Norte" e "Rigodon", tenha ficado coxa na edição portuguesa, já que o último volume (Rigodon) nunca viu a luz do dia. Dizem-me os entendidos, ser prática bastante frequente por estas paragens... É de lamentar.
Memórias das Minhas Putas Tristes é inspirado no romance "A Casa das Belas Adormecidas" do Nobel japonês Yasunari Kawabata.
EliminarPrecisamente. E por esse motivo os li praticamente em simultâneo! Gostei dos muito dos dois, mas talvez mais da memória das minhas putas tristes... Diferente de outras obras do autor, este pequeno romance é simultaneamente fluido e intenso. A casa das belas adormecidas, mais leve e poético.
EliminarSim, já leu mais algum do kawabata?
EliminarEu sinto doçura quando o leio, talvez influenciada pelo local onde primeiro travei conhecimento (num miradouro da ilha de S. Miguel).
Não, mas fiquei com uma enorme curiosidade! Tem alguma recomendação?
EliminarA magia dos Açores... Certamente também não me seria indiferente.
"SEI PORQUE CANTA O PÁSSARO NA GAIOLA" - Maya Angelou. Livro de memórias de quem ficou marcada pelo Racismo, pelo Abuso Sexual e pela Liberdade, no sul dos Estados Unidos.
ResponderEliminarFiquei a conhecer John Brown, aquele que foi considerado o primeiro terrorista dos E.U. na década de 1830; um abolicionista branco que defendeu e pegou em armas para abolir a escravidão nos E.U.A.
Um livro que descobri por acaso e que está a ser uma agradabilíssima surpresa.
O John Brown é uma personagem histórica dos EUA, digamos que antecipou a guerra civil!
EliminarEsse livro de que falas, é sobre ele?
Bom dia meu caro Pacheco - não é sobre ele apenas aborda (e ao de leve) a figura dele..
EliminarNão sei se haverá algum livro sobre ele (mas gostava de saber).
Não; apenas aborda (ao de leve) a sua figura. Nem sei se haverá algum livro sobre este John Brown (mas gostava de saber).
EliminarAnda Paxeco.
Abraço Sulista.
Em duplicado??? burrice minha, certamente.
EliminarA acabar Penas de Pato, do Miguel Araújo, e a começar O Princípio de Karenina, do Afonso Cruz. E acabei há pouco o Sapiens, um livro que nos dá uma boa perspetiva de onde estamos e como é que aqui chegámos.
ResponderEliminarBoa tarde.
ResponderEliminarO que verdadeiramente me preocupa é: o que andarão a ler os 20.000 habitantes, das 5 Freguesias, do Concelho de Serpa. Espero que leiam bastante, porque a leitura de livros e jornais é eficaz, no combate às depressões. Saudações solidárias. fl
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Francisco Laranjeira
https://www.facebook.com/francisco.laranjeira.796
https://franciscolaranjeira.blogs.sapo.pt/?utm_source=posts&utm_content=1543775192192
Estou a terminar "Da natureza dos deuses" de Lobo Antunes e já comecei "Nostromo de Conrad. Falta-me terminar "Viagem ao fim da Noite" de Céline.
ResponderEliminarAndo a ler Gabriela, cravo e canela, de Jorge Amado, e para me divertir, bem levezinho, o livro As marias, do humorista António Raminhos.
ResponderEliminarO tempo não chega para tudo, e leio devagar.
Mas o António Raminhos é humorista? Quanto muito talvez dos maiores imbecis da televisão portuguesa (e por ali pululam mais três ou quatro a juntar à saloia da Malveira-a rainha da troupe).
EliminarÉ assim que ele é intitulado no livro - ou que se calhar, ele se intitula a si mesmo! Devo dizer que não sabia como classificá-lo, mas olhe que o livro tem a sua graça. O título todo é "As marias - o manual essencial para quem é, para quem quer ser e para quem não quer ser pai" . Não é de partir o coco a rir, mas é giro!
EliminarViu o programa dele de nome "100% português", acho eu? Da primeira vez deu aos sábados, agora, na reposição, dá às terças-feiras na rtp 1 após o concurso "Joker". Não é para ri; é um programa, onde o Raminhos tem alguma graça, para promover o consumo de produtos portugueses. Tiraram-lhe tudo o que não era português de casa, pois o Raminhos apostou em viver seis meses com tudo o que precisava para viver que fosse de fabrico português. Tiraram-lhe eletrodomésticos, móveis, roupa, brinquedos das filhas, carro, telemóvel, computador... tudo! No programa ele parte em busca do que necessita e ficamos a conhecer muitas marcas e produtos portugueses e onde se podem encontrar.
Compara-o com a Cristina Ferreira, mas eu acho que o Raminhos não é comparável com ela: para mim a Cristina Ferreira é uma esganiçada, mas não deixa de ter talento para as massas: é o que o povinho gosta!
Mas não se preocupe que eles estão absolutamente a borrifar-se para os nossos gostos e opiniões (desde que isso não interfira com um boicote em massa ao que eles fazem, o que implicaria perda de produtividade e money) , ou não ganhassem tanto dinheiro, sobretudo a Cristina Ferreira!
Para terminar: se quer opinar verdadeiramente sobre o Raminhos, leia o livro!
Quem redigiu a resposta do anónimo, fui eu
EliminarAgora reparei que cometi um erro grave: separei o sujeito do predicado por vírgula. Peço desculpa. Corrijo: "Quem redigiu a resposta do anónimo fui eu."
EliminarExtraordinário Pacheco,
ResponderEliminarNão, não é nenhum desses Humboldt. É um poeta americano, personagem de ficção, penso eu. A outra personagem de relevo também tem um nome invulgar, Citrine, corruptela de uma família de emigrantes ucranianos, os Tsitrin. Sendo uma paródia ao meio intelectual e artístico americano (onde se movimentava Saul Bellow, trotskista, Nobel da Literatura, convertido em ativo apoiante de Bush na invasão do Iraque) o livro também é um romance de ideias, vivo, interessante e muito bem estruturado.
Este é o motivo que qual o primeiro dia do mês é um dos meus dias predilectos, mas também me deixa angustiada.
ResponderEliminarTantas e boas sugestões que não há como falhar, mas como não falhar, pois se tempo é tão escasso.
A Fada Oriana - Sophia de Mello Breyner Andresen - leitura para as minhas filhas (e também para mim claro),
O meu irmão - Afonso Reis Cabral,
A Praia de Manhattn - Jennifer Egan (ainda nos primeiros capítulos, mas que cativa desde logo).
Suzana
Bom dia.
ResponderEliminarO que andarão a ler os 11.000 habitantes, das 25 aldeias do Concelho de Montalegre ?
Cumprts. fl
Ó Laranjeira ainda não compreendi esta sua questão (nomeadamente aos de Serpa).
EliminarBoa noite.
EliminarOlá "ASeve". É em sentido figurado que menciono (hoje) os habitantes de Serpa, Montalegre, (amanhã outros). E faço-o por pensar que desta forma combato a cultura do "eu", o egoismo/cinismo cultural . Eu também estou a ler livros, mas considero que seria uma covardia dizer que leio muito, quando sei que milhoes de portugueses não são ajudados a ler. Dai considerar a proposta de: "O que ando a ler" uma hipocrisia intelectual. Da mesma forma que foram recolhidas toneladas de alimentos (e muito bem) para quem precisa, porque não preocuparmo nos com quem nada lê ? A minha postura. o meu combate (pelas redes sociais) é de solidariedade para com os que nada lêem. Saudações patrióticas. fl
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Francisco Laranjeira
https://www.facebook.com/francisco.laranjeira.796
https://franciscolaranjeira.blogs.sapo.pt/?utm_source=posts&utm_content=1543775192192
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Olá Laranjeira!
EliminarNão concordo!
Mas ao abordarmos, e gostarmos de partilhar com os outros, o que lemos é hipocrisia intelectual?
Então as pessoas não lêem porque culpa de quem? sabe de quem (na maioria, claro porque haverá certamente excepções) do comodismo, da preguiça, é mais fácil deitar-me à sombra da bananeira e ver a Cristina na TV aos gritos e as imbecilidades do Raminhos e da Cautela, do que ler um livro. E não vamos pelo custo dos livros, porque em Portugal há bibliotecas em quase tudo por quanto é sítio e quem vejo eu lá a ler - sempre os mesmos e poucos- e deste modo quem não lê é porque não tem pachorra, dá muito trabalho. Então eu posso obrigar a pessoa a ler? mas como? a mim ninguém me obrigou, fui eu que me obriguei, fui eu por minha única e livre iniciativa que absorvi o gosto pela leitura, portanto sejamos honestos e realistas. Ó Laranjeira não me leve a mal mas essa é mesmo a conversa do politicamente correcto.
E quanto às toneladas de alimentos nem vamos por aí porque haveria também muito, mas muito a dizer, mas isso já faz, igualmente. parte da política adoptada por cada país e pela sua cultura, cultura que alguns substituem por bruxas vindas do além.
Boa noite.
EliminarOlá, ASeve.
Pergunta: "...partilhar com os outros, o que lemos, é hipocrisia intelectual? "
Resposta: Para mim é. Também ando a ler (e muito) mas, jamais partilharia em público tal facto, por vergonha, solidariedade e respeito para com quem nada lê;
P: "...as pessoas não lêem porque culpa de quem?" -
R: Por culpa: minha, sua, dos: professores, jornalistas, escritores, jardins infantis,escolas, universidades, Comunicação Social, Jornais, Televisões, Ministros da Educação; médicos, Centros de Saude, Hospitais, etc, etc, etc.;
P: "...eu posso obrigar a pessoa a ler? ";
R: Não se trata de obrigar..., mas, sim, de ajudar, sugerir, educar para...
P: "... conversa do politicamente correcto";
R: As minhas opções politicas, não são para aqui chamadas, neste contexto.
P: "...quanto às toneladas de alimentos nem vamos por aí porque..."
R: Não respondo por não perceber a sua pergunta.
Cumprts. fl
Comecei ontem "Um Bailarino na Batalha" da Hélia Correia. Como é possível tanta dureza conciliar com tanta poesia?
ResponderEliminarFlannery O'Connor -Everything That Rises Must Converge - Livro muito cruel e, ao mesmo tempo, muito belo
ResponderEliminarFlannery O'Connor - Que grande escritora!
ResponderEliminarBoa noite.
ResponderEliminarO QUE ANDARÃO A LER ? Os pescadores de Matosinhos, Caxinas, Vila do Conde e da Póvoa de Varzim ? Oxalá leiam bastante porque ler dá saúde e ajuda a combater as depressões. Cumprts. fl
Ó Laranjeira, porque é que não procura saber nas respectivas Bibliotecas de Matosinhos, Caxinas, Vila do Conde e da Póvoa de Varzim?
EliminarLer dá saúde e ajuda a combater as depressões (a alguns, muito poucos, infelizmente) porque para a maioria é uma chatice muito muito grande, uma grande seca e não há pachorra; e não depois como é que eu via a Cristina aos gritos, o Raminhos e a família com as suas imbecilidades e a Cautela com as suas imbecilidades e não só...? como, como é que eu tinha tempo?
Boa noite ASeve: Quando refiro classes trabalhadoras, habitantes daqui , dali e dacoli, etc, quero significar a generalidade das pessoas que não lêem, do nosso Pais. Não espero que, um não leitor (crónico) vá à Biblioteca requisitar um livro, mas já acho absolutamente inaceitável que qualquer pessoa no nosso Pais não tenha acesso permanente a Jornais. As Bibliotecas servem uma pequena e muito culta percentagem da população. No fundo as Bibliotecas são para os grandes leitores. Cumprts.
EliminarBoa noite.
ResponderEliminarEU TENHO VERGONHA
Sei, e quase toda a gente sabe que, somos o País mais atrasado da UE, em matéria de hábitos de leitura. Por isso, eu tenho vergonha de dizer, em público, o que ando a ler, por respeito e solidariedade para com milhões de portugueses que nada lêem. fl
Ó Francisco tanta contradição que vai por aí:
Eliminar-a culpa de não se ler é minha, sua dos professores.../então como é que é minha é sua se: jamais partilharia em público o que ando a ler/depois-
devemos sugerir, educar...
-acho inaceitável as pessoas não terem acesso a jornais (todas as bibibliotecas pública teem à disposição, grátis, os jornais quer diários quer semanais).
Tanta tanta inexperiência (tanta ingenuidade) que por aí vai.
E quando houver oportunidade tentarei explicar-lhe que o politicamente correcto não tem nada a ver com as suas opções políticas.
Mas ó Francisco a vida é mesmo assim vamos crescendo e fazendo o caminho caminhando.
Ó Francisco a preguiça, o comodismo o deixa andar são algumas das causas das pessoas não lerem (mas, note-se, não é só em Portugal).
EliminarNão tenha medo de pensar unicamente pela sua cabeça (e dizer o que lhe vai na alma), mesmo que não seja o politicamente correcto!
Boa noite.
EliminarOlá ASeve: Não entendo os seus àpartes professorais. O tema é "os baixos indices de leitura no nosso País". Não quero que concorde ou discorde do que eu digo, apenas espero que fale do assunto em questão. Temos pontos de vista contrários ? pois, respeitemo-los e digamos o que pensamos. Agora "lições gratuitas" da sua parte, não lhas pedi, obrigado. Cumprts.