Confissões

João Morales não pára e há três anos consecutivos que organiza a actividade Confesso Que Li com o apoio da Câmara Municipal de Almada. A sessão contempla sempre uma entrevista feita pelo jornalista a uma personalidade mais ou menos conhecida do público (em Setembro, por exemplo, foi dedicada às leituras do compositor Tozé Brito) que traz consigo alguns livros (ou os títulos) que permitam falar acerca do seu passado, das suas escolhas, recordações, percurso pessoal e profissional. É já amanha, às 16h30, que tem lugar a terceira sessão da edição de 2017, cujo convidado será o curador e crítico de arte Delfim Sardo, também autor de vários livros, que foi – entre outras coisas – curador da Trienal da Arquitectura de Lisboa e colaborou com a Fundação Calouste Gulbenkian, o Centro Cultural de Belém ou a Culturgest, à qual ainda está hoje ligado. Desta vez, a conversa decorre na Biblioteca José Saramago, no Feijó. Se quer saber o que leu (e lê) Delfim Sardo, a entrada é livre.

Comentários

  1. Boa sugestão parar amanhã, sem dúvida.
    Para hoje, sugiro um programa mais caseiro: a RTP Memória transmite hoje, às 14h, um documentário dedicado ao grande poeta António Gedeão que, se fosse vivo, completaria hoje 111 anos.
    Absolutamente a não perder - um enorme poeta que merece figurar em todas as antologias de poesia portuguesa.
    Antonieta

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    1. Sem dúvida!
      Confesso que li, releio e que gosto muitíssimo, eu que nem sou aficionado da poesia.

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    2. Humm, eu acho que gosta ;-)
      O que interessa é o conteúdo e não a forma, ou seja, se as palavras nos tocam fundo o que interessa se é verso ou prosa?
      Já chove aqui na Beira Interior :-)
      Antonieta

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    3. Sim... gosto de muito pouca poesia, mas da que gosto, gosto mesmo!
      Acho que me entendeu... eheheh!

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  2. Hoje, em particular, confesso que li os livros do Pedro Rolo Duarte, meu querido amigo...

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    1. Hoje, em particular, confesso que li os livros do Pedro Rolo Duarte, meu querido amigo... Isto é Blondewithaphd

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  3. Ainda não é desta. Eu e o senhor Delfim não teremos o prazer de nos conhecer. Paciência.

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