Natal é com livros
O que é mesmo bom quando está muito frio é ficarmos quietos e quentinhos em casa a ler um bom livro. Pois é isso que, aparentemente, fazem nesta época os islandeses (dez por cento dos quais são leitores vorazes, leio algures) porque a tradição na Islândia é justamente a de trocar livros na noite de Natal, o que considero uma excelente ideia: em primeiro lugar, dispensa-nos de pensar num presente diferente para cada pessoa (e há pessoas muito difíceis – ou porque têm tudo, ou porque são esquisitinhas); depois, promove a leitura em todas as gerações; por último, previne o consumismo excessivo típico desta quadra (compra-se muito mais do que seria preciso). Não ofereço tantos livros como gostaria porque, trabalhando no ramo editorial, algumas pessoas desconfiam de que os livros me saem de graça e torcem o nariz. Mesmo assim, à beirinha deste Natal, desejo aos Extraordinários que lhes ofereçam muitos livros e que eles ofereçam livros também, especialmente às crianças. Boas Festas a todos e até para o ano, vou tirar uns diazinhos de férias... Para ler, claro.
Bom dia.
ResponderEliminarComo não podia deixar de ser, considero o Livro o melhor de todos os presentes. Gosto de os receber e de os dar. A grande dificuldade em recebê-los está em que quem mos oferece tem muita dificuldade em saber se já tenho ou não, dada a quantidade que compro. Livros são presentes eternos, quase como os diamantes.
Por isso dêem livros, sim.
E Boas Festas.
Vou seguir os seus conselhos à risca, até porque já costumo oferecer livros...
ResponderEliminarE, se me permite, um beijinho especial de Boas Festas para si e para todos os Extraordinários.
:-) Antonieta
Inzáquetameunte!
ResponderEliminarLivros são dos melhores presentes que há... não digo os melhores pois depende das circunstâncias!
Costumo oferecer livros, e, gosto muito que mos ofereçam, é claro!
Por isso os meus votos de Boas-Festas para esta Extraordinária Confraria Livresca são de que recebam muitos livros e ofereçam muitos livros!!!!
Saudações Natalícias acaloradas, mas enregeladas, cá do Bairro Ribatejano.
Sou então islandês!
ResponderEliminarBoas Festas para todos os Extraordinários.
Os livros, sempre livros...
ResponderEliminarBoas festas a todos estes extraordinários leitores e, evidentemente, à nossa anfitriã, que tão bons momentos e discussões nos foi permitindo.
Carla Pais
Viva os livros! Viva a leitura! Viva a Islândia! E viva o Natal com livros!
ResponderEliminarBoas Festas!
Sim, os livros são uma boa alternativa ao consumismo. Penso igualmente que deviam ser a primeira opção, quando não se sabe bem o que dar. Hoje em dia, as pessoas, de uma maneira geral, vão comprando aquilo de que gostam, precisam e/ou desejam ao longo do ano. Longe vão os tempos em que um par de meias, um cachecol quentinho, uma gravata, um brinquedo para uma criança, ou mesmo simples chocolates, eram bens que raramente se adquiriam. Por isso, sabia bem recebê-los, em alturas especiais.
ResponderEliminarBoas Festas a todos!
P.S. A Maria do Rosário que me desculpe, mas não gosto da palavra "esquisitinha", traz uma bagagem cheia de desprezo. Para usar num texto de ficção, num caso que o justifique, estou de acordo, até pode ajudar a caracterizar uma personagem. Mas aqui, acho que manchou o texto simpático com que nos brindou.
Feliz Natal!
Cara Cristina Torrão,
EliminarEu não tenho a mania da perseguição, mas em época natalícia podia poupar-me às suas críticas. É que nunca faz um comentário que seja 100% simpático, tem sempre de pôr um defeitozinho qualquer. E este «defeitozinho» não tem desprezo incluído, acredite.
Boas festas!
Nunca também é exagero.
EliminarNinguém é perfeito e todos nós temos as nossas esquisitices
No hard feelings!
Boas Festas.
Feliz Natal a todos os Extraordinários e
ResponderEliminarse ganharem um "peúgão "não fiquem tristes, façam como eu, pensem que pode ter pertencido ao Bob Dylan, ao Mick Jagger ou ao Elvis Presley...
Os livros são um natal:
ResponderEliminarnascem mundos só de os ler.
Passá-los de mão para mão
o NATAL vai acrescer
do natal que os livros são!
Bom Natal! E bons livros!
Boas férias, Maria do Rosário. Também aproveita esta data para descansar
ResponderEliminarBOAS FESTAS e um EXCELENTE 2018 para todos, com livros, música, teatro cinema, vida... de preferência boa.
ResponderEliminarObrigada pelos votos de Boas Festas que retribuo desejando também boas leituras com os livros de oferta (os que dá e os que recebe). Como em anos anteriores, vou ter alguns. Embora não gaste neles tanto tempo como os islandeses, hei-de lê-los. Também ofereço. Não a quem não tira prazer dos livros e nem a quem prefere outros presentes ainda que leia. Gostando das pessoas, damos o que preferem e depois sim, podemos juntar um livro ou outro
ResponderEliminarSe alguém me desse livros que também lhe tinham sido dados, agradecia na mesma. Quem dá, poderia dar a outrém e não a mim. Poderia limitar-se a ficar com eles Era sorte. Mas se as editoras tirarem os livros mais baratos, melhor para quem recebe, pode ganhar melhores e mais livros:).
E Boas Festas a todos os que passem ou já passaram no Horas Extraordinárias.
Boas Festas a Todos.
ResponderEliminarOfereço e compro (talvez) demasiados livros.
BOAS FESTAS COM LIVROS, SEMPRE!
ResponderEliminarCristina Carvalho
Dizia ontem a Maria Cantinho que «Não há nada mais importante na humanidade do que a bondade, a generosidade, a capacidade de olhar o outro e de se ser solidária.» Só poderia concordar com ela, pois é também tudo a que aspiro: e que não haja dúvidas que tentar ser boa pessoa é a melhor das qualidades literárias. Tudo o resto são sementes que não dão frutos. Um excelente Natal para todos os leitores extraordinários.
ResponderEliminarNatal é com livros, com certeza. Comprei um de 12 euros, comprei outro de 22, um terceiro de 11 euros, mais um de 18.... ai, e agora ? Onde vou buscar o dinheiro para os outros que gostava de dar ? E usados, quem os quer no Natal? Ganhamos mal em Portugal, para esse 'luxo' islandês. E os nossos de bolso também são caros...
ResponderEliminarIsto é que está aqui um imbróglio natalício !
Boas Festas, melhores férias, e excelente 2018, cheio de boas edições ( e, já agora, de mais poemas ) !
Escreveu a Maria do Rosário uma frase que confirma os meus propósitos quanto ao tema -
ResponderEliminar"Não ofereço tantos livros como gostaria porque, trabalhando no ramo editorial, algumas pessoas desconfiam de que os livros me saem de graça e torcem o nariz".
É certo o que disse, caríssima Anfitriã. julgo que já me referi a este mesmo tema em comentário que leva um par ou dois de anos, e aproveito o ensejo para me repetir: nunca ofereço, como prenda (de Natal, de aniversário ou outra qualquer) algum dos livros que tenho publicados. Os donatários, partindo de um princípio notória e objectivamente erróneo, presumem das duas uma (ou ambas): queremos poupar ou queremos despachar alguns excedentes que temos a ocupar a casa.
Calculo também que o mesmo se passe com uma editora ou editor quando queira oferecer obras com a chancela onde exerce a sua profissão: quer poupar na compra, porque os tem de graça, "à mão de semear", como o padeiro que deita à boca um casqueiro após cada fornada de pão ou quer despachar as sobras que existem na casa, alguns "monos" tais que só as ratazanas do papel acodem para ferrar o dente.
Neste caso, o autor da obra publicada - tal qual eu - procurará obra de outrem, e a suspeita evapora-se. No caso da editora e do editor, terá de procurar chancela concorrente, adquirir e oferecer, não sem que, mesmo assim, venha a submeter-se à suspeita de que terá oferecido obra por si recebida em cortesia editorial.
No caso da Maria do Rosário, é natural que possa ter livros da editora, o que não melindra a sua oferta, caso os queira dar a alguém; se os adquire na Casa, o único beneficio que terá - tal qual eu, como autor do Grupo Leya - é um pequeno desconto nas livrarias do mesmo Grupo.
Para concluir os autos, a oferta de livros deve ser feita a quem seja mimoso de espírito para a leitura. Já me aconteceu oferecer um livro e a pessoa, sem esconder o seu desdém, agradecer com uma expressão de repugnância não disfarçada e uma interrogação onde cabia uma perplexidade negativa: - "Ora! Um livro?!"
Para gente deste quilate, se acaso continuo a oferecer, faço-o com algumas garrafas que sobram na garrafeira. A leitura é mais linear, escorre fluente e tem a particularidade de não ser da minha autoria e eu poder, sem que alguém o saiba, oferecer o que já me ofertaram a mim.
À infatigável e caríssima Maria do Rosário Pedreira, desejo um Bom Natal e um avantajado ano de 2018 em felicidade e realizações pessoais.
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EliminarFernando Joca Martinho
Foi um ano muito agradável na companhia de todos, neste Blog Extraordinário! A sensação de dias agradáveis em 2017 (em torno de temas diferenciados) me fez e me faz ter autoconfiança e transpor assuntos direcionados à leitura e opinião. Está dinâmica não menos importante do quê: informações disponibilizadas; suprem 'postura simbólica' à perseverança! Fé e discernimento além de conquista (pessoal) simboliza de um lado esperança de outro elevada capacidade humana em actualizar-se. Agradeço a Dra.Maria do Rosário Pedreira, a possibilidade de contribuir, cá deste lado do Atlântico no distante Brasil. Feliz Ano Novo à todos com alegria e carinho!
ResponderEliminarCláudia da Silva Tomazi
boas festas.
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