Nervos
Lembram-se de vos ter aqui falado da revista de poesia Nervo? Pois bem, apesar de nunca se acreditar muito nestes projetos em Portugal, sobretudo por causa da característica falta de leitores para este género, a verdade é que a Nervo (com ou sem ataques de nervos, sei lá eu) parece ter ido avante, o que me traz muita alegria. Saiu, pois, o número 2 e – longe de conter apenas poetas desconhecidos, encontramos nas suas páginas nomes bem sonantes, como os de Nuno Júdice e A. M. Pires Cabral, André Domingues e até José Carlos Barros, um grande poeta de quem publiquei o romance Um Amigo para o Inverno, há uns anos finalista do Prémio LeYa (leiam, leiam). E escrevem nesta Nervo também autores de outras paragens: Ana Pérez Cañamares (Espanha), Debasish Lahiri (Índia), Júlia de Carvalho Hansen (Brasil) e Usha Akella (EUA). Desta vez, incluindo a capa (que vos deixo), o número é ilustrado por Américo Prata.

O que são poetas desconhecidos? E um grande poeta? E um nome sonante? Belo serviço.
ResponderEliminarSeguidor atento deste projecto.
ResponderEliminarBom dia.
Não sendo embora leitor de poesia, congratulo-me com o sucesso da revista!
ResponderEliminarNotem que digo não ser leitor, não que seja insensível à poesia ou até que não a sinta em mim mesmo em muitas ocasiões e mais frequentemente situações.
Saudações poéticas cá da Cidade Morena!
Há um par de anos a Rosário colocava um post sobre o aparecimento de uma nova plataforma: a escritores.online.
ResponderEliminarUma plataforma que divulgava autores e o seu trabalho, independentemente de por quem eram editados.
Hoje recebeu-se a notícia que o projecto terminou.
Porquê?
Parece um projecto interessante. Mas tenho de a folhear.
ResponderEliminarAlguém me sabe dizer onde é possível adquirir um exemplar? E qual o preço?
ResponderEliminarContactar nervo.colectivodepoesia@gmail.com
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