Histórias a arder

O escritor Nuno Camarneiro decide viajar até uma zona de guerra no Médio-Oriente para melhor entender as razões do conflito e de quem nele participa. Mas o que começa por ser uma visita de estudo transforma-se rapidamente num pesadelo, quando o escritor e os seus companheiros de viagem são sequestrados por um grupo de fundamentalistas islâmicos. Ao longo de várias semanas terão de encontrar estratégias de sobrevivência que protejam o corpo, a mente e algumas crenças fundamentais. Os prisioneiros contam histórias, revisitam memórias, inventam jogos e vidas inteiras, tornam-se guerrilheiros da ficção. Numa guerra entre homens, ideias, deuses e civilizações não há partes neutras, e é difícil distinguir as vítimas dos agressores. A verdade escreve-se em muitas línguas, como as histórias e os sonhos de cada um. Este é apenas um resumo possível de O Fogo Será a Tua Casa, o novo romance de Nuno Camarneiro, disponível a partir da próxima semana. O livro é muito mais do que isto, evidentemente.


O Fogo K 3D (2).jpg


 

Comentários

  1. Quem ficará a arder é o leitor...

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    1. Porquê? Se lhe for possível justificar o seu comentário, este e, decerto, os restantes leitores, agradecemos.

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  2. Fiquei curioso. Sem saber onde começa a ficção e acaba a realidade...

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  3. Eu espero que não tenha sido o próprio Nuno Camarneiro a protagonizar essa terrível história. :-) Gostei da ideia de "Médio-oriente". Muito apelativa.
    Bom fim de semana!

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  4. António Luiz Pacheco13 de abril de 2018 às 10:08

    Nunca li nada de Nuno Camarneiro... talvez esteja a perder um excelente autor, quem sabe, mas eu escolho os livros sobretudo pelos temas e não tanto pelo autor. Claro que depois de passar a gostar da escrita de um determinado autor, então passa a ser opção de compra e leitura.
    Portanto e porque o tema parece interessante, vou ler este... depois se verá, mas se o considerar "barretada" vão ter de levar comigo aqui! Ai vão, vão!
    Acho extremamente desinteressante quase tudo o que se anda a escrever na actualidade pelo que cada vez mais leio ou releio os clássicos. Os escaparates das Bertrands , FNAC e etc. têm sido uma desilusão, salvo pelo Miguel Real e por ter encontrado um livro que nunca me havia passado pela frente, de (imaginem!) John Steinbeck (um dos meus escritores de referência) - A Taça de Ouro! Foi só o seu romance de estreia e um tema muito diferente daquele que o celebraria, a América profunda em crise, do vagabundos e dos deserdados... mas isto quem porfia, mata caça! É um facto.
    O Camarneiro, logo se verá...

    Saudações duvidosas, cá do Bairro Ribatejano!

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