As palavras e os actos
A Sociedade Portuguesa de Autores vai organizar um ciclo de conferências neste primeiro semestre de 2018, «para reflectir sobre as palavras e os actos que moldam e impulsionam algumas das grandes questões que se colocam na actualidade». As figuras convidadas a dirigir ao público as suas ideias são todas pessoas conhecidas, seja na área política como na cultural ou académica. Ana Gomes, Manuel Maria Carrilho, Francisco Seixas da Costa, José Barata-Moura, Pacheco Pereira e Viriato Soromenho Marques são alguns dos conferencistas convidados para partilharem, um em cada mês, as suas reflexões sobre a cultura, a política, o desenvolvimento das tecnologias e o papel das palavras e dos actos na «comunicação», que é, digo eu, uma das palavras mais importantes deste século XXI. Oportunamente será tornado público o calendário das conferências. Fiquemos, pois, atentos.
Palavras e actos: uma dicotomia difícil! Bom dia.
ResponderEliminarManuel Maria Carrilho?!?
ResponderEliminarDeve ir filosofar sobre violência doméstica...
EliminarNuma conferência sobre palavras e, sobretudo, actos é mesmo uma ironia...
EliminarFico perplexo com algumas escolhas, confesso... nomeadamente Ana Gomes e MM Carrilho... não haverá pensadores mesmo e a sério para convidar, que estejam disponíveis? Lembro António Barreto, e Jaime Nogueira Pinto (que lançou recentemente um livro muito oportuno e interessante que reflete justamente sobre estes temas)? António Damásio estará indisponível... e é pena, agora Ana Gomes? Quem quer saber o que pensa esta deputada europeia que se destaca pelas opiniões excessivamente pessoais, anacrónicas, controversas e histéricas? De longe a Marisa Matias, até porque representa uma corrente mais actual. Carrilho depois das escandaleiras todas em que andou envolvido? Porque não José Sócrates, Armando Vara, José Relvas ou Duarte Lima? Os outros sim, são pessoas que vale a pena ouvir.
ResponderEliminarFica a informação, creio que será impossível agradar a gregos e troianos, e é uma questão de cada um escolher aqueles que lhe interesse ouvir.
Saudações (ainda) cá do Bairro Ribatejano!
Nem mais, caro Pacheco.
EliminarOfereça a sua "pessoa" e habilidade sr.António Luiz Pacheco.
EliminarQuiça:
Há gente para tudo... pela amostra.
Que tal iniciar um grupo (seita) Os Viperinos.
Maria Helena
Minha Cara Maria Helena:
EliminarAchar que pelo facto de ter uma opinião, que pelos vistos não coincide com a sua, é ser viperino... então não podemos ter opiniões? Nem emiti-las? Por erradas que sejam?
Olhe, por acaso imagine que tenho um sobrinho herpetologista e que se encontra justamente na "Austráulia" a fazer um mestrado em serpentes venenosas, portanto estou justificado!
Saudações cá do Bairro Ribatejano, terra de muito má língua por sinal!
É um bocadinho, vira o disco e toca o mesmo: os comentadores do costume. Porque não chamar um ficcionista, um pintor, um escultor ? Não é organizado pela SP de Autores (ou será pela SP de Comentadores?).
ResponderEliminarCaro Artur, dos políticos e demais clientela sabemos nós o que pensam, que levamos com eles todos os dias, concordo consigo em que para variar fosse interessante ouvir outras pessoas e das áreas que normalmente não opinam, se bem que tenham a força da sua arte para influenciar ou saber aquilo que marca e importa à sociedade! Não podia estar mais de acordo consigo!
EliminarUm abraço Ribatejano!
Manuel Maria Carrilho está morto? Deixou de ter voz? Mas qual é o problema? Só porque é politicamente correcto bani-lo? Deixou de ser um pensador? E quanto ä tal violência doméstica tenho as minhas dúvidas se só a "dos copos" terá inteira razão.
ResponderEliminarVistam-se todos de preto como aquela carneirada do cinema só porque é politicamente correcto clamar contra o assédio sexual das Anas Malhoas le restante putedo lá do sítio.
Pensem pela vossa cabeça e haja honestidade intelectual em cada um apesar de ser mais difícil do que ser politicamente correcto, ou seja um maria vai com as outras.
Não faço parte da carneirada, muito obrigada.
EliminarSem saber se é culpado ou não bastou ouvir o que foi dizendo ao longo dos processos e julgamentos, ou não?
"A dos copos", como tão educadamente se refere está sem trabalho. E este é convidado!
Tenha paciência.
Pois, "a dos copos", "o putedo"... E está tudo dito!
EliminarEstá a insinuar que o Pacheco é politicamente correcto? Sinceramente!
EliminarQue desilusão, ASeve!
EliminarQue cabecinha tão suja!
Que tristeza...
Mas é mesmo assim, a maioria dos homens (com h muito pequenino) pensa assim.
Ó Severino... e o Carrilho alguma vez esteve vivo?
EliminarUm aparelhista profissional que usou ainda um golpe de marketing matrimonial para se promover, só que este lhe saiu furado ou se quiseres, "entornou-se"... (isto para sermos mauzinhos). No entanto saíu muito mal visto de todo o processo, isso é inegável!
Abraço.
"Ó Severino... e o Carrilho alguma vez esteve vivo? " Ahahahahah
EliminarBem jogado, sim senhor!
É de lamentar
Eliminarasev, o teu estado
entre putas e carrilho
apanhado
Nem Cleópatras, nem Nizes
mesmo em delírios selvagens,
Lucrécias ou Catarinas
te hão-de emprestar as vaginas
Por tão infame opinião
logo aqui se decreta
ficas condenado
ao exílio da greta.
Mas que poema tão erudito!
EliminarPelo comentário do seve, não me parece que ele aprecie muito as mulheres.
O autor deste belo poema também não.
Que tal juntarem-se os dois?
Que tristeza… o MMC já não deveria ter área política, cultural ou académica. Só prisional. Devia estar preso pelos seus actos, mas também pelas suas palavras. Que a SPA o tenha convidado para falar sobre “as palavras e os actos que moldam e impulsionam algumas das grandes questões que se colocam na actualidade”, é uma tristíssima ironia e um lamentável exemplo do país que temos…
ResponderEliminarSerá que vai lá alguém ouvi-lo?
EliminarQue ideia tão infeliz teve a SPA!
Parece-me bem e sendo de uma vez por mês é deveras aliciante. Vou ficar de olho no calendário:).
ResponderEliminarParece-me boa a ideia mas talvez submetida ao crivo do mediatismo. Disso estamos mais que servidos.
ResponderEliminarVou pela posição de Artur Águas acrescentando-lhe o fator "cultura científica" que infelizmente prima quase sempre pela ausência.
Tanta "alminha preconceituosa", como começa ser hábito, com a farpela do costume: fazem de conta que não existem e devem ter muito cuidado para não morder a língua.
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