Corto, Bianca e Valente
«Animar», palavra a que associamos logo uma vertente positiva, vem de «ânimo» (e este pode estar de rastos, por isso se fala também de «levantar o ânimo» de quem anda em baixo e precisa de mimos). O ânimo, para quem não saiba, está relacionado com a «alma» (anima, em latim) e, como tal, o verbo «animar» significa igualmente dar alma (ânimo) a uma coisa morta ou sem vida. Mário Cláudio dá vida (e também memórias, ainda por cima secretas) a três personagens de BD muito distintas, criadas respectivamente por Hugo Pratt, Hergé e Hal Foster – e logo à tarde, quando lançarmos o seu mais recente livro de que já aqui falei – intitulado justamente Memórias Secretas – haverá ainda outras pessoas que darão vida a estas três figuras de papel e farão de Corto, Bianca e Valente, lendo as memórias secretas que Mário Cláudio, detentor de alguns documentos raros e preciosos, lhes atribui. Assim, se estiver pelo Porto ou nas redondezas, não deixe de vir a esta sessão que promete ser bem original na Fundação Eng. António de Almeida. A apresentação estará a cargo da professora italiana Maria Bochicchio. O convite ai vai:

Ora muito bom dia e boas notícias!
ResponderEliminarSempre que sai um livro é positivo, seja qual for, mas sobretudo se for um livro de autor de que gostemos!
É o caso!
E, tão mais curioso quanto o seu distinto e genial autor é uma pessoa que para mim tem pelo menos um contra, o de ser anti-caça! O que prova bem aquilo que digo e que é a independência que nos deve reger na literatura e ser superior às nossas opiniões pessoais.
Aprecio muitíssimo o autor (que se deve estar literalmente marimbando para as minhas opiniões de barrão rude e inculto, traça dos livros que sou): Gosto dos temas, escreve com a tal profundidade da cultura que partilha connosco e aprecio particularmente a forma como escreve, sobretudo as suas descrições em que o considero o mestre da actualidade.
Não estou a dar graxa, mas sim a dizer aquilo que penso e sinto.
Portanto este livro vai ser uma aquisição e leitura garantidas, já na minha próxima deslocação ao torrão natal que ocorrerá na semana que vem.
Fico portanto contente por ter saído, aliás a Nossa Extraordinária Anfitriã já se havia referido a ele anteriormente!
Saúdo o autor e envio a todos as minhas habituais e cordiais saudações cá da Cidade Morena!
Tenho mesmo muita pena de não poder ir. Gostei imenso de ler este livro (comprei-o no dia 5 de Maio e li-o de um fôlego) e adorava "conhecer" o Corto, um dos meus heróis de bd.
ResponderEliminarA Rosário não quer tirar uma fotografia dele e pôr aqui no blog?
Fico à espera...
Ora aqui está uma oportunidade para o Mário Cláudio me animar, perguntando-lhe porque é que a palavra "banda desenhada" matou o termo "desenhos animados"?
ResponderEliminarÓ pá... tu na sabes nada disto!
EliminarOlha lá, é que desenhos animados é português... e é para o cinema (animados!), topas?
Banda desenhada, é só nos livros, até os franceses dizem "bande déssinée", se for cinema dizem "animation" ...
Já os amaricanos chamam cartoon... sempre a complicar os gajos...
É coisa atrapalhada demais pr'á gente! Pá!
Tás a ver? Não sou nenhum Mário Cláudio (com a devida vénia) mas tamém sei!!!
Acho eu...
Ahahahah!
Grande abraço cá da Cidade Morena!
Ó meu caríssimo amigo Pacheco (e atenção que não é amigo de facebook, porque isso qualquer mentecapto o é) por isso mesmo o lema do meu blogue (Kontestu), é:
EliminarCada pessoa que conheço, sabe pelo menos uma coisa que desconheço!
Olha... e eu chego a espantar-me a mim mesmo, com as coisas que eu sei! Ahahahah!
EliminarGrande abraço, amigo!
Acaso o autor aproveitou a ocasião para também mencionar e/ou comentar a recente atribuição, a ele, do Grande Prémio de Crónica e Dispersos Literários da Associação Portuguesa de Escritores, entidade de que é actualmente presidente da mesa da assembleia geral?
ResponderEliminar