Crónica e poema

Hojé é dia de partilhar a crónica do último domingo no DN. Aí está o link:


 


https://www.dn.pt/edicao-do-dia/09-dez-2018/interior/adeus-futuro-letra-morta-10286045.html


 


Clarice Lispector, a muito apreciada escritora brasileira nascida na Ucrânia, teria feito anos (98, acho) no passado dia 10, e até o Google celebrou o seu aniversário colocando a sua carinha no motor de busca. A poetisa portuguesa Adília Lopes, à qual não falta verve, dedicou-lhe um poema que alguém partilhou nesse dia no Facebook e que também vos deixo. Bom fim-de-semana.


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Comentários

  1. Ainda só li dela A Hora da Estrela, não é fácil, mas espero aprofundar melhor o conhecimento dessa grande escritora que amava a solidão, que ela dizia ser um luxo, e o silêncio cada vez mais difícil nesta era do ruído.

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    1. Se me permite a sugestão, leia as crónicas dela. É um "calhamaço" muito bom de ler, permite conhecê-la melhor e é a ponte ideal para passar aos livros.

      Maria

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    2. Obrigado pela sugestão. Posso encontrá-las em qualquer livraria?

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    3. Penso que sim, eu comprei o meu na Bertrand há 5 anos.
      Chama-se "A Descoberta do Mundo" e é uma edição da Relógio d'Água, de Março/2013.
      São cerca de 700 páginas de muito boa leitura.
      Se comprar, espero que goste
      Maria

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  2. Muito bom! ahahahahah
    Um beijinho e bom fim de semana!

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  3. Os peixes é que não ganham vergonha. É do ambiente aquático!

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  4. Duas grandes mulheres escritoras (embora de estilos muito diferentes) cuja escrita me encanta.
    Pena a Adília continuar a ser desconhecida para a maior parte dos leitores portugueses.
    Quanto à crónica, só me ocorre dizer: Smart kids!
    Maria

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  5. A Clarice Lispector se lhe deixou cumprir em palavras-chave. Mulher peculiar sem continência singular; com diplomacia em letras. E... o mundo sem Clarices ficaria aborrecido.

    Cláudia da Silva Tomazi

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  6. Ahahahah!
    E isso dos comandos x telemóveis, espanta alguém? Se bem que actualmente seja mais difícil fazer passar um comando por iphone ou similar…

    Na minha terra costuma dizer-se que não podemos contar só com a nossa esperteza, temos de contar com a dos outros também!
    É o que se conclui!

    Bom fim de semana a todos, são os meus votos, que amanhã estarei a voar para aí… rumo ao Natal, de que gosto muito aliás!

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  7. O poema é uma brincadeira bonita de se ver, não me parece mais nada e nem Adília Lopes o terá escrito com outra intenção que lembrar a escritora. E como merece.
    O texto....digo-lhe que nessa escola os alunos se dão a muito trabalho para enganar os profs. Porque eles deixam um dos telemóveis e ficam com outro na mochila. Têm mais que um. Não esquecer que estão sempre a actualizar a tecnologia e os garotos querem ter o mais moderno. Se a escola pede um tlm na caixa, é para cumprir:).

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  8. Acredito que seja assim após a adolescência - mas a verdade é que, na «primária», os miúdos ainda trocam bilhetinhos, incluindo aqueles clássicos do "Queres namorar comigo?", seguido de três opções para o destinatário assinalar a sua e devolver o bilhete ao remetente: "Sim, não ou vou pensar".
    O que quer que se perde, será ali por volta do 5º ano. Poderemos estar, cada um de nós, em suas casas, especialmente atentos a essa fase e tentar fazer a magia possível. Sendo 'tentar' aqui a palavra-chave. :)

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