O que vamos ler em 2018

Não, não pensem que sei mais do que devia e que vou aqui apresentar uma lista de títulos que serão publicados no ano que vem por muitas editoras. Na verdade, trata-se apenas do título de uma sessão à volta de livros que ocorrerá esta tarde no Museu da Farmácia em Lisboa e para a qual a entrada é livre. Numa mesa em que estarei acompanhada pelo Manel (Porto Editora), por Diogo Madre Deus (Cavalo de Ferro), Francisco Vale (Relógio d'Água), Bárbara Bulhosa (Tinta-da-Chuna) e mais algumas pessoas, contaremos com a moderação do jornalista Luís Caetano para falar de muitos assuntos, tais como a vida dos editores e dos críticos literários, a apresentação de algumas novidades ao público presente (presumo que também estejam farmacêuticos que gostem de ler) e um cheirinho do que vai ser o ano de 2018. Antes ainda de o debate se abrir ao público, teremos tempo para escolher um livro de outro editor, ali presente ou não. É logo às 18h00 num lugar mágico e contamos com a sua presença!


 


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Comentários

  1. Espero que eu possa em breve ouvir pelos menos excertos desta sessão na Antena 2 num dos programas do Luís Caetano, o mais sábio e ativo dos divulgadores de cultura literária, e não só, deste nosso país.

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  2. Parece uma interessante proposta, essa... será que a lista pode depois ser divulgada?

    Já agora, para desopilar, uma historieta, talvez sem graça (assim fica dispensado o comentário de quem diz que este espaço se torna um anedotário) mas a propósito:

    Como é da tradição, os médicos escrevem com uma letra ilegível que todavia os farmacêuticos sabem decifrar. Por isso, conta-se da mulher do médico, quando este viajava e lhe escrevia, ir à farmácia da vila para lhe lerem as cartas do marido!

    Saudações calorosas e encaloradas cá da Cidade Morena!

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    Respostas
    1. Ó amigo Pacheco, mas olha que a "letra de médico" é consoante o documento a passar: a receita ou o recibo do custo da consulta...

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    2. É uma boa anedota ! Mas que vai perdendo atualidade: os médicos agora só escrevem em computador e enviam as receitas para os telemóveis dos doentes... Os dedos, de médicos ou não, cada vez menos afagam canetas.

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  3. As conversas à volta dos livros e edição são sempre interessantes. As horas é que são sempre complicadas.

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  4. Antes anedotario que bestiário!
    Oop's, saiu-me.

    Mas o que me apraz é cumprimentar os organizadores do evento, por tão bom gosto na escolha do espaço. Reconhecendo assim o elevado cariz profilático da literatura.

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  5. Emílio Gouveia Miranda16 de novembro de 2017 às 09:27

    Se é sobre livros é, sem dúvida, interessante...

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  6. Também espero ouvir alguma coisa na antena 2. A constituição da mesa é muito aliciante.

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